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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Pode-se dizer que os sinais de pontuação presentes no fragmento, pela ordem, são:
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
I. É um substantivo concreto.
II. É uma palavra que se encontra no grau diminutivo.
III. Ela é sinônima de “ribeiro” em “...enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro.”
IV. Ela representa um local distante de onde ocorrem os fatos com os personagens.
Levando-se em consideração o texto I, pode-se dizer que se encontra correto o que foi dito apenas em:
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
( ) Trata-se de um texto narrativo o qual possui personagens, enredo, cenário e narrador.
( ) O texto não possui marcação de diálogo entre os personagens.
( ) Há o objetivo de deixar para o leitor uma mensagem de cunho moral ao final do texto.
( ) O elemento narrativo do tempo, ao ser mencionado como “Certo dia” (1º par.), apresentou-se como não específico.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que a ordem correta do que foi dito é:
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TEXTO I
O sapo e o escorpião
Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto
que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto,
chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado?
Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava
um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal.
Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico.
O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia,
colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se
movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr
bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas
costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade?
Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso
impedir, caro amigo!
Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
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