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Foram encontradas 40 questões.

2531666 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A Ventilação Não Invasiva (VNI) apresenta diversos benefícios junto ao paciente como a redução do trabalho respiratório, a melhora na troca gasosa, a redução do tempo de ventilação mecânica invasiva e do tempo de permanência na UTI. Algumas condições instáveis, entretanto, associadas às comorbidades e à falência ventilatória inicial do paciente podem contraindicar ou comprometer o sucesso da sua assistência. Neste sentido assinale a alternativa que NÃO apresenta contraindicação para instituição da ventilação não invasiva:
 

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2531554 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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O mecanismo de transferência de energia no tratamento da crioterapia por meio da aplicação de bolsas de gelo ocorre por:
 

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2531551 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A goniometria é um importante instrumento de avaliação na prática clínica fisioterapêutica, que nos permite registrar resultados, fazer comparações e avaliar o grau de eficácia do tratamento proposto. Acerca do tema, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2531296 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Acerca dos principais reflexos e reações presentes no recém-nascido e na criança, assinale alternativa CORRETA:
 

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2531171 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Sobre o Infarto Agudo do Miocárdio e a intervenção fisioterapêutica baseada no Programa de Reabilitação Cardíaca, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2531145 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Quais são os testes a serem realizados na avaliação clínica quando existe há suspeita de displasia do desenvolvimento do quadril?
 

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2531116 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A respeito da hidroterapia e dos efeitos da imersão assinale a alternativa CORRETA:
 

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2528811 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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Todos os músculos abaixo atuam no movimento da flexão do joelho, EXCETO:
 

