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Foram encontradas 40 questões.

1338495 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Guerrilha urbana
Algumas atividades entortam as pessoas. Umas entortam o corpo, como as pernas arqueadas dos caubóis, a corcunda dos alfaiates, os braços desiguais dos tenistas, os ombros dos nadadores, a lordose das bailarinas de tchan music. Outras atividades – como a de polícia, agente financeiro, jornalista – entortam a cabeça. Meu amigo era jornalista.
Era. Meio que pirou. Isto já é o meio da história, vamos ao começo. Era copidesque, do tempo em que o copidesque tinha poder nas redações: reescrevia, corrigia e titulava as matérias. Não possuía nenhum talento especial, a não ser a intimidade com a gramática. Nem era jornalista formado, havia parado no meio do curso de Direito, fascinado pela oportunidade de trabalhar na “cozinha da redação”. Refogava concordâncias, descascava solecismos.
Chama-se Antônio. Por ser baixo, virou Toninho. E pela devoção, à gramática Toninho Vernáculo ficou sendo. Seu talento especial valeu-lhe
uma promoção, de copidesque para chefe de revisão. Passou anos e anos corrigindo originais. Novas tecnologias invadiram as redações no final da década de 80. Com os computadores, acabou-se a revisão. Ao leitor, as batatas.
Toninho Vernáculo foi deixado num canto, espécie de dicionário vivo. Recorriam a ele quando tinham preguiça de consultar o manual. Irritava-se. Então, meio que pirou. Achava que alguns tinham questões pessoais com a língua portuguesa, arranca-rabos com a sintaxe. Um não suportava a crase. Aquele tinha escaramuças com o infinitivo pessoal. Outro abominava a regência. Toninho não aguentou, aposentou-se.
Novos desafetos da língua passaram a provocá-lo pela televisão, em casa. O ator Antônio Fagundes vinha andando para a câmara e atacava de pleonasmo: “há muitos anos atrás investi no boi gordo.”. A repórter de feira dizia que “o” alface encareceu. Lula confiava “de que” o partido sairia fortalecido. O jingle publicitário apelava: “vem” pra Caixa você também! Toninho brigou com a tevê:
É venha! Venha você! Vem tu!
Uma ótica anunciava: faça “seu” óculos... Meu amigo largou a tevê, pegou o jornal: vendas à prazo. Sentia-se acuado, pessoalmente agredido. Um dia, lendo Monteiro Lobato, topou com o conto “O Colocador de Pronomes”, no qual o personagem sai pela cidade corrigindo pronomes mal colocados. Iluminou-se. Era um recado.
Hoje, Toninho Vernáculo é um dos dois ou três santos da ortografia que andam por São Paulo corrigindo o português nas placas das padarias, nos cardápios dos restaurantes populares, nos anúncios classificados dos jornais. Telefona para os anunciantes:
Olha, vendas a prazo não tem crase. Não se usa crase antes de palavra masculina.
Telefona para as regionais de Prefeitura, exigindo a retirada do acento agudo de placas de ruas e praças: Traipu, Itapicuru, Pacaembu, Barrra do Tibagi, Turiassu (“é com ‘c’ cedilhado, implora)... Centenas de casos. Há dias encontrei-o comprando tinta e escada. Anunciantes de cerveja não quiseram mudar um cartaz, tinha rido dele. É um advérbio em ‘mente’ abreviado, disseram, significa redondamente, de modo redondo. Retrucou: por que não de maneira redonda? Outros opinaram: é locução, como “fala grosso”. Protestou: chuva cai fininha, sol nasce quadrado, lua nasce quadrada. Riram. resmungou: fiquem com a sua opinião, eu fico com minha. Ia partir para a guerrilha armado de tinta e pincel, atacar os painéis de madrugada:
Uísque é que desce redondo. Cerveja desce redonda!
(Ivan Ângelo. In: O comprador de aventuras. São Paulo: Ática, 2000. Coleção Para gostar de ler, volume 28, p.1820)
O protagonista, após inúmeras decepções, volta a se motivar. A causa dessa transformação foi a:
 

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1338491 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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“ Uma ótica anunciava: faça ‘seu’ óculos...” . Assinale a alternativa em que os substantivos só são empregados no plural como a palavra em destaque.
 

