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Observe a habilidade definida pela Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) a seguir:
(EF01CI03): Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.
Diante disso, sabe-se que cada habilidade da BNCC é identificada por um código alfanumérico cuja composição pode ser dividida em quatro pares, como disposto a seguir:
• Primeiro par de letras: EF.
• Primeiro par de números: 01.
• Segundo par de letras: CI.
• Segundo par de números: 03.
Seguindo a lógica da composição do código alfanumérico, podemos afirmar que o segundo par de letras indica:
(EF01CI03): Discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde.
Diante disso, sabe-se que cada habilidade da BNCC é identificada por um código alfanumérico cuja composição pode ser dividida em quatro pares, como disposto a seguir:
• Primeiro par de letras: EF.
• Primeiro par de números: 01.
• Segundo par de letras: CI.
• Segundo par de números: 03.
Seguindo a lógica da composição do código alfanumérico, podemos afirmar que o segundo par de letras indica:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
(1ª parte): A expansão e mercantilização do ensino superior impossibilitam a aplicação de indicadores padronizados de evasão entre diferentes tipos de instituições.
(2ª parte): A limitação no acesso a dados é apontada como uma das razões pelas quais a maioria das pesquisas foca majoritariamente na evasão de curso.
(3ª parte): Tratar a evasão como um evento uniforme é uma limitação de abordagens tradicionais que vem sendo superada pela inclusão de dimensões como granularidade e temporalidade.
Pode-se afirmar que:
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- Geografia do BrasilPopulação BrasileiraUrbanização do Brasil
- Geografia do BrasilPopulação BrasileiraDemografia do Brasil
- Geografia GeralPopulação
- Geografia GeralUrbanização
Fenômeno demográfico que se caracteriza
pela tendência de concentração da população de um país
ou região. É o processo no qual a população urbana cresce
a taxas mais elevadas do que a população rural.
Diante disso, a descrição acima trata de qual conceito geográfico?
Diante disso, a descrição acima trata de qual conceito geográfico?
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ldeia proposta inicialmente por Alfred Wegener, em 1912, fundamentada na semelhança entre os contornos dos continentes localizados em lados opostos do
Oceano Atlântico. A ocorrência de fósseis de espécies semelhantes e a continuidade de formações rochosas em
continentes atualmente separados também foram utilizadas como evidências. A ilustração abaixo retrata a teoria
na qual os continentes estiveram unidos no passado e, ao
longo do tempo geológico, deslocaram-se até alcançar
suas posições atuais. Essa teoria é conhecida como:


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Pode ser definido como resultado das relações econômicas, políticas e culturais, e tem como ator
principal o ser humano. A Geografia dedica-se ao estudo
dessas relações e de seu papel na construção e transformação do espaço.
Diante disso, a descrição acima trata de qual conceito associado às categorias da Geografia?
Diante disso, a descrição acima trata de qual conceito associado às categorias da Geografia?
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O trabalho das águas do mar sobre os litorais
pode ser construtivo ou destrutivo. O trabalho de desgaste
realizado pelas águas do mar é chamado abrasão marinha.
Com base nos conceitos associados ao tema, qual alternativa apresenta a CORRETA definição de falésias?
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- Geografia do BrasilAgropecuária no BrasilAgricultura BrasileiraModernização Agrícola
- Geografia GeralMeio AmbienteImpactos e soluções nos meios natural e rural
O intenso processo de urbanização mundial
ocorrido no século XX transformou significativamente o
campo, sobretudo nos países em desenvolvimento. A
modernização da agricultura, em conjunto com a
industrialização nas cidades, levou ao êxodo rural,
aumentando a população urbana e diminuindo a rural.
Com base no tema, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) No Brasil, o investimento em tecnologia viabilizou uma ampla produção de commodities, que se tornou uma parte importante da balança comercial do país. Para aumentar as áreas de cultivo e a produtividade do setor, houve a expansão das fronteiras agrícolas, desencadeando conflitos no campo e amplificando o desmatamento, sobretudo em áreas do Cerrado e na Amazônia.
