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Foram encontradas 40 questões.

2355746 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 3453451-1

(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)

Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está corretamente empregado:

 

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2355745 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 3453450-1

(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)

A concordância nominal ou verbal está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa na frase:

 

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2355744 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 3453449-1

(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)

O menino Calvin, no trecho – Tudo que você vai fazer é catar o que eu vou falar, certo? (3o quadro) –, usa as formas verbais “vai” e “vou”, para falar

 

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2355743 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 3453448-1

(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)

No 2o e 3o quadros, ao fazer a proposta ao tigre, o menino Calvin foi

 

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2355742 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Enunciado 3453447-1

(Bill Watterson. “O melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br, 20.06.2019)

Considerando a reação do tigre Haroldo no último quadro, é correto afirmar que

 

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2355741 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.

Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.

Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.

Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.

Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.

Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.

Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.

Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.

(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)

No trecho “… nenhum menino ousava passar por ali ” (2o parágrafo), o vocábulo destacado pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por

 

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2355740 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.

Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.

Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.

Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.

Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.

Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.

Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.

Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.

(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque indica motivo.

 

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2355739 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.

Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.

Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.

Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.

Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.

Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.

Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.

Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.

(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)

A palavra destacada está empregada em sentido figurado na frase:

 

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2355738 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.

Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.

Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.

Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.

Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.

Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.

Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.

Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.

(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)

O que levou os escravos a tirarem a própria vida foi

 

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2355737 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Era no fim de uma rua que não levava a lugar nenhum. A casa tinha fama de ser mal-assombrada, e a rua nem tinha nome. Diziam que ali houvera uma fazenda de café cujos escravos mataram todos os senhores da casa-grande e depois se mataram – antes que fossem mortos pelas forças da lei.

Lenda ou realidade, o fato é que nenhum menino ousava passar por ali. Na infância mais profunda, todos os meus pesadelos tinham locação única e barata: era ali mesmo que os fantasmas da noite me esperavam para fazer das suas sem deixar que eu fizesse das minhas, que se resumiriam em fugir – fuga impossível nas garras do sonho.

Até que um dia, vindo de uma aula de catecismo, decidi cortar caminho e fui dar num atalho que não conhecia. Quis voltar, mas a curiosidade de explorar o mundo me levou mais além. De repente, com pavor no peito e tremor nas pernas, estava diante da casa mal-assombrada.

Olhando bem, era uma casa igual às outras, tinha mangueiras ao lado e uma menina de franjinha na única janela aberta. Ela parecia admirada de ver alguém chegar ali.

Fiquei parado, um pouco pelo medo, um pouco pelo encantamento. Apesar da franjinha, a menina era tão bonita como os anjinhos que havia na igreja de Nossa Senhora da Guia.

Perguntou se eu queria alguma coisa. Não, não queria nada, mesmo querendo tudo – tal como hoje, tantos anos depois.

Quis saber o meu nome, onde eu morava, o que fazia ali. Depois do interrogatório, veio o convite mais inesperado que poderia receber: “Quer ser meu namorado?”. Disse que sim. Prometi voltar no dia seguinte, embora sabendo que nunca mais botaria os pés naquele chão assombrado.

Creio que foi ali, também, que dobrei a esquina errada na vida. Nunca mais me pediram a mesma coisa. Sim, eu devia ter voltado.

(Carlos Heitor Cony. “A casa mal-assombrada”. www1.folha.uol.com.br, 03.09.1998. Adaptado)

Segundo o texto, o narrador

 

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