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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
A atual crise política na Venezuela vem trazendo preocupações econômicas para o mercado internacional, pois o país é um dos principais produtores mundiais de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
“Merkel diz que é preciso agir de maneira decisiva contra extrema direita europeia” (Fonte: www.g1.globo.com, acesso em 18/5/19). Ângela Merkel é chanceler de que país europeu?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
Em 2020 os brasileiros irão às urnas para eleger que cargos do legislativo?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
O acidente fatal que vitimou Ayrton Senna, em 1º de maio de 1994, ocorreu durante o Grande Prêmio de Fórmula 1, em
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
O atual presidente eleito do Senado Federal é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
O cantor e escritor brasileiro foi o vencedor do Prêmio Camões 2019, um dos maiores reconhecimentos da literatura em língua portuguesa.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
Dentre os países que disputarão a Copa América, em junho de 2019, estão, EXCETO:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP
Os primeiros habitantes que deram origem ao município de Novo Horizonte chegaram à região em busca de:
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A saga dos dinossauros brasileiros: nem só de T. rex vive a Pré-História
Quem vê Peirópolis no Google Maps – um vilarejo de nove ruas e uma rotatória em Uberaba, no Triângulo Mineiro – nota algo peculiar naquele lugar: a pousada local se chama Lago dos Dinossauros. Um restaurante foi batizado de Toca do Dinossauro; outro, de Caçarola do Dino. Quem quer cerveja vai ao Jurassic Bar. A estação de trem desativada tornou-se o Museu Paleontológico de Peirópolis. Em seu jardim, o artista plástico Northon Fenerich esculpiu em tamanho real um titanossauro – dino herbívoro, pescoçudo, com patas de elefante. Por lá, a Pré-História gera mais de cem postos de trabalho.
É que a formação geológica Marília, sobre a qual se assenta Uberaba, contém uma das maiores concentrações de fósseis de dinossauro conhecidas no Brasil. São fragmentos (em geral, ossos, dentes e até cocôs fósseis) de répteis que viveram ali entre 80 e 66 milhões de anos atrás – o fim do período Cretáceo, que termina com a queda de um asteroide na península de Yucatán, no México. Só o CPPLIP, centro de pesquisa fundado na década de 1990 para explorar a região, extraiu cerca de 4 mil desses fragmentos. Além dos dinos em si, há alguns de seus contemporâneos: tartarugas, crocodilos, rãs e peixes.
Desde 2006, vigora uma lei que obriga o terreno de qualquer obra de construção civil em Uberaba a passar pela avaliação prévia de um paleontólogo. “Em 2016, nas fundações de um shopping no centro, encontramos dois esqueletos de titanossauro, um deles bem articulado”, conta Luiz Carlos Borges Ribeiro, professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e ex-diretor do museu em Peirópolis.
Ribeiro já teve seu momento Indiana Jones: em 2004, durante a duplicação da BR-050, que liga Uberaba a Uberlândia, uma escavação na encosta da Serra da Galga revelou vértebras encravadas na rocha. Ribeiro passava de carro pelo trecho em obras e viu os fósseis de longe. Lá, se escondiam 230 ossos, pertencentes a uma família de dinossauros da espécie de nome científico “Uberabatitan riberoi”: Uberaba por causa da cidade, titan pelo porte (16 toneladas), riberoi em referência a Luiz Ribeiro. O riberoi, como o dino da escultura de Peirópolis, era um titanossauro – o do pescoço longo. É, talvez, o maior do Brasil.
A cidade de Uberaba está no ramo dinossáurico desde 1945. A estrada de ferro Mogiana, que ia até o sertão de Goiás, passava por Uberaba e transpunha a Serra da Galga. Era um trecho íngreme e perigoso; um desvio mais seguro começou a ser construído após um descarrilamento. O engenheiro responsável por essa obra encontrou ossos petrificados ao dinamitar uma encosta de morro, e a notícia chegou ao “patriarca” dos dinossauros brasileiros, Llewellyn Ivor Price. O nome tem explicação: Price nasceu no Rio Grande do Sul, mas era filho de missionários metodistas dos EUA. Estudou na Universidade de Oklahoma e foi trazido de volta ao Brasil pelo governo Vargas para trabalhar na seção de paleontologia do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Assim que chegou a Uberaba, Price viu os operários da ferrovia jogando bocha com um ovo de titanossauro no lugar da bola; a casca já estava fragmentada pelo atrito com o chão. Foi o primeiro ovo fóssil da América do Sul. Daquele dia até 1976, Price liderou as escavações e despachou centenas de descobertas para o Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro, que pertence ao Serviço Geológico do Brasil.
Price não fez descobertas só em Uberaba, é claro. Seu primeiro achado brasileiro, diga-se, foi em outra formação geológica: a de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Lá estava um Staurikosaurus pricei, caçador pequeno e ágil, de dentes afiados. O exemplar foi despachado para os EUA, e ele só seria analisado na década de 1970. Calhou que era valioso: viveu há 233 milhões de anos, no Triássico – o que significa que o gaúcho é um dos dinos mais antigos do mundo, em oposição aos mineiros, que estão entre os mais novos.
Fonte: https://super.abril.com.br/especiais/a-saga-dos-dinossauros-brasileiros/ – por Bruno Vaiano
–Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, para as seguintes assertivas sobre o texto.
