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No contexto da epidemiologia, a incidência de uma
doença refere-se ao número total de casos existentes em uma
população em um determinado período, o que confere uma
medida da carga total de morbidade. Por outro lado, a
prevalência aborda o número de casos novos de uma doença
em uma população de risco durante um período específico,
sendo fundamental para avaliar a velocidade de propagação de
uma epidemia.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
- Epidemiologia e Vacinação
- Planejamento e Gestão
A Portaria nº 2.436/2017 prevê a existência de um
processo de trabalho nas equipes de Atenção Básica que, dentre
outros aspectos, inclui a programação e execução de ações para
o enfrentamento de doenças crônicas não transmissíveis.
Contudo, em relação a doenças infecciosas como hanseníase e
tuberculose, a PNAB delega a responsabilidade primária de
acompanhamento e tratamento às unidades de referência
especializadas, não as concebendo como eixos de atuação
prioritária e autônoma da Atenção Básica.
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3981477
Ano: 2025
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Parnaguá-PI
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A ética no serviço público, conforme os princípios
de cidadania, impõe ao ACS o dever de agir com probidade e
imparcialidade. Nesse contexto, a divulgação de informações
relevantes sobre as condições de saúde de um indivíduo da
comunidade para outros vizinhos, mesmo que sob a
justificativa de alerta para possíveis riscos coletivos, é uma
conduta eticamente aceitável, desde que o nome do paciente
seja omitido para preservar sua identidade.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
A visita domiciliar, uma das principais ferramentas
de trabalho do Agente Comunitário de Saúde, deve ser
planejada e sistemática, considerando as necessidades e
vulnerabilidades das famílias. A sua realização, contudo, é
restrita aos casos de acompanhamento de grupos específicos,
como gestantes, crianças menores de um ano e idosos
acamados, não sendo sua função realizar levantamentos para
identificação de áreas de risco ambiental, que compete a
equipes de vigilância sanitária.
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A Lei nº 8.142/1990 estabelece que a participação
da comunidade na gestão do SUS se efetivará através das
Conferências de Saúde e dos Conselhos de Saúde, órgãos que
possuem caráter deliberativo e permanente. No entanto, a
composição dos Conselhos de Saúde, embora inclua
representantes de usuários, trabalhadores, prestadores de
serviços e gestores, não exige paridade entre usuários e os
demais segmentos, conferindo, por vezes, maior peso
deliberativo aos profissionais de saúde e gestores.
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Situação hipotética: Um Agente Comunitário de
Saúde (ACS) é solicitado por uma família em sua área de
atuação para identificar um foco de proliferação de mosquitos
Aedes aegypti em um terreno baldio. Assertiva: De acordo com
suas atribuições delineadas na Lei nº 11.350/2006 e na PNAB,
o ACS deve intervir realizando a eliminação do foco, ainda que
isso implique adentrar propriedade privada sem autorização
prévia do proprietário, dada a urgência e o risco à saúde
pública.
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Em situações de surtos epidêmicos, como a dengue
ou zika vírus, as ações de vigilância epidemiológica,
fundamentais para o controle e prevenção, são prioritariamente
coordenadas pelos níveis central e estadual do SUS, cabendo ao
ACS, em nível municipal, apenas a execução de tarefas
pré-determinadas, sem autonomia para realizar avaliações de
risco ambiental e sanitário que subsidiem planos de ação locais
mais abrangentes.
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Conforme a Lei nº 11.350/2006, as atribuições do
Agente Comunitário de Saúde (ACS) incluem o registro para
fins de diagnóstico demográfico e social, a coleta de dados para
o planejamento de ações e a realização de atividades
educativas. Não obstante, a responsabilidade pela atualização
contínua do cadastro das famílias, embora crucial, reside
primariamente no enfermeiro da equipe de saúde da família,
com o ACS atuando apenas como um auxiliar na coleta inicial
dos dados.
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A Portaria nº 2.436/2017, que aprova a Política
Nacional de Atenção Básica (PNAB), prevê expressamente que
as equipes de Atenção Básica devem desenvolver ações de
promoção da saúde e prevenção de doenças, além de ações de
cura e reabilitação, sendo que a realização da visita domiciliar é
uma atribuição exclusiva das equipes de saúde da família e não
se estende às equipes de atenção básica modalidade 2 (eAB),
devido à sua menor complexidade e abrangência de atuação.
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A Lei nº 8.080/1990 estabelece que o dever do
Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução
de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos
de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e
igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e
recuperação. Contudo, essa mesma lei, em seu escopo
principal, não considera a alimentação, o meio ambiente e o
saneamento básico como fatores determinantes e
condicionantes da saúde, relegando sua abordagem para
legislações específicas fora do âmbito do SUS.
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