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A alma dos diferentes
Diferente não é quem o pretenda ser. Esse é um imitador
do que ainda não foi imitado, mas nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns “mais” e alguns
“menos” em hora, no momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim, e de medo de não
aguentar, caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas sempre é confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um
chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias
são adiadas; esperanças são mortas.
Um diferente medroso, este sim acaba transformando-
-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os
outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que
se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente
se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem
querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente
igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro
diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde
todos os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e
potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada
em “– Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é embrião
de um estilo próprio em “– Você está vendo como é que todo
mundo faz?”.
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações,
os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do
que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus
grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O
que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno
agridem e gargalham.
Diferente é o que: engorda mais um pouco; chora, onde
outros xingam; estuda, onde outros burram. Quer, onde outros
cansam; espera de onde já não vem; sonha entre realistas;
concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados; cria, onde o hábito rotiniza; sofre, onde outros ganham.
Diferente é o que: fica doente onde a alegria impera. Aceita
empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele
sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora
de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela
harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário
fazer gol, porque gosta mais de jogar do que ganhar. Ele aprendeu a suportar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência
dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí
estão: doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo
ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela
tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos
capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são
capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que
você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.
(Artur da Távola. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/
diferentes#a4. Acesso em: janeiro de 2023.)
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A alma dos diferentes
Diferente não é quem o pretenda ser. Esse é um imitador
do que ainda não foi imitado, mas nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns “mais” e alguns
“menos” em hora, no momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim, e de medo de não
aguentar, caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas sempre é confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um
chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias
são adiadas; esperanças são mortas.
Um diferente medroso, este sim acaba transformando-
-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os
outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que
se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente
se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem
querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente
igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro
diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde
todos os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e
potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada
em “– Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é embrião
de um estilo próprio em “– Você está vendo como é que todo
mundo faz?”.
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações,
os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do
que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus
grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O
que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno
agridem e gargalham.
Diferente é o que: engorda mais um pouco; chora, onde
outros xingam; estuda, onde outros burram. Quer, onde outros
cansam; espera de onde já não vem; sonha entre realistas;
concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados; cria, onde o hábito rotiniza; sofre, onde outros ganham.
Diferente é o que: fica doente onde a alegria impera. Aceita
empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele
sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora
de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela
harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário
fazer gol, porque gosta mais de jogar do que ganhar. Ele aprendeu a suportar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência
dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí
estão: doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo
ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela
tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos
capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são
capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que
você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.
(Artur da Távola. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/
diferentes#a4. Acesso em: janeiro de 2023.)
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Diferente não é quem o pretenda ser. Esse é um imitador
do que ainda não foi imitado, mas nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns “mais” e alguns
“menos” em hora, no momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim, e de medo de não
aguentar, caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas sempre é confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um
chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias
são adiadas; esperanças são mortas.
Um diferente medroso, este sim acaba transformando-
-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os
outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que
se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente
se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem
querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente
igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro
diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde
todos os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e
potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada
em “– Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é embrião
de um estilo próprio em “– Você está vendo como é que todo
mundo faz?”.
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações,
os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do
que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus
grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O
que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno
agridem e gargalham.
Diferente é o que: engorda mais um pouco; chora, onde
outros xingam; estuda, onde outros burram. Quer, onde outros
cansam; espera de onde já não vem; sonha entre realistas;
concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados; cria, onde o hábito rotiniza; sofre, onde outros ganham.
Diferente é o que: fica doente onde a alegria impera. Aceita
empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele
sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora
de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela
harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário
fazer gol, porque gosta mais de jogar do que ganhar. Ele aprendeu a suportar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência
dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí
estão: doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo
ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela
tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos
capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são
capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que
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do que ainda não foi imitado, mas nunca um ser diferente.
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“menos” em hora, no momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim, e de medo de não
aguentar, caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas sempre é confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um
chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias
são adiadas; esperanças são mortas.
Um diferente medroso, este sim acaba transformando-
-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os
outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que
se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente
se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem
querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente
igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro
diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde
todos os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e
potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada
em “– Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é embrião
de um estilo próprio em “– Você está vendo como é que todo
mundo faz?”.
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações,
os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do
que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus
grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O
que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno
agridem e gargalham.
Diferente é o que: engorda mais um pouco; chora, onde
outros xingam; estuda, onde outros burram. Quer, onde outros
cansam; espera de onde já não vem; sonha entre realistas;
concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados; cria, onde o hábito rotiniza; sofre, onde outros ganham.
Diferente é o que: fica doente onde a alegria impera. Aceita
empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele
sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora
de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela
harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário
fazer gol, porque gosta mais de jogar do que ganhar. Ele aprendeu a suportar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência
dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí
estão: doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo
ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela
tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos
capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são
capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que
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Diferente não é quem o pretenda ser. Esse é um imitador
do que ainda não foi imitado, mas nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns “mais” e alguns
“menos” em hora, no momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim, e de medo de não
aguentar, caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser
sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas sempre é confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um
chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias
são adiadas; esperanças são mortas.
