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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
I. A caracterização da evasão enquanto fenômeno multifacetado pressupõe o abandono de abordagens unidimensionais, exigindo a articulação de variáveis individuais, institucionais e contextuais para a formulação de diagnósticos e políticas de permanência eficazes.
II. A evasão no contexto brasileiro apresenta contornos de elevada complexidade em virtude da articulação entre dinâmicas individuaiseasdisparidades socioeconômicas e regionais que estruturam o país.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
Quanto à classe gramatical e à função sintático-semântica do vocábulo em nesse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
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A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
( ) Predomina no texto a tipologia narrativa, caracterizada pela presença de um narrador que descreve a evolução de teorias econômicas ao longo do tempo.
( ) A citação às disciplinas de economia, ciência política e sociologia no segundo parágrafo do texto atua como ideia secundária, cuja função é explicitar o caráter interdisciplinar do institucionalismo.
( ) O texto responde de forma oposta à provocação do título, sustentando que a governança nacional constitui um entrave burocrático que desacelera a expansão econômica dos países.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
(1ª parte): A mudança institucional caracteriza-se como um fenômeno estático e neutro, incapaz de alterar a trajetória histórica das nações ou seu desempenho econômico.
(2ª parte): O arcabouço institucional compreende não apenas regras formais, mas também códigos de conduta éticos e morais e procedimentos de conformidade.
(3ª parte): O conceito de institucionalização envolve o reconhecimento social de que determinados fatos, obrigações ou processos passam a valer como parâmetros normativos da coletividade.
Pode-se afirmar que:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A governança nacional é importante para o
crescimento econômico dos países?
O papel das instituições no crescimento econômico
dos países tem sido uma das áreas mais dinâmicas de
pesquisa em economia. Nesse contexto, as instituições são
conceituadas como um conjunto de regras, procedimentos
de conformidade e normas de comportamento moral e
ético com o propósito de orientar as ações individuais para
a maximização da riqueza ou utilidade dos princípios.
Nessa perspectiva, a mudança institucional desempenha
um papel fundamental na formação da trajetória das
sociedades ao longo do tempo e, consequentemente,
influencia a direção do desempenho econômico.
O institucionalismo abrange diversas disciplinas,
como economia, ciência política e sociologia, com ênfase
em governança, regimes, isomorfismo e legitimidade. A
institucionalização é o regime pelo qual processos sociais,
obrigações ou eventos adquirem o status de regra no
pensamento e na ação social.
A Teoria Institucional sustenta que instituições de alta
qualidade estabelecem as diretrizes de governança, o que,
por sua vez, exerce uma influência direta sobre o
crescimento econômico, na promoção de processos
sustentáveis e desenvolvimento. Portanto, o progresso
econômico das sociedades está intrinsecamente
relacionado à estrutura institucional de governança. Os
governos desempenham um papel crucial ao abraçar a
ideia de boa governança na formulação e execução de
políticas apropriadas, pois países com bons sistemas de
governança tendem a ser mais prósperos, felizes e
enfrentar menos problemas socioambientais.
Estudos reforçam que instituições políticas e
econômicas moldam os incentivos sociais, determinando se
os países prosperam ou fracassam. Nesse marco, a
governança nacional é entendida como o conjunto de
mecanismos institucionais, políticos e administrativos que
asseguram o exercício da autoridade estatal e a capacidade
do governo de formular e implementar políticas públicas
efetivas. Essa definição distingue-se de conceitos correlatos
como "qualidade institucional"
-
mais ampla e difusa
-
e
de "instituições políticas" ou "instituições econômicas", ao
enfatizar o papel sistêmico da governança na coordenação
entre Estado, sociedade e economia.
A governança nacional engloba sistemas e processos
projetados para assegurar responsabilidade,
transparência, capacidade de resposta, Estado de direito,
estabilidade, justiça, inclusão, empoderamento e ampla
participação - sendo, assim, um dos principais fatores que
explicam as disparidades de desempenho entre os países.
Nesse sentido, conjectura-se que a qualidade da
governança nacional demonstra sua eficácia em diversas
áreas, incluindo a atração de investimento direto estrangeiro; o fomento do empreendedorismo; a promoção
da responsabilidade social corporativa; e o estímulo ao
crescimento econômico. Além disso, instituições solidas
podem contribuir para atender às necessidades sociais dos
cidadãos e impulsionar o progresso social.
Fonte: SANTOS, T. M.; VASCONCELOS, A. C; GUIMARÃES, D. B. A
governança nacional e importante para o crescimento econômico dos
países? Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.60, e2025-
0024, 2026 (com adaptações).
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