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Ao adentrar uma escola, o(a) professor(a) precisa conhecer com profundidade o lugar em que irá atuar, ampliando as relações da sala de aula para os cotidianos vivenciados em seu entorno. Nessa atitude, o(a) docente entende o lugar como um(a):
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O ensino de Ciências deve levar em conta que o sujeito está em contato constante com a informação por meio dos recursos tecnológicos, o que não significa que reflita criticamente a respeito do que recebe. Nesse sentido, as tecnologias devem estar a serviço do processo de ensino-aprendizagem, possibilitando o desenvolvimento:
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Durante uma aula com o 4º ano sobre doenças virais, o professor elencou com a turma medidas adequadas de tratamento e prevenção a essas enfermidades. Dentre essas medidas, destacam-se:
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Os processos de alfabetização nos anos iniciais do Ensino Fundamental, além da apropriação dos códigos para leitura e escrita, envolvem:
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As concepções de ensino-aprendizagem que envolvem as competências da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental prezam pelo trabalho com texto, por meio dos eixos das práticas de linguagem, compreendidos, fundamentalmente em:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Considerando a proposição “Se João é professor, então ele é feliz.”, conclui-se que:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
A palavra que apresenta a mesma tonicidade de "desalentados" é:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
No trecho “falam que preconceito racial é “mimimi”, o neologismo em destaque apresenta valor semântico:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
No terceiro parágrafo, o uso da forma verbal “esforcem” indica que o esforço dos trabalhadores é:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
A expressão que revela o conceito de nação para a autora é:
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