Foram encontradas 20 questões.
Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
De acordo com Coletivo de Autores (2012), a proposta de Educação Física escolar, que tem como objeto de estudo o desenvolvimento da aptidão física do aluno, tem contribuído historicamente para:
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Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Para a Abordagem Crítico-Superadora (Coletivo de Autores, 2012), o aprofundamento da sistematização do conhecimento deve ser trabalhado na seguinte etapa da Educação Básica:
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Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Quanto ao tratamento didático-pedagógico dado ao gesto técnico da prática esportiva, a Abordagem Crítico-Superadora (Coletivo de Autores, 2012) propõe um planejamento que:
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Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Para Fonseca e Ramos (2017) em "Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de Educação Física", é fundamental a ampliação do conceito de participação nas aulas de Educação Física, para que seja possível incluir. De acordo com os autores, participação é:
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Disciplina: Educação Física
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Daólio (2010) em “Educação Física e o conceito de cultura” defende uma concepção de ser humano espiralada, na qual camadas se inter-relacionam e devem se comunicar. Para o autor, o ser humano abarca os aspectos:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
Considerando a proposição “Se João é professor, então ele é feliz.”, conclui-se que:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
A palavra que apresenta a mesma tonicidade de "desalentados" é:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
No trecho “falam que preconceito racial é “mimimi”, o neologismo em destaque apresenta valor semântico:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
No terceiro parágrafo, o uso da forma verbal “esforcem” indica que o esforço dos trabalhadores é:
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Texto I
Uma mesma nação, muitos Brasis
Ana Cristina Rosa
Entre outras coisas, uma nação é definida por suas tradições, costumes e características sociais, políticas e culturais que compõem a identidade do povo. No caso brasileiro, nunca esteve tão claro que somos uma mesma nação na qual coexistem muitos Brasis.
Há o Brasil dos povos originários, que há mais de 500 anos lutam para defender o próprio direito à vida e seus territórios constantemente invadidos, ocupados e explorados ilegalmente.
Há a pátria dos trabalhadores que por mais que se esforcem não conseguem garantir uma vida digna aos seus frente a uma inflação galopante e prestes a alcançar a casa dos dois dígitos ano.
Tem também o país dos mais de 14 milhões de desempregados, que sonham em receber ao menos o salário mínimo, dos 5,6 milhões de desalentados, que desistiram de procurar uma recolocação, e da população em situação de rua, que aumentou na pandemia.
Existe a terra natal dos milhões de pretos e pardos descendentes de africanos escravizados e depois largados à própria sorte a perambular sem destino pelas ruas de uma pátria que há séculos criminaliza quem anda por aí a “vadiar”, mas nunca soube oferecer alternativas reais de desenvolvimento social como contrapartida pela usurpação da liberdade.
Há o território dos que se sentem superiores e se julgam no direito de condenar e até de fazer justiça com as próprias mãos, amarrando, arrastando e agredindo um quilombola a pontapés.
E há o Brasil dos que desfrutam de privilégios, defendem a meritocracia, falam que preconceito racial é “mimimi”.
Adaptado: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2021/09/umamesma- nacao-muitos-brasis.shtml?origin=folha
A expressão que revela o conceito de nação para a autora é:
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