Um diferente medroso, este sim acaba transformando-
-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os
outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam
tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que
se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente
se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem
querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente
igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro
diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde
todos os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e
potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada
em “– Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é embrião
de um estilo próprio em “– Você está vendo como é que todo
mundo faz?”.
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações,
os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do
que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus
grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O
que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno
agridem e gargalham.
Diferente é o que: engorda mais um pouco; chora, onde
outros xingam; estuda, onde outros burram. Quer, onde outros
cansam; espera de onde já não vem; sonha entre realistas;
concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados; cria, onde o hábito rotiniza; sofre, onde outros ganham.
Diferente é o que: fica doente onde a alegria impera. Aceita
empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele
sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora
de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela
harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário
fazer gol, porque gosta mais de jogar do que ganhar. Ele aprendeu a suportar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência
dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí
estão: doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo
ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela
tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos
capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são
capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que
você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.
(Artur da Távola. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/
diferentes#a4. Acesso em: janeiro de 2023.)
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2729026
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
Pacto Internacional sobre os Direitos
Econômicos, Sociais e Culturais
Tratado multilateral foi adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 16 de dezembro de 1966, e se encontra em vigor desde 3 de janeiro de 1976. O acordo diz que seus membros devem trabalhar para a concessão de direitos econômicos, sociais e culturais (DESC) para pessoas físicas, incluindo os direitos de trabalho e o direito à saúde, além do direito à educação e a um padrão de vida adequado. No Brasil, através do Decreto nº 592, de 6 de julho de 1992, foi instituído em seu Art. 1º: O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, apenso por cópia ao presente Decreto, será executado e cumprido tão inteiramente como nele se contém.
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br.)
De acordo com o pacto internacional sobre Direitos Civis e Políticos, analise as afirmativas a seguir.
I. Para o alcance de seus objetivos, todos os povos podem despojar livremente de suas riquezas e de seus recursos naturais, mesmo que estejam em desacordo com as regras preconizadas na cooperação econômica internacional, embasada no princípio do proveito mútuo, e do Direito Internacional, garantindo, assim, a todos os povos seu meio seus meios de subsistência. II. Os Estados-Partes do presente Pacto se comprometem a garantir que toda pessoa que interpuser tal recurso terá seu direito determinado pela competente autoridade judicial, administrativa ou legislativa ou por qualquer outra autoridade competente prevista no ordenamento jurídico do Estado em questão; e a desenvolver as possibilidades de recurso judicial; em caso da falta de: respeito ou garantia a todos os indivíduos que se achem em seu território e que estejam sujeitos a sua jurisdição os direitos reconhecidos no presente Pacto, sem discriminação alguma por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, situação econômica, nascimento ou qualquer outra condição. III. Quando a privação da vida constituir crime de genocídio, entende-se que nenhuma disposição do presente artigo autorizará qualquer Estado-Parte do presente Pacto a eximir-se, de modo algum, do cumprimento de qualquer das obrigações que tenham assumido em virtude das disposições da Convenção sobre a Prevenção e a Punição do Crime de Genocídio.
Está correto o que se afirma em
Tratado multilateral foi adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 16 de dezembro de 1966, e se encontra em vigor desde 3 de janeiro de 1976. O acordo diz que seus membros devem trabalhar para a concessão de direitos econômicos, sociais e culturais (DESC) para pessoas físicas, incluindo os direitos de trabalho e o direito à saúde, além do direito à educação e a um padrão de vida adequado. No Brasil, através do Decreto nº 592, de 6 de julho de 1992, foi instituído em seu Art. 1º: O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, apenso por cópia ao presente Decreto, será executado e cumprido tão inteiramente como nele se contém.
(Disponível em: http://www.planalto.gov.br.)
De acordo com o pacto internacional sobre Direitos Civis e Políticos, analise as afirmativas a seguir.
I. Para o alcance de seus objetivos, todos os povos podem despojar livremente de suas riquezas e de seus recursos naturais, mesmo que estejam em desacordo com as regras preconizadas na cooperação econômica internacional, embasada no princípio do proveito mútuo, e do Direito Internacional, garantindo, assim, a todos os povos seu meio seus meios de subsistência. II. Os Estados-Partes do presente Pacto se comprometem a garantir que toda pessoa que interpuser tal recurso terá seu direito determinado pela competente autoridade judicial, administrativa ou legislativa ou por qualquer outra autoridade competente prevista no ordenamento jurídico do Estado em questão; e a desenvolver as possibilidades de recurso judicial; em caso da falta de: respeito ou garantia a todos os indivíduos que se achem em seu território e que estejam sujeitos a sua jurisdição os direitos reconhecidos no presente Pacto, sem discriminação alguma por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, situação econômica, nascimento ou qualquer outra condição. III. Quando a privação da vida constituir crime de genocídio, entende-se que nenhuma disposição do presente artigo autorizará qualquer Estado-Parte do presente Pacto a eximir-se, de modo algum, do cumprimento de qualquer das obrigações que tenham assumido em virtude das disposições da Convenção sobre a Prevenção e a Punição do Crime de Genocídio.
