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1635169 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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Texto 1 - Parte 2 - O fracasso civilizatório - Questões 4 a 7


  • Na época em que crescia para se tornar a mais importante editora do país, a
  • Civilização Brasileira, de Enio Silveira, fez uma campanha pela leitura com a famosa frase:
  • “quem não lê mal fala, mal ouve, mal vê”. Um amigo advogado, na incursão dominical que
  • faz a um shopping, às revistas e livros que compra para si, adquire revistas e livros para as
  • netas. É por causa de sua crescente preocupação com uma ameaça que vislumbra:
  • desligadas dos livros e limitando seu canal de comunicação com o conhecimento ao
  • aparelho celular, elas não saberão falar nem ouvir nem ver, teme o advogado, que é um
  • grande leitor.
  • No Pará, o analfabetismo funcional é ainda mais dramático. O Estado se encontra
  • no rabo da fila da alfabetização, muito abaixo da média nacional, próximo das últimas
  • posições. O “fona” é invariavelmente ocupado pelo Maranhão do ex-deputado federal, ex-
  • governador, ex-senador e ex-presidente da república José Sarney.
  • Sarney é um beletrista, membro da Academia Brasileira de Letras. Seu Estado já
  • foi tido como a Atenas brasileira, por seu precioso cultivo da língua e do espírito, mas hoje
  • é uma terra devastada, para usar o poeta T. S. Eliot. Uma obra cuja coautoria pode ser
  • creditada ao político mais poderoso de toda sua história. (...)
  • Na média, os estudantes que estão se alfabetizando no Pará e conseguem
  • entender o que leem e transmitir o que querem dizer e fazer contas acima do número 20
  • são ínfima minoria. Três quartos dos alunos submetidos à avaliação no teste de escrita,
  • não conseguiram escrever, deixaram as questões em branco ou tentaram imitar a escrita
  • com desenhos.
  • Ou seja: estão voltando à idade da pedra. São ágeis e competentes no manejo de
  • máquinas digitais, se comunicando como exímios personagens do mundo virtual. No
  • contato real, estão de volta à idade da pedra polida, simbolicamente falando.
  • Como projeto de civilização, o Brasil é um fracasso.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/> Acesso em: 10 out. 2015.

    Em “o fona” (l. 11), as aspas foram usadas para

     

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    1635168 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    Texto 1 - Parte 2 - O fracasso civilizatório - Questões 4 a 7


  • Na época em que crescia para se tornar a mais importante editora do país, a
  • Civilização Brasileira, de Enio Silveira, fez uma campanha pela leitura com a famosa frase:
  • “quem não lê mal fala, mal ouve, mal vê”. Um amigo advogado, na incursão dominical que
  • faz a um shopping, às revistas e livros que compra para si, adquire revistas e livros para as
  • netas. É por causa de sua crescente preocupação com uma ameaça que vislumbra:
  • desligadas dos livros e limitando seu canal de comunicação com o conhecimento ao
  • aparelho celular, elas não saberão falar nem ouvir nem ver, teme o advogado, que é um
  • grande leitor.
  • No Pará, o analfabetismo funcional é ainda mais dramático. O Estado se encontra
  • no rabo da fila da alfabetização, muito abaixo da média nacional, próximo das últimas
  • posições. O “fona” é invariavelmente ocupado pelo Maranhão do ex-deputado federal, ex-
  • governador, ex-senador e ex-presidente da república José Sarney.
  • Sarney é um beletrista, membro da Academia Brasileira de Letras. Seu Estado já
  • foi tido como a Atenas brasileira, por seu precioso cultivo da língua e do espírito, mas hoje
  • é uma terra devastada, para usar o poeta T. S. Eliot. Uma obra cuja coautoria pode ser
  • creditada ao político mais poderoso de toda sua história. (...)
  • Na média, os estudantes que estão se alfabetizando no Pará e conseguem
  • entender o que leem e transmitir o que querem dizer e fazer contas acima do número 20
  • são ínfima minoria. Três quartos dos alunos submetidos à avaliação no teste de escrita,
  • não conseguiram escrever, deixaram as questões em branco ou tentaram imitar a escrita
  • com desenhos.
  • Ou seja: estão voltando à idade da pedra. São ágeis e competentes no manejo de
  • máquinas digitais, se comunicando como exímios personagens do mundo virtual. No
  • contato real, estão de volta à idade da pedra polida, simbolicamente falando.
  • Como projeto de civilização, o Brasil é um fracasso.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/> Acesso em: 10 out. 2015.

