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Foram encontradas 20 questões.

2046548 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

Construir significados na relação com o fenômeno religioso é a prática do Ensino Religioso que se inicia:

 

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2046547 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

A avaliação subsidia o processo de ensino-aprendizagem, tendo-o como ponto de partida e de chegada. No Ensino Religioso, o objetivo da avaliação é:

 

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2046546 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

O objeto de conhecimento do Ensino Religioso, na qualidade de conteúdo específico, é o Transcendente e o sentido da vida. Na condição de disciplina escolar, um de seus objetivos é:

 

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2046545 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

Na admissão ao quadro do magistério, os professores do Ensino Religioso são:

 

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2046544 Ano: 2021
Disciplina: Teologia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT

A regulamentação para definir os conteúdos para Ensino Religioso é de responsabilidade:

 

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Considerando a proposição “Se João é professor, então ele é feliz.”, conclui-se que:

 

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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

A palavra que apresenta a mesma tonicidade de "desalentados" é:

 

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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

No trecho “falam que preconceito racial é “mimimi”, o neologismo em destaque apresenta valor semântico:

 

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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

No terceiro parágrafo, o uso da forma verbal “esforcem” indica que o esforço dos trabalhadores é:

 

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Texto I

Uma mesma nação, muitos Brasis

Ana Cristina Rosa

Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.

Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.

Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.

Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.

Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.

Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.

E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.

Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha

A expressão que revela o conceito de nação para a autora é:

 

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