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1338408 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Guerrilha urbana
Algumas atividades entortam as pessoas. Umas entortam o corpo, como as pernas arqueadas dos caubóis, a corcunda dos alfaiates, os braços desiguais dos tenistas, os ombros dos nadadores, a lordose das bailarinas de tchan music. Outras atividades – como a de polícia, agente financeiro, jornalista – entortam a cabeça. Meu amigo era jornalista.
Era. Meio que pirou. Isto já é o meio da história, vamos ao começo. Era copidesque, do tempo em que o copidesque tinha poder nas redações: reescrevia, corrigia e titulava as matérias. Não possuía nenhum talento especial, a não ser a intimidade com a gramática. Nem era jornalista formado, havia parado no meio do curso de Direito, fascinado pela oportunidade de trabalhar na “cozinha da redação”. Refogava concordâncias, descascava solecismos.
Chama-se Antônio. Por ser baixo, virou Toninho. E pela devoção, à gramática Toninho Vernáculo ficou sendo. Seu talento especial valeu-lhe
uma promoção, de copidesque para chefe de revisão. Passou anos e anos corrigindo originais. Novas tecnologias invadiram as redações no final da década de 80. Com os computadores, acabou-se a revisão. Ao leitor, as batatas.
Toninho Vernáculo foi deixado num canto, espécie de dicionário vivo. Recorriam a ele quando tinham preguiça de consultar o manual. Irritava-se. Então, meio que pirou. Achava que alguns tinham questões pessoais com a língua portuguesa, arranca-rabos com a sintaxe. Um não suportava a crase. Aquele tinha escaramuças com o infinitivo pessoal. Outro abominava a regência. Toninho não aguentou, aposentou-se.
Novos desafetos da língua passaram a provocá-lo pela televisão, em casa. O ator Antônio Fagundes vinha andando para a câmara e atacava de pleonasmo: “há muitos anos atrás investi no boi gordo.”. A repórter de feira dizia que “o” alface encareceu. Lula confiava “de que” o partido sairia fortalecido. O jingle publicitário apelava: “vem” pra Caixa você também! Toninho brigou com a tevê:
É venha! Venha você! Vem tu!
Uma ótica anunciava: faça “seu” óculos... Meu amigo largou a tevê, pegou o jornal: vendas à prazo. Sentia-se acuado, pessoalmente agredido. Um dia, lendo Monteiro Lobato, topou com o conto “O Colocador de Pronomes”, no qual o personagem sai pela cidade corrigindo pronomes mal colocados. Iluminou-se. Era um recado.
Hoje, Toninho Vernáculo é um dos dois ou três santos da ortografia que andam por São Paulo corrigindo o português nas placas das padarias, nos cardápios dos restaurantes populares, nos anúncios classificados dos jornais. Telefona para os anunciantes:
Olha, vendas a prazo não tem crase. Não se usa crase antes de palavra masculina.
Telefona para as regionais de Prefeitura, exigindo a retirada do acento agudo de placas de ruas e praças: Traipu, Itapicuru, Pacaembu, Barrra do Tibagi, Turiassu (“é com ‘c’ cedilhado, implora)... Centenas de casos. Há dias encontrei-o comprando tinta e escada. Anunciantes de cerveja não quiseram mudar um cartaz, tinha rido dele. É um advérbio em ‘mente’ abreviado, disseram, significa redondamente, de modo redondo. Retrucou: por que não de maneira redonda? Outros opinaram: é locução, como “fala grosso”. Protestou: chuva cai fininha, sol nasce quadrado, lua nasce quadrada. Riram. resmungou: fiquem com a sua opinião, eu fico com minha. Ia partir para a guerrilha armado de tinta e pincel, atacar os painéis de madrugada:
Uísque é que desce redondo. Cerveja desce redonda!
(Ivan Ângelo. In: O comprador de aventuras. São Paulo: Ática, 2000. Coleção Para gostar de ler, volume 28, p.1820)
Toninho Vernáculo, segundo o narrador, tinha a cabeça torta. Tal expressão se dá pelo fato de a personagem:
 

