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Foram encontradas 140 questões.

3072474 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

A aleatoriedade do universo é um tema que tem intrigado filósofos e cientistas ao longo dos séculos. A ideia de que eventos aparentemente desconexos podem ser regidos por princípios universais é um conceito complexo. O filósofo Sagan argumenta que, embora possamos considerar muitos eventos como aleatórios, a verdade é que nosso entendimento atual do universo ainda não é completo o suficiente para discernir completamente a imprevisibilidade. Para ele, a complexidade e a interconexão de todas as coisas muitas vezes resultam em aparências aleatórias, mas que podem, em última análise, ser compreendidas por meio do aprofundamento da pesquisa científica.

No contexto do texto, qual é o conceito discutido pelo filósofo Sagan relacionado à aleatoriedade que ele considera ser resultado da complexidade e interconexão de todas as coisas?

 

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3072473 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Identifique a alternativa que apresenta a concordância verbal correta:

 

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3072472 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, a privacidade tornou-se uma preocupação central. A disseminação de informações pessoais online levanta questões sobre quem tem acesso a esses dados e como eles são usados. No entanto, é importante notar que a privacidade não é apenas uma questão de segurança de dados. Ela também se relaciona com o direito das pessoas de controlar o que é compartilhado sobre suas vidas e como elas podem manter seus segredos ou informações sensíveis protegidos.

De acordo com o texto, qual é um aspecto fundamental da privacidade na sociedade digitalizada?

 

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3072471 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Em uma investigação acadêmica sobre estratégias de aprendizado, um pesquisador analisou o desempenho de estudantes em uma série de exames. Os resultados mostraram que, em um grupo de estudantes, houve uma tendência interessante. Aqueles que dedicaram-se aos estudos regularmente e participaram de sessões de revisão demonstraram um melhor desempenho nos exames finais em comparação com os que negligenciaram essas atividades.

No contexto do texto, identifique o modo e o tempo verbal do verbo na frase: "Aqueles que dedicaram-se aos estudos regularmente e participaram de sessões de revisão demonstraram um melhor desempenho nos exames finais.

 

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3072470 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Naquela tarde de verão, o céu estava sereno e a brisa era suave. As folhas das árvores balançavam preguiçosamente, criando uma atmosfera de tranquilidade no parque. As crianças, entretanto, estavam cheias de energia, correndo e rindo, aproveitando o último dia das férias de verão. Aqueles momentos de diversão e alegria eram um contraste perfeito com o ambiente sereno ao seu redor.

Qual é o antônimo da palavra "sereno" no contexto do texto?

 

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3072469 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Os pronomes desempenham um papel fundamental na estrutura da língua portuguesa, proporcionando concisão e fluidez à comunicação. Dentre as alternativas a seguir, qual é uma característica dos pronomes que os distingue de outras classes de palavras na língua portuguesa?

 

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3072468 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Nos recônditos das profundezas oceânicas, onde a luz do sol não alcança, a vida marinha assume uma aparência surpreendente e peculiar. Nessas regiões escuras e misteriosas, encontra-se uma das criaturas mais fascinantes do reino marinho: o peixe-ogro, também conhecido como Melanocetus johnsonii.

O peixe-ogro é uma espécie adaptada à vida nas profundezas abissais, onde a pressão é esmagadora e a comida escassa. Ele possui uma estrutura mandibular extraordinária, caracterizada por uma grande boca e dentes afiados, que se assemelha à aparência de um ogro mitológico. No entanto, sua fisionomia singular serve a um propósito notável. O peixe-ogro possui uma bioluminescência especial que atrai presas na escuridão. Ele aguarda pacientemente, balançando uma isca bioluminescente na ponta de um apêndice, atraindo pequenos peixes e crustáceos que, ao se aproximarem, tornam-se suas presas.

Esse ciclo de vida peculiar destaca a incrível capacidade de adaptação das criaturas marinhas às condições extremas do ambiente abissal. Além disso, revela a diversidade surpreendente da vida na Terra, muitas vezes escondida nas profundezas inexploradas do oceano.

Com base no texto acima, qual é a principal adaptação do peixe-ogro (Melanocetus johnsonii) ao seu ambiente nas profundezas abissais?

 

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3072467 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Leia o texto para responder às questões de 01 a 03.

Ostra feliz não faz pérola

As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.

Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado].

No trecho "enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda," qual é a função gramatical das palavras "brilhante" e "redonda"?

 

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3072466 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Leia o texto para responder às questões de 01 a 03.

Ostra feliz não faz pérola

As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.

Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado].

Com base no excerto da crônica de Rubem Alves, qual é a lição que podemos tirar da história das ostras e como ela se relaciona com a perspectiva de Nietzsche sobre a tragédia grega e a criatividade humana?

 

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3072465 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP

Leia o texto para responder às questões de 01 a 03.

Ostra feliz não faz pérola

As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.

Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado].

Dentro do excerto, uma análise compara a perspectiva dos gregos com a dos cristãos em relação à tragédia e explora como os gregos a encaravam. Com base no texto, qual é a diferença central entre a abordagem dos gregos e dos cristãos em relação à tragédia e como os gregos a enfrentavam, de acordo com Nietzsche?

 

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