“Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter
saído. Ai de mim, nunca saí”. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do
Migrante)
“Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter
saído. Ai de mim, nunca saí”. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do
Migrante)
“Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter
saído. Ai de mim, nunca saí”. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do
Migrante)
No trecho “Ai de mim, nunca saí” a palavra destacada expressa:
“Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter
saído. Ai de mim, nunca saí”. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do
Migrante)
A palavra sublinhada no trecho “... perdi-me no espaço, na ilusão de ter
saído...” recebe acentuação gráfica pela mesma regra de:
“Enquanto o Titanic ainda flutua, vamos tentar o impossível para mudar o
seu curso. Afinal, quem faz a história são as pessoas e não o contrário. (Herbert de
Souza, na Folha de São Paulo)
“Enquanto o Titanic ainda flutua, vamos tentar o impossível para mudar o
seu curso. Afinal, quem faz a história são as pessoas e não o contrário. (Herbert de
Souza, na Folha de São Paulo)
A palavra destacada no trecho “... tentar o impossível para mudar...” é: