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A criança deve ser vista como um ser completo, . Assim é preciso intensificar a interdisciplinaridade dos estudos da infância, o que inclui, segundo Delgado e Müller (2005, p.352), “a psicologia crítica, na procura de um diálogo que explora pontos em comum e diferenças, bem como um envolvimento com as ciências médicas e biológicas”. É possível considerar a criança não como um ser unificado, mas considerando que ela existe por meio de suas relações interpessoais, em um contexto sempre particular (DAHLBERG; MOSS; PENCE, 2003). Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna, de acordo com a ideia dos autores.
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma no que diz respeito à evolução histórica do conceito de criança e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A mudança de paradigma no que se refere ao conceito de infância está diretamente ligada com o fato de que as crianças eram consideradas adultos imperfeitos.
( ) No século XIX, o tratamento dado a uma criança do sexo masculino era, em muitos casos, diferente do tratamento recebido por uma criança do sexo feminino, pois “as meninas costumavam ser consideradas como o produto de relações sexuais corrompidas pela enfermidade, libertinagem ou a desobediência a uma proibição”.
( ) A maneira como a infância é vista atualmente é mostrado no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil.
( ) A partir do momento em que se alcançou uma consciência sobre a importância das experiências da primeira infância, não foram criadas políticas e programas que visassem promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças, que por sua vez, não passaram a ocupar lugar de destaque na sociedade.
( ) A própria ideia de criança, tal como definimos atualmente, como um ser de singularidades, necessidades específicas, interesses e modos de pensar distintos existia antes do século XVIII, embora já houvesse a presença de ideias na antiguidade sobre a capacidade de desenvolvimento intelectual da criança.
( ) As crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem ideias e hipóteses originais sobre aquilo que procuram desvendar. Este conhecimento constituído pelas crianças “é fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação”.
Assinale a sequência correta.
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A descoberta da infância teria de esperar pelos séculos XV, XVI e XVII, quando então se reconheceria que as crianças precisavam de tratamento especial, uma espécie de quarentena, antes que pudessem integrar o mundo dos adultos (HEYWOOD, 2004, p.23), fazendo assim com que as crianças deixassem de ser misturadas aos adultos. Essa quarentena foi
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No século XIII atribuíram-se à criança modos de pensar e sentimentos anteriores à razão e aos bons costumes. Cabia aos adultos desenvolver nelas o caráter e a razão. No lugar de procurar entender e aceitar as diferenças e semelhanças das crianças, a originalidade de seu pensamento, pensava-se nelas , preparadas para a vida adulta. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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O que aprendemos em 2020, o pior ano da história
Por Claudio Ferraz
Da adoção de um dos maiores programas de distribuição de renda do mundo ao engajamento da sociedade civil na luta contra o racismo: uma retrospectiva dos aprendizados deste ano, capaz de provocar mudanças estruturais na próxima década.
O ano de 2020 foi considerado pela revista Time o pior ano da história; pelo menos para quem está vivo hoje. No Brasil, foi um ano trágico em muitas dimensões. A gestão incompetente da pandemia foi acentuada pela tragédia do descaso. Descaso ambiental, econômico e educacional do governo federal em diversas frentes. As consequências só não foram piores porque o Congresso e a sociedade civil pressionaram para que medidas positivas como o auxílio emergencial e o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) acontecessem. Mas de toda tragédia podemos sempre tirar algum ensinamento e neste ano creio que aprendemos muitas coisas que poderão servir para fazer do Brasil um país melhor.
Começando pela tragédia da pandemia. Pela primeira vez desde sua criação em 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) esteve nos holofotes da mídia durante tanto tempo. Isso fez com que muita gente que nunca usou o SUS entendesse o papel central de um sistema público e universal de saúde para a sociedade brasileira. Entre julho de 2019 e setembro de 2020, o apoio ao SUS cresceu onze pontos no índice de confiança social medido pelo Ibope. Não que o SUS esteja atuando de forma importante para a saúde brasileira pela primeira vez. As políticas públicas para o combate à Aids foram consideradas exemplares pelas Nações Unidas e conseguiram uma importante redução na contaminação e mortes causadas pelo HIV. Além disso, os ganhos de saúde obtidos desde 1988 foram enormes, como discutem Márcia Castro e coautores no artigo "Brazil's unified health system: the first 30 years and prospects for the future", publicado em 2019 na revista Lancet. Porém, num país desigual como o Brasil, onde convivem sistemas públicos e privados de saúde, quem tem dinheiro ou emprego tende a menosprezar a importância de um sistema público e universal. Essa mudança de percepção, se aconteceu na classe média, pode afetar diretamente a escolha política de prioridades no orçamento público, o que pode ser bom para uma maior igualdade no acesso à saúde pública futura.