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1338404 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Guerrilha urbana
Algumas atividades entortam as pessoas. Umas entortam o corpo, como as pernas arqueadas dos caubóis, a corcunda dos alfaiates, os braços desiguais dos tenistas, os ombros dos nadadores, a lordose das bailarinas de tchan music. Outras atividades – como a de polícia, agente financeiro, jornalista – entortam a cabeça. Meu amigo era jornalista.
Era. Meio que pirou. Isto já é o meio da história, vamos ao começo. Era copidesque, do tempo em que o copidesque tinha poder nas redações: reescrevia, corrigia e titulava as matérias. Não possuía nenhum talento especial, a não ser a intimidade com a gramática. Nem era jornalista formado, havia parado no meio do curso de Direito, fascinado pela oportunidade de trabalhar na “cozinha da redação”. Refogava concordâncias, descascava solecismos.
Chama-se Antônio. Por ser baixo, virou Toninho. E pela devoção, à gramática Toninho Vernáculo ficou sendo. Seu talento especial valeu-lhe
uma promoção, de copidesque para chefe de revisão. Passou anos e anos corrigindo originais. Novas tecnologias invadiram as redações no final da década de 80. Com os computadores, acabou-se a revisão. Ao leitor, as batatas.
Toninho Vernáculo foi deixado num canto, espécie de dicionário vivo. Recorriam a ele quando tinham preguiça de consultar o manual. Irritava-se. Então, meio que pirou. Achava que alguns tinham questões pessoais com a língua portuguesa, arranca-rabos com a sintaxe. Um não suportava a crase. Aquele tinha escaramuças com o infinitivo pessoal. Outro abominava a regência. Toninho não aguentou, aposentou-se.
Novos desafetos da língua passaram a provocá-lo pela televisão, em casa. O ator Antônio Fagundes vinha andando para a câmara e atacava de pleonasmo: “há muitos anos atrás investi no boi gordo.”. A repórter de feira dizia que “o” alface encareceu. Lula confiava “de que” o partido sairia fortalecido. O jingle publicitário apelava: “vem” pra Caixa você também! Toninho brigou com a tevê:
É venha! Venha você! Vem tu!
Uma ótica anunciava: faça “seu” óculos... Meu amigo largou a tevê, pegou o jornal: vendas à prazo. Sentia-se acuado, pessoalmente agredido. Um dia, lendo Monteiro Lobato, topou com o conto “O Colocador de Pronomes”, no qual o personagem sai pela cidade corrigindo pronomes mal colocados. Iluminou-se. Era um recado.
Hoje, Toninho Vernáculo é um dos dois ou três santos da ortografia que andam por São Paulo corrigindo o português nas placas das padarias, nos cardápios dos restaurantes populares, nos anúncios classificados dos jornais. Telefona para os anunciantes:
Olha, vendas a prazo não tem crase. Não se usa crase antes de palavra masculina.
Telefona para as regionais de Prefeitura, exigindo a retirada do acento agudo de placas de ruas e praças: Traipu, Itapicuru, Pacaembu, Barrra do Tibagi, Turiassu (“é com ‘c’ cedilhado, implora)... Centenas de casos. Há dias encontrei-o comprando tinta e escada. Anunciantes de cerveja não quiseram mudar um cartaz, tinha rido dele. É um advérbio em ‘mente’ abreviado, disseram, significa redondamente, de modo redondo. Retrucou: por que não de maneira redonda? Outros opinaram: é locução, como “fala grosso”. Protestou: chuva cai fininha, sol nasce quadrado, lua nasce quadrada. Riram. resmungou: fiquem com a sua opinião, eu fico com minha. Ia partir para a guerrilha armado de tinta e pincel, atacar os painéis de madrugada:
Uísque é que desce redondo. Cerveja desce redonda!
(Ivan Ângelo. In: O comprador de aventuras. São Paulo: Ática, 2000. Coleção Para gostar de ler, volume 28, p.1820)
Das ideias de Toninho Vernáculo pode-se perceber que os brasileiros, de maneira geral:
 

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1338368 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O valor aproximado da expressão Enunciado 1338368-1 é:
 

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1338088 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Uma livraria vendeu, nos três primeiros meses do ano de 2011, 3000 exemplares do Livro “ A agulha” de José Franco, no valor de R$ 26,00 cada, 1900 exemplares do livro “ Pés descalços” de Rita Dark, no valor de R$ 18,00 cada, e 1430 exemplares do livro “ Tecnologia XY” de Ana Silva, no valor de R$ 23,00 cada. Podemos afirmar que a quantia total de livros vendidos (desses três autores) nestes três primeiros meses foi de:
 

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1338040 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Observe e analise a seguinte tabela abaixo: ela contém dados referentes a temperatura de quatro cidades no primeiro dia de inverno.
Cidade
Temperatura
(°C)
A -2
B -3
C -1
D -4
Com relação as informações, podemos afirmar que a cidade com maior temperatura no primeiro dia de inverno foi:
 

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1338008 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Assinale a alternativa em que todas as palavras devem ser completadas pela letra indicada entre parênteses.
 

