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Foram encontradas 40 questões.

2413232 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Com base na arquitetura da Orientação a Objetos em Java, relacione as colunas:
1. Pacote.
2. Instância, Objeto.
3. Construtor.
4. Método.
5. Modificador de acesso.
6. Hierarquia de classes.
7. SuperClasse.
8. SubClasse
( ) Funções referenciadas a uma determinada classe.
( ) Classe que é estendida por uma determinada classe.
( ) Variável do tipo de uma classe.
( ) Descreve que outras classes podem ter acesso à classe que está se criando. Também é utilizada para indicar que uma classe pode ser acessada de fora de seu pacote.
( ) Conjunto de classes e demais arquivos que possuem interesses comuns ou atuam com dependências entre si. Fisicamente, são pastas do sistema operacional.
( ) Responsável por iniciar a criação e inicialização de uma instância de classe.
( ) Classe que estende determinada classe.
( ) Grupo de classes que estão relacionadas por herança.
A sequência está correta em:
 

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2413070 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Utilizando o PHP, o comando usado para verificar e exibir o navegador que o usuário está utilizando para acessar uma página, é:
 

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2413038 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Qual das sequências numéricas a seguir apresenta números pertencentes, respectivamente ao conjunto dos números inteiros, irracionais, naturais e racionais?
 

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2412911 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Com relação às ideias expressas no texto, assinale a afirmativa correta:

 

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2412601 Ano: 2011
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Para um sistema de backup de dados em um servidor de arquivos, deseja-se criar um procedimento que forme uma cópia dos dados (espelhamento) do HD em uso para um outro disco rígido, que pode substitui-lo imediatamente em caso de falhas. Para criar tal procedimento, pode ser utilizada a seguinte tecnologia:
 

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2412580 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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São funções encontradas no “assistente de funções” ferramenta BrOffice.Org Calc, EXCETO:
 

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2412497 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Se o preço do café Pereira subiu, então ou o tempo está ruim ou a gasolina está mais cara. Se o preço do café Pereira não subiu, então o mercado está em promoção. Se o açúcar acabou, João foi na padaria. Mas João vai na padaria, se e somente se não for verdade que a garrafa não está vazia. Ora, a garrafa não está vazia e o tempo não está ruim. Logo:
 

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2412179 Ano: 2011
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Considere o modelo:
Enunciado 2808469-1
select
gp.descricao as Descricao, SUM(p.valor * v.quantidade) as TotalVendido
from venda v
inner join cliente c on v.codcliente=c.codcliente
inner join produto p on v.codproduto=p.codproduto
inner join grupoproduto gp on p.codgrupo=gp.codgrupo
group by gp.descricao
order by SUM(p.valor * v.quantidade) desc
A consulta anterior expressa em SQL retorna:
 

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2412157 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Compiladores e interpretadores são formas de tradução de um código geralmente de alto nível para um código que o computador (a máquina) interprete. Esse tradutor tem a função de traduzir uma linguagem abstrata para uma linguagem binária.” Relacione as colunas a seguir:
C.Compiladores. ( ) Impossibilita ou dificulta de ser quebrado ou visualizado o código-fonte original.
( ) A execução do programa é mais lenta.
( ) Para ser utilizado, o código não pode apresentar nenhum erro.
( ) Correções e alterações são mais rápidas de serem realizadas.
( ) Delphi, Visual Basic e Fortran são linguagens que utilizam essa tecnologia.
( ) Após a conversão, o código fonte é transformado em um arquivo executável que é reproduzido em um Sistema Operacional.
I.Interpretadores. ( ) ASP, PHP e JavaScript são linguagens que utilizam essa tecnologia.
( ) O código-fonte é traduzido linha a linha, onde o programa vai sendo utilizado na medida em que vai sendo traduzido.
A sequência está correta em:
 

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2411504 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia, à acentuação gráfica, ao vocabulário usado no texto:

 

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