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2528491 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
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A fisioterapia em ginecologia e obstetrícia atua de forma a proporcionar benefícios à mãe e ao bebê, reduzir complicações e diminuir o tempo de permanência hospitalar. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2528460 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Marcação-PB
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda a questão a ele referente:
É ético fazer a cabeça de nossos alunos?
Alguns dos livros de história mais usados nas escolas
brasileiras carregam na ideologia, que divide o mundo
entre os capitalistas malvados e os heróis da resistência
As aulas voltaram, por estas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Para responder à pergunta, analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Entre os dez livros que analisei, não encontrei, infelizmente, nenhum “pluralista” ou particularmente cuidadoso ao tratar de temas de natureza política ou econômica.
O viés político surge no recorte dos fatos, na seleção das imagens, nas indicações de leituras, de filmes e de links culturais. A coisa toda opera à moda Star wars: o lado negro da força é a “globalização neoliberal”. O lado bom é a “resistência” do Fórum Social Mundial, de Porto Alegre, e dos “movimentos sociais”. No Brasil contemporâneo, Fernando Henrique Cardoso é Darth Vader, Lula é Luke Skywalker.
No livro Estudos de história, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos aprenderão que Fernando Henrique era neoliberal (apesar de “tentar negar”) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; e que os “resultados dessas políticas foram desastrosos”. Em sua época, havia “denúncias de subornos, favorecimentos e corrupção” por todos os lados, mas “pouco se investigou”.
Nossos adolescentes saberão que “as privatizações produziram desemprego” e que o país assistia ao aumento da violência urbana e da concentração de renda e à “diminuição dos investimentos”. E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.
Na página seguinte, a luz. Ilustrado com o decalque vermelho da campanha “Lula Rede Brasil Popular”, o texto ensina que, em 2002, “pela primeira vez” no país, alguém que “não era da elite” é eleito presidente. E que, “graças à política social do governo Lula”, 20 milhões de pessoas saíram da miséria. Isso tudo fez a economia crescer e “telefones celulares, eletrodomésticos sofisticados e computadores passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas, que antes estavam à margem desse perfil de consumo”.
Na leitura seguinte, do livro História geral e do Brasil, da Editora Scipione, o quadro era o mesmo. O PSDB é um partido “supostamente ético e ideológico” e os anos de Fernando Henrique são o cão da peste. Foram tempos de desemprego crescente, de “compromissos com as finanças internacionais”, em que “o crime organizado expandiu-se em torno do tráfico de drogas, convertendo-se em poder paralelo nas favelas”.
Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões. Numa curiosa aula de economia, os autores tentam explicar por que a “expansão econômica” foi “limitada”: pela adoção de uma “política amigável aos interesses estrangeiros, simbolizada pela liberdade ao capital especulativo”; pela “manutenção, até 2005, dos acordos com o FMI” e dos “pagamentos da dívida externa”.
O livro História conecte, da Editora Saraiva, segue o mesmo roteiro. O governo Fernando Henrique é “neoliberal”. Privatizou “a maioria das empresas estatais” e os US$ 30 bilhões arrecadados “não foram investidos em saúde e educação, mas em lucros aos investidores e especuladores, com altas taxas de juros”. A frase mais curiosa vem no final: em seu segundo mandato, Fernando Henrique não fez “nenhuma reforma” nem tomou “nenhuma medida importante”. Imaginei o presidente deitado em uma rede, enquanto o país aprovava a Lei de Responsabilidade Fiscal (2000), o fator previdenciário (1999) ou o Bolsa Escola (2001).
No livro História para o ensino médio, da Atual Editora, é curioso o tratamento dado ao “mensalão”. Nossos alunos saberão apenas que houve “denúncias de corrupção” contra o governo Lula, incluindo-se um caso conhecido como mensalão, “amplamente explorado pela imprensa liberal de oposição ao petismo”.
Sobre a América Latina, nossos alunos aprenderão que o Paraguai foi excluído do Mercosul em 2012, por causa do “golpe de Estado”, que tirou do poder Fernando Hugo. Saberão que, com a eleição de Hugo Chávez, a Venezuela torna-se o “centro de contestação à política de globalização da economia liderada pelos Estados Unidos”. Que “a classe média e as elites conservadoras” não aceitaram as transformações produzidas pelo chavismo, mas que o comandante “conseguiu se consolidar”. Sobre a situação econômica da Venezuela, alguma informação? Algum dado crítico para dar uma equilibrada e permitir aos alunos que formem uma opinião? Nada.
Curioso é o tratamento dado às ditaduras da América Latina. Para os casos da Argentina, Uruguai e Chile, um capítulo (merecido) mostrando os horrores do autoritarismo e seus heróis: extratos de As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano; as mães da Praça de Maio, na Argentina; o músico Víctor Jara, executado pelo regime de Pinochet. Tudo perfeito.
Quando, porém, se trata de Cuba, a conversa é inteiramente diferente. A única ditadura que aparece é a de Fulgêncio Batista. Em vez de filmes como Antes do anoitecer, sobre a repressão ao escritor homossexual Reynaldo Arenas, nossos estudantes são orientados a assistir a Diários de Motocicleta, Che e Personal Che.
As restrições do castrismo à “liberdade de pensamento” surgem como “contradições” da revolução. Alguma palavra sobre os balseiros cubanos? Alguma fotografia, sugestão de filme ou link cultural? Alguma coisa sobre o paredón cubano? Alguma coisa sobre Yoane Sánchez ou as Damas de Branco? Zero. Nossos estudantes não terão essas informações para produzir seu próprio juízo. É precisamente isso que se chama ideologização.
A doutrinação torna-se ainda mais aguda quando passamos para os manuais de sociologia. Em plena era das sociedades de rede, da revolução maker, da explosão dos coworkings e da economia colaborativa, nossos jovens aprendem uma rudimentar visão binária de mundo, feita de capitalistas malvados versus heróis da “resistência”. Em vez de encarar o século XXI e suas incríveis perspectivas, são conduzidos de volta à Manchester do século XIX.
Superar esse problema não é uma tarefa trivial. Há um “mercado” de produtores de livros didáticos bem estabelecido no país, agindo sob a inércia de nossas editoras e a passividade de pais, professores e autoridades de educação. Sob o argumento malandro de que “tudo é ideologia”, essas pessoas prejudicam o desenvolvimento do espírito crítico de nossos alunos. E com isso fazem muito mal à educação brasileira.
Artigo escrito pelo filósofo Fernando L. Schüler. Revista
Época. Edição de 07 de março de 2016. Número 925
Marque a opção CORRETA, de acordo com o texto:
 

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