    Pode-se concluir que, para o autor, o (a)

     

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    1635167 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    Texto 1 - Parte 2 - O fracasso civilizatório - Questões 4 a 7


  • Na época em que crescia para se tornar a mais importante editora do país, a
  • Civilização Brasileira, de Enio Silveira, fez uma campanha pela leitura com a famosa frase:
  • “quem não lê mal fala, mal ouve, mal vê”. Um amigo advogado, na incursão dominical que
  • faz a um shopping, às revistas e livros que compra para si, adquire revistas e livros para as
  • netas. É por causa de sua crescente preocupação com uma ameaça que vislumbra:
  • desligadas dos livros e limitando seu canal de comunicação com o conhecimento ao
  • aparelho celular, elas não saberão falar nem ouvir nem ver, teme o advogado, que é um
  • grande leitor.
  • No Pará, o analfabetismo funcional é ainda mais dramático. O Estado se encontra
  • no rabo da fila da alfabetização, muito abaixo da média nacional, próximo das últimas
  • posições. O “fona” é invariavelmente ocupado pelo Maranhão do ex-deputado federal, ex-
  • governador, ex-senador e ex-presidente da república José Sarney.
  • Sarney é um beletrista, membro da Academia Brasileira de Letras. Seu Estado já
  • foi tido como a Atenas brasileira, por seu precioso cultivo da língua e do espírito, mas hoje
  • é uma terra devastada, para usar o poeta T. S. Eliot. Uma obra cuja coautoria pode ser
  • creditada ao político mais poderoso de toda sua história. (...)
  • Na média, os estudantes que estão se alfabetizando no Pará e conseguem
  • entender o que leem e transmitir o que querem dizer e fazer contas acima do número 20
  • são ínfima minoria. Três quartos dos alunos submetidos à avaliação no teste de escrita,
  • não conseguiram escrever, deixaram as questões em branco ou tentaram imitar a escrita
  • com desenhos.
  • Ou seja: estão voltando à idade da pedra. São ágeis e competentes no manejo de
  • máquinas digitais, se comunicando como exímios personagens do mundo virtual. No
  • contato real, estão de volta à idade da pedra polida, simbolicamente falando.
  • Como projeto de civilização, o Brasil é um fracasso.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/> Acesso em: 10 out. 2015.

    No primeiro parágrafo, o exemplo do amigo advogado ilustra a

     

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    1635166 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    As questões abaixo são formuladas com base em excertos dos textos “O fracasso civilizatório” e “Escolas esvaziadas”, de Lúcio Flávio Pinto. Leia-os, com atenção, para assinalar a opção correta.


    Texto 1 - Parte 1 - O fracasso civilizatório - Questões 1 a 3


  • Fui homenageado certa vez por duas turmas de uma escola estadual de
  • ensino médio, das melhores da rede pública. Acompanhei de corpo presente a
  • apresentação das duas equipes, certamente induzidas pela professora. Uma
  • turma repetiu tudo o que disse a outra. E o que ambas disseram era
  • incompreensível.
  • Tinham recortado e colado textos pesquisados na internet que não
  • conseguiram harmonizar. Nem mesmo dar algum sentido inteligível. Era um
  • quebra-cabeça maluco, sem solução possível. saída, minha filha, Mariana, que
  • me acompanhou à apresentação, estava chocada. Foi uma cena surrealista,
  • absurda. Muito triste.
  • Os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização, divulgados ontem
  • pelo governo federal, comprovam essa tragédia nacional, que testemunhei
  • empiricamente. O Brasil cria mais analfabetos funcionais do que alfabetiza. E
  • quanto mais alfabetiza, mais forma pessoas incapazes de entender o que leem,
  • de se expressar, de compreender a organização de números, de encontrar
  • sentido nas coisas. São zumbis no mundo.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/>. Acesso em: 10 out. 2015.

    NÃO há linguagem figurada no seguinte excerto:

     

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    1635165 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    As questões abaixo são formuladas com base em excertos dos textos “O fracasso civilizatório” e “Escolas esvaziadas”, de Lúcio Flávio Pinto. Leia-os, com atenção, para assinalar a opção correta.