Um segundo evento central neste ano foi o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam) e sua influência no debate racial brasileiro. Apesar da mobilização existir desde 2013, foi o assassinato brutal de George Floyd pela polícia de Minneapolis que incendiou os EUA. Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora, porém ignorada historicamente por grande parte da mídia e pela elite. Pela primeira vez a sociedade brasileira parece ter acordado para a questão do racismo e das desigualdades raciais. Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais, algo que nunca havia acontecido. Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial. A introdução de um programa de trainees somente para negros pelo Magazine Luiza foi inovador e gerou uma grande discussão nacional.
Disponível em https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2020/O-que-aprendemos-em-2020-o-pior-ano-da-hist%C3%B3ria
De acordo com o texto, é possível afirmar que
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O que aprendemos em 2020, o pior ano da história
Por Claudio Ferraz
Da adoção de um dos maiores programas de distribuição de renda do mundo ao engajamento da sociedade civil na luta contra o racismo: uma retrospectiva dos aprendizados deste ano, capaz de provocar mudanças estruturais na próxima década.
O ano de 2020 foi considerado pela revista Time o pior ano da história; pelo menos para quem está vivo hoje. No Brasil, foi um ano trágico em muitas dimensões. A gestão incompetente da pandemia foi acentuada pela tragédia do descaso. Descaso ambiental, econômico e educacional do governo federal em diversas frentes. As consequências só não foram piores porque o Congresso e a sociedade civil pressionaram para que medidas positivas como o auxílio emergencial e o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) acontecessem. Mas de toda tragédia podemos sempre tirar algum ensinamento e neste ano creio que aprendemos muitas coisas que poderão servir para fazer do Brasil um país melhor.
Começando pela tragédia da pandemia. Pela primeira vez desde sua criação em 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) esteve nos holofotes da mídia durante tanto tempo. Isso fez com que muita gente que nunca usou o SUS entendesse o papel central de um sistema público e universal de saúde para a sociedade brasileira. Entre julho de 2019 e setembro de 2020, o apoio ao SUS cresceu onze pontos no índice de confiança social medido pelo Ibope. Não que o SUS esteja atuando de forma importante para a saúde brasileira pela primeira vez. As políticas públicas para o combate à Aids foram consideradas exemplares pelas Nações Unidas e conseguiram uma importante redução na contaminação e mortes causadas pelo HIV. Além disso, os ganhos de saúde obtidos desde 1988 foram enormes, como discutem Márcia Castro e coautores no artigo "Brazil's unified health system: the first 30 years and prospects for the future", publicado em 2019 na revista Lancet. Porém, num país desigual como o Brasil, onde convivem sistemas públicos e privados de saúde, quem tem dinheiro ou emprego tende a menosprezar a importância de um sistema público e universal. Essa mudança de percepção, se aconteceu na classe média, pode afetar diretamente a escolha política de prioridades no orçamento público, o que pode ser bom para uma maior igualdade no acesso à saúde pública futura.
Um segundo evento central neste ano foi o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam) e sua influência no debate racial brasileiro. Apesar da mobilização existir desde 2013, foi o assassinato brutal de George Floyd pela polícia de Minneapolis que incendiou os EUA. Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora, porém ignorada historicamente por grande parte da mídia e pela elite. Pela primeira vez a sociedade brasileira parece ter acordado para a questão do racismo e das desigualdades raciais. Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais, algo que nunca havia acontecido. Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial. A introdução de um programa de trainees somente para negros pelo Magazine Luiza foi inovador e gerou uma grande discussão nacional.
Disponível em https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2020/O-que-aprendemos-em-2020-o-pior-ano-da-hist%C3%B3ria
Sobre a vírgula no título do texto, é correto afirmar que
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O que aprendemos em 2020, o pior ano da história
Por Claudio Ferraz
Da adoção de um dos maiores programas de distribuição de renda do mundo ao engajamento da sociedade civil na luta contra o racismo: uma retrospectiva dos aprendizados deste ano, capaz de provocar mudanças estruturais na próxima década.