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1338006 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Guerrilha urbana
Algumas atividades entortam as pessoas. Umas entortam o corpo, como as pernas arqueadas dos caubóis, a corcunda dos alfaiates, os braços desiguais dos tenistas, os ombros dos nadadores, a lordose das bailarinas de tchan music. Outras atividades – como a de polícia, agente financeiro, jornalista – entortam a cabeça. Meu amigo era jornalista.
Era. Meio que pirou. Isto já é o meio da história, vamos ao começo. Era copidesque, do tempo em que o copidesque tinha poder nas redações: reescrevia, corrigia e titulava as matérias. Não possuía nenhum talento especial, a não ser a intimidade com a gramática. Nem era jornalista formado, havia parado no meio do curso de Direito, fascinado pela oportunidade de trabalhar na “cozinha da redação”. Refogava concordâncias, descascava solecismos.
Chama-se Antônio. Por ser baixo, virou Toninho. E pela devoção, à gramática Toninho Vernáculo ficou sendo. Seu talento especial valeu-lhe
uma promoção, de copidesque para chefe de revisão. Passou anos e anos corrigindo originais. Novas tecnologias invadiram as redações no final da década de 80. Com os computadores, acabou-se a revisão. Ao leitor, as batatas.
Toninho Vernáculo foi deixado num canto, espécie de dicionário vivo. Recorriam a ele quando tinham preguiça de consultar o manual. Irritava-se. Então, meio que pirou. Achava que alguns tinham questões pessoais com a língua portuguesa, arranca-rabos com a sintaxe. Um não suportava a crase. Aquele tinha escaramuças com o infinitivo pessoal. Outro abominava a regência. Toninho não aguentou, aposentou-se.
Novos desafetos da língua passaram a provocá-lo pela televisão, em casa. O ator Antônio Fagundes vinha andando para a câmara e atacava de pleonasmo: “há muitos anos atrás investi no boi gordo.”. A repórter de feira dizia que “o” alface encareceu. Lula confiava “de que” o partido sairia fortalecido. O jingle publicitário apelava: “vem” pra Caixa você também! Toninho brigou com a tevê:
É venha! Venha você! Vem tu!
Uma ótica anunciava: faça “seu” óculos... Meu amigo largou a tevê, pegou o jornal: vendas à prazo. Sentia-se acuado, pessoalmente agredido. Um dia, lendo Monteiro Lobato, topou com o conto “O Colocador de Pronomes”, no qual o personagem sai pela cidade corrigindo pronomes mal colocados. Iluminou-se. Era um recado.
Hoje, Toninho Vernáculo é um dos dois ou três santos da ortografia que andam por São Paulo corrigindo o português nas placas das padarias, nos cardápios dos restaurantes populares, nos anúncios classificados dos jornais. Telefona para os anunciantes:
Olha, vendas a prazo não tem crase. Não se usa crase antes de palavra masculina.
Telefona para as regionais de Prefeitura, exigindo a retirada do acento agudo de placas de ruas e praças: Traipu, Itapicuru, Pacaembu, Barrra do Tibagi, Turiassu (“é com ‘c’ cedilhado, implora)... Centenas de casos. Há dias encontrei-o comprando tinta e escada. Anunciantes de cerveja não quiseram mudar um cartaz, tinha rido dele. É um advérbio em ‘mente’ abreviado, disseram, significa redondamente, de modo redondo. Retrucou: por que não de maneira redonda? Outros opinaram: é locução, como “fala grosso”. Protestou: chuva cai fininha, sol nasce quadrado, lua nasce quadrada. Riram. resmungou: fiquem com a sua opinião, eu fico com minha. Ia partir para a guerrilha armado de tinta e pincel, atacar os painéis de madrugada:
Uísque é que desce redondo. Cerveja desce redonda!
(Ivan Ângelo. In: O comprador de aventuras. São Paulo: Ática, 2000. Coleção Para gostar de ler, volume 28, p.1820)
A expressão “ ... trabalhar na ‘cozinha da redação’” significa, de acordo com o contexto, que Toninho Vernáculo:
 

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1337953 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
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Um caixa d’água possui capacidade de 10000 litros. Na base da caixa existe um pequeno vazamento que desperdiça da quantia total da caixa a cada hora que passa. Supondo que a caixa não seja reabastecida, podemos afirmar que o número de horas necessárias para que a caixa fique totalmente vazia é:
 

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