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2322065 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Ainda na parte final do texto, o autor utiliza a expressão “enredos de intriga”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo da palavra “enredos”:

 

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2322064 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Também na segunda parte do texto, o autor utiliza a palavra “primeiro”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação de tal numeral:

 

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2322063 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Na última parte do texto, o autor utiliza a palavra “arrebatadoramente”, que possui a seguinte classificação gramatical:

 

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2322062 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Ainda na primeira parte do texto, o autor utiliza o adjetivo “formidáveis”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:

 

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2322061 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Na primeira parte do texto, o autor utiliza a palavra “porém”. Assinale a alternativa que aponta corretamente sua classificação gramatical:

 

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2322060 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Nova Odessa-SP
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

Ainda de acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – O marido de Madame de La Fayette a expulsou de sua residência.

II – Jean de Segrais foi amante de La Fayette.

IIIA Princesa de Ménage é a principal obra de La Fayette.

 

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2322059 Ano: 2022
Disciplina: Português
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

IMercure Galant é uma obra escrita por Madame de La Fayette.

II – Gilles Ménage foi o segundo marido de Madame de La Fayette.

III – Madame de La Fayette e seu marido se divorciaram logo após o nascimento de seu segundo filho.

 

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2322058 Ano: 2022
Disciplina: Português
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Madame de La Fayette foi nomeada a princesa de Clèves.

II – A personagem de um dos principais livros de Madame de La Fayette viveu no século XVI.

III – No final da vida, Madame de La Fayette retornou ao campo, onde viveu até seu falecimento.

 

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2322057 Ano: 2022
Disciplina: Português
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Zayde era o primeiro filho de Madame de La Fayette.

II – Madame de La Fayette era espanhola.

III – Jean de Segrais era mouro.

 

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2322056 Ano: 2022
Disciplina: Português
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MADAME DE LA FAYETTE (1634-1693)

Madame de La Fayette fazia parte de uma família de menor importância da nobreza francesa. Casou-se com um representante de uma família de mais destaque em 1655. Seu marido era o conde de La Fayette. Viveram inicialmente em sua propriedade rural e ela teve dois filhos com ele. Depois de alguns anos, porém, ela se mudou para Paris, deixando-o para trás, e se transformou em uma das anfitriãs mais formidáveis da sociedade parisiense. Era muito amiga de Madame de Sévigné e muitos personagens famosos da literatura se reuniam em seus fulgurantes salões. Entre os frequentadores estavam o poeta Jean de Segrais, que colaborou com La Fayette em Zayde (que tinha a Espanha moura como cenário), o galanteador Gilles Ménage, que supostamente teria sido tutor dela e de Madame de Sévigné, e, principalmente, o duque de La Rochefoucauld, que desde então é famoso por suas máximas maravilhosamente desencantadas.

O marido de Madame de La Fayette continuou a morar no campo, embora a visitasse em Paris com frequência. A tragédia de um casamento sem amor é tema de vários de seus romances, entre eles o mais famoso, A Princesa de Clèves, que costuma ser chamado de o primeiro romance moderno por sua profundidade psicológica. A heroína é um ornamento arrebatadoramente desejável da corte francesa do século XVI, casada com um homem a quem não ama. Ao se perceber ameaçada com enredos de intriga e de sedução na corte, consegue manter sua virtude intacta abandonando a corte e passando seus últimos anos sozinha. Os leitores acharam que a história sugeria que casamento e amor verdadeiro são incompatíveis e muitos escreveram cartas para a revista Mercure Galant afirmando considerar a heroína uma pessoa real, de seu próprio tempo.

(501 Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 77).

De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Madame de La Fayette nasceu e faleceu no século XVII.

II – A família de La Fayette, embora nobre, não tinha muita importância na nobreza.

III – O marido de La Fayette provinha de uma família de menos destaque que a dela.

 

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