O ano de 2020 foi considerado pela revista Time o pior ano da história; pelo menos para quem está vivo hoje. No Brasil, foi um ano trágico em muitas dimensões. A gestão incompetente da pandemia foi acentuada pela tragédia do descaso. Descaso ambiental, econômico e educacional do governo federal em diversas frentes. As consequências só não foram piores porque o Congresso e a sociedade civil pressionaram para que medidas positivas como o auxílio emergencial e o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) acontecessem. Mas de toda tragédia podemos sempre tirar algum ensinamento e neste ano creio que aprendemos muitas coisas que poderão servir para fazer do Brasil um país melhor.
Começando pela tragédia da pandemia. Pela primeira vez desde sua criação em 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) esteve nos holofotes da mídia durante tanto tempo. Isso fez com que muita gente que nunca usou o SUS entendesse o papel central de um sistema público e universal de saúde para a sociedade brasileira. Entre julho de 2019 e setembro de 2020, o apoio ao SUS cresceu onze pontos no índice de confiança social medido pelo Ibope. Não que o SUS esteja atuando de forma importante para a saúde brasileira pela primeira vez. As políticas públicas para o combate à Aids foram consideradas exemplares pelas Nações Unidas e conseguiram uma importante redução na contaminação e mortes causadas pelo HIV. Além disso, os ganhos de saúde obtidos desde 1988 foram enormes, como discutem Márcia Castro e coautores no artigo "Brazil's unified health system: the first 30 years and prospects for the future", publicado em 2019 na revista Lancet. Porém, num país desigual como o Brasil, onde convivem sistemas públicos e privados de saúde, quem tem dinheiro ou emprego tende a menosprezar a importância de um sistema público e universal. Essa mudança de percepção, se aconteceu na classe média, pode afetar diretamente a escolha política de prioridades no orçamento público, o que pode ser bom para uma maior igualdade no acesso à saúde pública futura.
Um segundo evento central neste ano foi o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam) e sua influência no debate racial brasileiro. Apesar da mobilização existir desde 2013, foi o assassinato brutal de George Floyd pela polícia de Minneapolis que incendiou os EUA. Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora, porém ignorada historicamente por grande parte da mídia e pela elite. Pela primeira vez a sociedade brasileira parece ter acordado para a questão do racismo e das desigualdades raciais. Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais, algo que nunca havia acontecido. Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial. A introdução de um programa de trainees somente para negros pelo Magazine Luiza foi inovador e gerou uma grande discussão nacional.
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Analise: “Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora” e assinale a alternativa correta.
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O que aprendemos em 2020, o pior ano da história
Por Claudio Ferraz
Da adoção de um dos maiores programas de distribuição de renda do mundo ao engajamento da sociedade civil na luta contra o racismo: uma retrospectiva dos aprendizados deste ano, capaz de provocar mudanças estruturais na próxima década.
O ano de 2020 foi considerado pela revista Time o pior ano da história; pelo menos para quem está vivo hoje. No Brasil, foi um ano trágico em muitas dimensões. A gestão incompetente da pandemia foi acentuada pela tragédia do descaso. Descaso ambiental, econômico e educacional do governo federal em diversas frentes. As consequências só não foram piores porque o Congresso e a sociedade civil pressionaram para que medidas positivas como o auxílio emergencial e o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) acontecessem. Mas de toda tragédia podemos sempre tirar algum ensinamento e neste ano creio que aprendemos muitas coisas que poderão servir para fazer do Brasil um país melhor.
Começando pela tragédia da pandemia. Pela primeira vez desde sua criação em 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) esteve nos holofotes da mídia durante tanto tempo. Isso fez com que muita gente que nunca usou o SUS entendesse o papel central de um sistema público e universal de saúde para a sociedade brasileira. Entre julho de 2019 e setembro de 2020, o apoio ao SUS cresceu onze pontos no índice de confiança social medido pelo Ibope. Não que o SUS esteja atuando de forma importante para a saúde brasileira pela primeira vez. As políticas públicas para o combate à Aids foram consideradas exemplares pelas Nações Unidas e conseguiram uma importante redução na contaminação e mortes causadas pelo HIV. Além disso, os ganhos de saúde obtidos desde 1988 foram enormes, como discutem Márcia Castro e coautores no artigo "Brazil's unified health system: the first 30 years and prospects for the future", publicado em 2019 na revista Lancet. Porém, num país desigual como o Brasil, onde convivem sistemas públicos e privados de saúde, quem tem dinheiro ou emprego tende a menosprezar a importância de um sistema público e universal. Essa mudança de percepção, se aconteceu na classe média, pode afetar diretamente a escolha política de prioridades no orçamento público, o que pode ser bom para uma maior igualdade no acesso à saúde pública futura.