( ) Por lá, a Pré-História gera mais de cem postos de trabalho – Essa frase permite entender que Peirópolis explora comercialmente o fato de a região ter sido palco de descobertas de fósseis pré-históricos.
( ) Ribeiro já teve seu momento Indiana Jones – Essa frase indica que Ribeiro já vivenciou aventuras fantásticas, assim como o personagem Indiana Jones dos filmes.
( ) A cidade de Uberaba está no ramo dinossáurico de 1945 – A frase indica que nessa localidade há tantos restos de dinossauros que as pessoas jogam bocha com ovos petrificados desses animais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A saga dos dinossauros brasileiros: nem só de T. rex vive a Pré-História
Quem vê Peirópolis no Google Maps – um vilarejo de nove ruas e uma rotatória em Uberaba, no Triângulo Mineiro – nota algo peculiar naquele lugar: a pousada local se chama Lago dos Dinossauros. Um restaurante foi batizado de Toca do Dinossauro; outro, de Caçarola do Dino. Quem quer cerveja vai ao Jurassic Bar. A estação de trem desativada tornou-se o Museu Paleontológico de Peirópolis. Em seu jardim, o artista plástico Northon Fenerich esculpiu em tamanho real um titanossauro – dino herbívoro, pescoçudo, com patas de elefante. Por lá, a Pré-História gera mais de cem postos de trabalho.
É que a formação geológica Marília, sobre a qual se assenta Uberaba, contém uma das maiores concentrações de fósseis de dinossauro conhecidas no Brasil. São fragmentos (em geral, ossos, dentes e até cocôs fósseis) de répteis que viveram ali entre 80 e 66 milhões de anos atrás – o fim do período Cretáceo, que termina com a queda de um asteroide na península de Yucatán, no México. Só o CPPLIP, centro de pesquisa fundado na década de 1990 para explorar a região, extraiu cerca de 4 mil desses fragmentos. Além dos dinos em si, há alguns de seus contemporâneos: tartarugas, crocodilos, rãs e peixes.
Desde 2006, vigora uma lei que obriga o terreno de qualquer obra de construção civil em Uberaba a passar pela avaliação prévia de um paleontólogo. “Em 2016, nas fundações de um shopping no centro, encontramos dois esqueletos de titanossauro, um deles bem articulado”, conta Luiz Carlos Borges Ribeiro, professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e ex-diretor do museu em Peirópolis.
Ribeiro já teve seu momento Indiana Jones: em 2004, durante a duplicação da BR-050, que liga Uberaba a Uberlândia, uma escavação na encosta da Serra da Galga revelou vértebras encravadas na rocha. Ribeiro passava de carro pelo trecho em obras e viu os fósseis de longe. Lá, se escondiam 230 ossos, pertencentes a uma família de dinossauros da espécie de nome científico “Uberabatitan riberoi”: Uberaba por causa da cidade, titan pelo porte (16 toneladas), riberoi em referência a Luiz Ribeiro. O riberoi, como o dino da escultura de Peirópolis, era um titanossauro – o do pescoço longo. É, talvez, o maior do Brasil.
A cidade de Uberaba está no ramo dinossáurico desde 1945. A estrada de ferro Mogiana, que ia até o sertão de Goiás, passava por Uberaba e transpunha a Serra da Galga. Era um trecho íngreme e perigoso; um desvio mais seguro começou a ser construído após um descarrilamento. O engenheiro responsável por essa obra encontrou ossos petrificados ao dinamitar uma encosta de morro, e a notícia chegou ao “patriarca” dos dinossauros brasileiros, Llewellyn Ivor Price. O nome tem explicação: Price nasceu no Rio Grande do Sul, mas era filho de missionários metodistas dos EUA. Estudou na Universidade de Oklahoma e foi trazido de volta ao Brasil pelo governo Vargas para trabalhar na seção de paleontologia do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Assim que chegou a Uberaba, Price viu os operários da ferrovia jogando bocha com um ovo de titanossauro no lugar da bola; a casca já estava fragmentada pelo atrito com o chão. Foi o primeiro ovo fóssil da América do Sul. Daquele dia até 1976, Price liderou as escavações e despachou centenas de descobertas para o Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro, que pertence ao Serviço Geológico do Brasil.
Price não fez descobertas só em Uberaba, é claro. Seu primeiro achado brasileiro, diga-se, foi em outra formação geológica: a de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Lá estava um Staurikosaurus pricei, caçador pequeno e ágil, de dentes afiados. O exemplar foi despachado para os EUA, e ele só seria analisado na década de 1970. Calhou que era valioso: viveu há 233 milhões de anos, no Triássico – o que significa que o gaúcho é um dos dinos mais antigos do mundo, em oposição aos mineiros, que estão entre os mais novos.
Fonte: https://super.abril.com.br/especiais/a-saga-dos-dinossauros-brasileiros/ – por Bruno Vaiano
–Texto adaptado especialmente para esta prova.
Considere as seguintes afirmações sobre o texto:
I. Peirópolis é um lugar pequeno e, em suas poucas ruas, percebe-se que o tema relativo aos animais pré-históricos tem importância para o lugar.
II. O fóssil de dinossauro encontrado no Rio Grande do Sul e os encontrados em Minas Gerais viveram na mesma época.
III. Ivor Price é um gaúcho de origem norte-americana que estudou animais pré-históricos e fez centenas de descobertas acerca desse assunto no Brasil.
Quais estão corretas?
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