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Foram encontradas 78 questões.

160901 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Entre as sentenças a seguir, assinale aquela em que a vírgula separa o vocativo.
 

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160900 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Leia o trecho a seguir. “Parte 1 – Telemaquia Odisseu era Rei de Ítaca, onde vivia tranquilamente com sua esposa Penélope e o filho recém-nascido do casal, Telêmaco. Quando Telêmaco completou apenas 1 mês de idade, Odisseu viu-se obrigado a partir para Tróia com suas tropas para guerrear, deixando sua família para trás. A guerra havia durado 10 anos, e o retorno de Odisseu para seu reino e sua família durara mais 10 anos. Com a demora em seu retorno, um grupo de pessoas interessou-se em tomar o poder, pressionando Penélope a casar-se com um dos ’pretendentes‘ ao posto de Rei. A moça, no entanto, acreditava que seu marido estava vivo e retornaria para casa, apesar de ser obrigada a escutar venenosamente o contrário de terceiros. Vendo tamanha pressão sofrida por sua mãe, Telêmaco – que já era um jovenzinho – decide reunir alguns companheiros para buscar seu pai. Partem para Esparta e outras cidades próximas, buscando qualquer notícia ou pista do paradeiro de Odisseu.” Disponível em:<https://tinyurl.com/y27nw5mu> . Acesso em: 29 jul. 2019. Sobre a classificação desse texto quanto a seu gênero, é correto afirmar que se trata de um(a)
 

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Identifique a sentença que está em desacordo com a norma-padrão quanto ao uso das conjunções.
 

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160898 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Assinale a alternativa em que a crase foi corretamente empregada.
 

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Analise a sentença a seguir.
O grupo de pessoas _________ em dois para a viagem. Mariana com sua mãe ______ de carro pela manhã. Já Ciro, com seus amigos, _____ no turno da tarde, de ônibus.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores
 

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160896 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Analise as sentenças a seguir. I. Hoje ___ dois anos que aquele casal está junto. II. Talvez não pareça, mas _____ motivos para que ela se irritasse. III. _____ pessoas que não possuem empatia para com os outros. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.
 

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160894 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Leia a sentença a seguir. A principal causa da transmissão de doenças ____ a recusa dos pais na vacinação dos filhos. Isso fez com que doenças como o sarampo ____ a preocupar os médicos. _____ de doenças que devem ser observadas de perto. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.
 

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Leia o trecho a seguir.
Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia?”
(“Apesar de você” – Chico Buarque)

A conjunção destacada na letra dessa música tem valor
 

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160892 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Nova Serrana-MG
Assinale a alternativa em que a concordância do verbo está em desacordo com a norma-padrão.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a questão.
“Receitamos remédios psiquiátricos a gente saudável”, diz o médico Allen Frances
O psiquiatra americano Allen Frances acha que usamos remédios demais, e para tratar gente que passaria bem sem eles. Frances é professor emérito da Universidade Duke, nos Estados Unidos. Entre as décadas de 1980 e 1990, participou da elaboração do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um livro publicado pela Sociedade Americana de Psiquiatria que relaciona transtornos mentais diagnosticáveis e faz recomendações de como tratá-los. A equipe que ele liderou foi a responsável por incluir problemas como Asperger – uma forma branda de autismo – e transtorno bipolar ao rol de vilões para quais os médicos deveriam atentar. A intenção foi boa. O resultado, diz ele, o pior possível.
No início dos anos 1990, o DSM se tornara tão influente no mundo todo, que cada novo acréscimo à lista de doenças era seguido por uma explosão de diagnósticos errados. Os pacientes pensavam sofrer das novas doenças. Os médicos, que interpretavam mal o manual, achavam o mesmo. O resultado: pessoas saudáveis foram consideradas doentes – e passaram a receber medicamentos dos quais não precisavam. “Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem. Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis”, diz ele. Frances reuniu suas críticas à medicalização excessiva em um livro – Voltando ao normal (Versal Editores, 365 páginas), lançado neste ano no Brasil. Segundo ele, desenvolvemos o mau hábito de medicar a angústia provocada por problemas alheios a nossa vontade – como o desemprego ou a instabilidade política em um país – em lugar de reservar as pílulas para o tratamento de doenças psiquiátricas reais.
Em entrevista à ÉPOCA, o médico falou sobre os males da medicalização excessiva, a influência da indústria farmacêutica e sobre como descobriu sofrer de um transtorno mental questionável: o transtorno da compulsão alimentar periódica.
ÉPOCA – O senhor ajudou a escrever um guia, o DSM, que, de certa maneira, tem a difícil missão de definir o que é um comportamento normal e o que é um transtorno mental. Como distinguir o que é normal do que não é?
Allen Frances – O problema é que não existe uma fronteira clara que separe essas duas condições, o que é normaleoquenãoé.Ansiedadeeangústiasãofenômenos inerentes à condição humana. Determinar qual tipo e qual nível de angústia constitui um transtorno psiquiátrico foge ao trivial. Os médicos e cientistas conseguem ser muito claros e precisos ao diagnosticar problemas psiquiátricos severos. Temos tratamentos para esses males, como a esquizofrenia. Tratamentos muito eficientes, mas que recebem pouco financiamento no mundo. De outro lado, tentar distinguir as angústias provocadas pela vida cotidiana de uma doença psiquiátrica é algo quase virtualmente impossível. E, comumente, essa tentativa leva a um uso excessivo de medicamentos. Tratamos pessoas que estão, essencialmente, bem.
Mas que estão vivendo sob circunstâncias difíceis. Tome o exemplo do Brasil. É um país que passou por muitos problemas econômicos e políticos recentemente. Onde as pessoas têm de lidar com o estresse gerado por epidemias de dengue e zika. Muitas pessoas podem estar se sentindo angustiadas, por causa de um ou mais desses fatores. A solução fácil – e enganadora – é justamente tomar uma pílula para tentar lidar melhor com essa inquietação. Mas ainda não temos sinais de que existe uma pílula para cada um dos nossos problemas.
ÉPOCA – As pessoas se sentem melhor ao tomar essas pílulas, mesmo sem precisar delas?
Allen Frances – As pesquisas mostram que a resposta dessas pessoas aos remédios não é muito maior do que a resposta a um placebo. Muitas pessoas que tomam uma pílula acabam se sentindo melhor. Mas isso não é resultado do princípio ativo da pílula. A melhora é resultado da expectativa de que o remédio vai funcionar. Ou da resiliência que surge com a passagem do tempo. Se você tomar um remédio no pior dia da sua vida, quando as coisas melhorarem, você vai achar que seu humor melhorou graças ao remédio. Foi a vida que ficou melhor. Tratar as dificuldades do dia a dia como se fossem uma “epidemia de ansiedade” pode, na verdade, aumentar o rol de problemas já enfrentados pelas pessoas. O melhor que temos a fazer é buscar soluções sociais mais eficientes, em lugar de melhores soluções médicas. Medicalizar problemas sociais frequentemente leva a negligenciar esses problemas sociais. E isso pode causar mais prejuízo que ajudar.
[...]
Disponível em: <https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/09/
receitamos-remedios-psiquiatricos-gente-saudavel-diz-medico-
allen-frances.html>. Acesso em: 25 jul. 2019.
O texto realiza uma crítica ao modo como o qual a psiquiatria contemporânea trata certas doenças.
Tal crítica está corretamente sintetizada em:
 

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