Um segundo evento central neste ano foi o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam) e sua influência no debate racial brasileiro. Apesar da mobilização existir desde 2013, foi o assassinato brutal de George Floyd pela polícia de Minneapolis que incendiou os EUA. Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora, porém ignorada historicamente por grande parte da mídia e pela elite. Pela primeira vez a sociedade brasileira parece ter acordado para a questão do racismo e das desigualdades raciais. Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais, algo que nunca havia acontecido. Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial. A introdução de um programa de trainees somente para negros pelo Magazine Luiza foi inovador e gerou uma grande discussão nacional.
Disponível em https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2020/O-que-aprendemos-em-2020-o-pior-ano-da-hist%C3%B3ria
Analise: “Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais” e assinale a alternativa que apresenta o tipo de sujeito dessa oração.
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Por Claudio Ferraz
Da adoção de um dos maiores programas de distribuição de renda do mundo ao engajamento da sociedade civil na luta contra o racismo: uma retrospectiva dos aprendizados deste ano, capaz de provocar mudanças estruturais na próxima década.
O ano de 2020 foi considerado pela revista Time o pior ano da história; pelo menos para quem está vivo hoje. No Brasil, foi um ano trágico em muitas dimensões. A gestão incompetente da pandemia foi acentuada pela tragédia do descaso. Descaso ambiental, econômico e educacional do governo federal em diversas frentes. As consequências só não foram piores porque o Congresso e a sociedade civil pressionaram para que medidas positivas como o auxílio emergencial e o novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) acontecessem. Mas de toda tragédia podemos sempre tirar algum ensinamento e neste ano creio que aprendemos muitas coisas que poderão servir para fazer do Brasil um país melhor.
Começando pela tragédia da pandemia. Pela primeira vez desde sua criação em 1988, o SUS (Sistema Único de Saúde) esteve nos holofotes da mídia durante tanto tempo. Isso fez com que muita gente que nunca usou o SUS entendesse o papel central de um sistema público e universal de saúde para a sociedade brasileira. Entre julho de 2019 e setembro de 2020, o apoio ao SUS cresceu onze pontos no índice de confiança social medido pelo Ibope. Não que o SUS esteja atuando de forma importante para a saúde brasileira pela primeira vez. As políticas públicas para o combate à Aids foram consideradas exemplares pelas Nações Unidas e conseguiram uma importante redução na contaminação e mortes causadas pelo HIV. Além disso, os ganhos de saúde obtidos desde 1988 foram enormes, como discutem Márcia Castro e coautores no artigo "Brazil's unified health system: the first 30 years and prospects for the future", publicado em 2019 na revista Lancet. Porém, num país desigual como o Brasil, onde convivem sistemas públicos e privados de saúde, quem tem dinheiro ou emprego tende a menosprezar a importância de um sistema público e universal. Essa mudança de percepção, se aconteceu na classe média, pode afetar diretamente a escolha política de prioridades no orçamento público, o que pode ser bom para uma maior igualdade no acesso à saúde pública futura.
Um segundo evento central neste ano foi o movimento #BlackLivesMatter (#VidasNegrasImportam) e sua influência no debate racial brasileiro. Apesar da mobilização existir desde 2013, foi o assassinato brutal de George Floyd pela polícia de Minneapolis que incendiou os EUA. Os protestos americanos chegaram rápido ao Brasil, onde o racismo e a violência contra a população negra é assustadora, porém ignorada historicamente por grande parte da mídia e pela elite. Pela primeira vez a sociedade brasileira parece ter acordado para a questão do racismo e das desigualdades raciais. Diversos intelectuais negros, acadêmicos e representantes de movimentos sociais conquistaram espaços em programas de televisão, jornais e mídias sociais, algo que nunca havia acontecido. Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial. A introdução de um programa de trainees somente para negros pelo Magazine Luiza foi inovador e gerou uma grande discussão nacional.
Disponível em https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2020/O-que-aprendemos-em-2020-o-pior-ano-da-hist%C3%B3ria
Analise: “Essas vozes também estão chegando, de maneira poderosa, não só ao ambiente político mas também ao ambiente empresarial.” E assinale a alternativa correta.
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Como destaca Saviani (1999), para que a escola funcione bem, é preciso que se utilizem métodos de ensino eficazes, por serem eles responsáveis em estimular a atividade e iniciativa dos alunos. Nesse sentido é correto afirmar que
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