    Texto 1 - Parte 1 - O fracasso civilizatório - Questões 1 a 3


  • Fui homenageado certa vez por duas turmas de uma escola estadual de
  • ensino médio, das melhores da rede pública. Acompanhei de corpo presente a
  • apresentação das duas equipes, certamente induzidas pela professora. Uma
  • turma repetiu tudo o que disse a outra. E o que ambas disseram era
  • incompreensível.
  • Tinham recortado e colado textos pesquisados na internet que não
  • conseguiram harmonizar. Nem mesmo dar algum sentido inteligível. Era um
  • quebra-cabeça maluco, sem solução possível. saída, minha filha, Mariana, que
  • me acompanhou à apresentação, estava chocada. Foi uma cena surrealista,
  • absurda. Muito triste.
  • Os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização, divulgados ontem
  • pelo governo federal, comprovam essa tragédia nacional, que testemunhei
  • empiricamente. O Brasil cria mais analfabetos funcionais do que alfabetiza. E
  • quanto mais alfabetiza, mais forma pessoas incapazes de entender o que leem,
  • de se expressar, de compreender a organização de números, de encontrar
  • sentido nas coisas. São zumbis no mundo.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/>. Acesso em: 10 out. 2015.

    Da leitura do texto, pode-se depreender que analfabetos funcionais são pessoas que

     

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    1635164 Ano: 2015
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    As questões abaixo são formuladas com base em excertos dos textos “O fracasso civilizatório” e “Escolas esvaziadas”, de Lúcio Flávio Pinto. Leia-os, com atenção, para assinalar a opção correta.


    Texto 1 - Parte 1 - O fracasso civilizatório - Questões 1 a 3


  • Fui homenageado certa vez por duas turmas de uma escola estadual de
  • ensino médio, das melhores da rede pública. Acompanhei de corpo presente a
  • apresentação das duas equipes, certamente induzidas pela professora. Uma
  • turma repetiu tudo o que disse a outra. E o que ambas disseram era
  • incompreensível.
  • Tinham recortado e colado textos pesquisados na internet que não
  • conseguiram harmonizar. Nem mesmo dar algum sentido inteligível. Era um
  • quebra-cabeça maluco, sem solução possível. saída, minha filha, Mariana, que
  • me acompanhou à apresentação, estava chocada. Foi uma cena surrealista,
  • absurda. Muito triste.
  • Os resultados da Avaliação Nacional de Alfabetização, divulgados ontem
  • pelo governo federal, comprovam essa tragédia nacional, que testemunhei
  • empiricamente. O Brasil cria mais analfabetos funcionais do que alfabetiza. E
  • quanto mais alfabetiza, mais forma pessoas incapazes de entender o que leem,
  • de se expressar, de compreender a organização de números, de encontrar
  • sentido nas coisas. São zumbis no mundo.

  • Disponível em:<https://lucioflaviopinto.wordpress.com/2015/09/18/o-fracasso-civilizatorio/>. Acesso em: 10 out. 2015.

    A sequência introdutória (l. 1 a 10) do texto “O fracasso civilizatório” é um(a)

     

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    1635163 Ano: 2015
    Disciplina: Enfermagem
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    Os cuidados de enfermagem devem ser planejados em busca de melhores resultados na assistência aos pacientes, especialmente àqueles que apresentam vulnerabilidade a infecções, como ocorre nos pacientes que apresentam rompimento de pele, necessitando de curativos diários. Com base na técnica correta de curativos, está correto o manuseio das pinças
     

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    1635162 Ano: 2015
    Disciplina: Enfermagem
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    Existem várias causas que podem levar uma pessoa a desenvolver o choque hipovolêmico. A enfermagem desenvolve ações, de forma a reverter a distribuição e quantidade de líquidos, para restaurar o volume intravascular, o qual pode levar a óbito quando a quantidade de líquidos é insuficiente para manter as funções vitais. Para administrar líquido, com segurança, nesse tipo de choque, a enfermeira deve reconhecer que
     

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    1635161 Ano: 2015
    Disciplina: Enfermagem
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    A contração dos ventrículos para ejetar sangue nas grandes artérias permite identificar o parâmetro da pressão arterial máxima ou sistólica. Durante este procedimento é possível ouvir, com a ajuda de estetoscópio, os batimentos cardíacos durante a deflação do manguito. Esses sons foram denominados de Korotkoff e classificados de acordo com a qualidade do som. Com base neste contexto, é correto afirmar que, na fase II ou III do som de Korotkoff, ouve-se
     

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    1635160 Ano: 2015
    Disciplina: Enfermagem
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Nova Timboteua-PA
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    O processo de cicatrização de feridas pode ser favorecido por mecanismos que exigem habilidades, conhecimento e percepção do profissional enfermeiro na recuperação de tecidos comprometidos, uma vez que esse processo não é apenas biológico, mas físico e químico, interligados e complexos. Quanto à manutenção do meio úmido no tratamento de feridas, é correto afirmar que
     

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