( ) O desenvolvimento do agronegócio brasileiro está associado ao uso intensivo de tecnologia e ao aumento da produtividade, fatores que reduziram significativamente os impactos ambientais da produção agrícola, especialmente nas áreas de expansão da fronteira agrícola.
( ) Para realizar atividades econômicas no campo, é preciso considerar as condições do solo, a disponibilidade de recursos hídricos, a frequência das chuvas, o relevo do terreno e as médias térmicas da região. Mesmo com o avanço das tecnologias, as condições ambientais são fatores que podem comprometer a produção. Em países tropicais, o uso de defensivos agrícolas tende a ser mais intenso do que em países temperados, pois a quantidade de pragas que atacam as lavouras é maior nas regiões de clima quente.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
( ) No Brasil, o investimento em tecnologia viabilizou uma ampla produção de commodities, que se tornou uma parte importante da balança comercial do país. Para aumentar as áreas de cultivo e a produtividade do setor, houve a expansão das fronteiras agrícolas, desencadeando conflitos no campo e amplificando o desmatamento, sobretudo em áreas do Cerrado e na Amazônia.
( ) O desenvolvimento do agronegócio brasileiro está associado ao uso intensivo de tecnologia e ao aumento da produtividade, fatores que reduziram significativamente os impactos ambientais da produção agrícola, especialmente nas áreas de expansão da fronteira agrícola.
( ) Para realizar atividades econômicas no campo, é preciso considerar as condições do solo, a disponibilidade de recursos hídricos, a frequência das chuvas, o relevo do terreno e as médias térmicas da região. Mesmo com o avanço das tecnologias, as condições ambientais são fatores que podem comprometer a produção. Em países tropicais, o uso de defensivos agrícolas tende a ser mais intenso do que em países temperados, pois a quantidade de pragas que atacam as lavouras é maior nas regiões de clima quente.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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A hidrogeografia estuda a distribuição e as
características das águas na superfície terrestre, bem como
as formas do relevo associadas ao escoamento fluvial. As
bacias hidrográficas constituem sistemas naturais
formados por elementos que controlam a origem, o
escoamento e a drenagem das águas. Esses elementos
apresentam características próprias e desempenham
papéis importantes na dinâmica fluvial. Com base no tema,
relacione corretamente os termos da Coluna 1 com suas
respectivas características, dispostas na Coluna 2:
Coluna l:
1. Divisor de águas. 2. Foz. 3. Vertente. 4. Nascente. 5. Talvegue.
Coluna 2:
( ) Localizadas entre os divisores e os fundos de vales por onde ocorre o escoamento superficial das águas.
( ) Linha de maior altitude que delimita a área da bacia hidrográfica.
( ) Local onde um rio deságua em outro rio, lago, mar ou oceano.
( ) Linha que acompanha os pontos mais baixos do fundo de um vale, por onde escoam as águas do canal principal.
( ) Local onde surge um curso d'água, geralmente associado ao afloramento do lençol freático.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Coluna l:
1. Divisor de águas. 2. Foz. 3. Vertente. 4. Nascente. 5. Talvegue.
Coluna 2:
( ) Localizadas entre os divisores e os fundos de vales por onde ocorre o escoamento superficial das águas.
( ) Linha de maior altitude que delimita a área da bacia hidrográfica.
( ) Local onde um rio deságua em outro rio, lago, mar ou oceano.
( ) Linha que acompanha os pontos mais baixos do fundo de um vale, por onde escoam as águas do canal principal.
( ) Local onde surge um curso d'água, geralmente associado ao afloramento do lençol freático.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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A distribuição dos biomas terrestres e seus
tipos de vegetação e fauna estão estreitamente ligados ao
clima: as diferentes condições de temperatura, chuva e
incidência de luz solar nas várias regiões do planeta
facilitam ou impedem a existência de qualquer tipo de
vida. Acerca dos biomas mundiais e suas características,
assinale a alternativa CORRETA.
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