Está correto o que se afirma em
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2729025
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
“Considerada a maior obra do Modernismo, o livro oferece
uma verdadeira radiografia da cultura brasileira em sua história. O enredo une lendas indígenas com a cultura da metrópole, resultando em um retrato fiel do Brasil e de seu povo. O
livro é escrito em tom solene, aproximando-se do épico-lírico,
mas conta com uma leveza cômica que o torna mais acessível.”
A característica citada anteriormente se refere à grande obra
literária Macunaíma, que tem como autor:
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2729024
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
No carnaval, enquanto a folia acontece, os confetes e as
serpentinas podem esconder algumas das piores formas de
trabalho infantil, como a exploração sexual, o trabalho realizado nas ruas e logradouros públicos e a comercialização de
bebidas alcóolicas e outras drogas ilícitas por crianças e adolescentes. Essas atividades os expõem à violência, às drogas,
ao tráfico de pessoas, ao envolvimento em acidentes de trânsito e às intempéries climáticas, como sol forte e chuva. “É
desafiador fazer com que a sociedade entenda que crianças
e adolescentes são sujeitos de direitos, são pessoas em peculiar condição de desenvolvimento e que, portanto, merecem proteção e assistência especial da família, do Estado e
da sociedade, não importando a sua condição socioeconômica, gênero ou raça”, afirma a coordenadora nacional de
Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância) do MPT, Ana Maria Villa Real.
(Disponível em: Procuradoria-Geral do Trabalho. Acesso em: 13/02/2023.)
Em relação ao trabalho infantil no Brasil, assinale a afirmativa INCORRETA.
(Disponível em: Procuradoria-Geral do Trabalho. Acesso em: 13/02/2023.)
Em relação ao trabalho infantil no Brasil, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2729023
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Atualmente, a economia brasileira é alicerçada na produção agrícola sendo um dos maiores exportadores de soja, frango e suco de laranja no mundo, sendo ainda líder na produção de açúcar, derivados de cana, tendo expressividade na criação e abate de carne bovina. ( ) Durante a pandemia, a concessão do auxílio emergencial e a permissão ao saque emergencial do FGTS contribuíram para a recomposição de parte das perdas de renda da população. Dessa forma, algumas famílias mais vulnerárias perceberam o aumento da renda e, consequentemente, ocorreu o aumento dos bens não duráveis. ( ) Durante o governo de Getúlio Vargas (1882-1954), ocorreu o incentivo das instalações industriais de grande porte no Brasil como incentivo da produção agrícola, resultando na concentração das populações nas zonas rurais ocorrendo a ascendência rural.
A sequência está correta em
( ) Atualmente, a economia brasileira é alicerçada na produção agrícola sendo um dos maiores exportadores de soja, frango e suco de laranja no mundo, sendo ainda líder na produção de açúcar, derivados de cana, tendo expressividade na criação e abate de carne bovina. ( ) Durante a pandemia, a concessão do auxílio emergencial e a permissão ao saque emergencial do FGTS contribuíram para a recomposição de parte das perdas de renda da população. Dessa forma, algumas famílias mais vulnerárias perceberam o aumento da renda e, consequentemente, ocorreu o aumento dos bens não duráveis. ( ) Durante o governo de Getúlio Vargas (1882-1954), ocorreu o incentivo das instalações industriais de grande porte no Brasil como incentivo da produção agrícola, resultando na concentração das populações nas zonas rurais ocorrendo a ascendência rural.
A sequência está correta em
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Questão presente nas seguintes provas
2729022
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
Em termos gerais, as relações sociais são os vínculos que existem entre os indivíduos dentro de uma determinada sociedade.
Segundo a sociologia clássica, por exemplo, seguindo o trabalho
de Pierre Bourdieu (1930-2002), essas relações são condicionadas
por diferentes estruturas, que ultrapassam a vontade dos agentes
sociais. Bourdieu concebe a sociedade como um sistema, dentro
do qual as relações sociais se organizam como relações de
poder, que compõem um ambiente. Dentro deste ambiente,
portanto, as relações sociais se configuram sobre grupos em
conflito, que disputam orientações e objetivos.
(Lilén Gomez. Disponível em: https://conceitos.com/relacoes-sociais/ de Conceitos.com.)
Sobre os conceitos ligados à sociedade e cultura, é correto inferir que o conceito de identidade:
(Lilén Gomez. Disponível em: https://conceitos.com/relacoes-sociais/ de Conceitos.com.)
Sobre os conceitos ligados à sociedade e cultura, é correto inferir que o conceito de identidade:
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