Foram encontradas 35 questões.
Leia esta tira e responda à questão.

Chris Browne, Hagar, O Horrível/ 2018 King Features Syndicate/Ipress
Que ralação sintática existe entre a primeira e a segunda oração da fala de Hagar:
Provas
Leia esta tira e responda à questão.

Chris Browne, Hagar, O Horrível/ 2018 King Features Syndicate/Ipress
A que Hagar associa o tamanho dos chifres:
Provas
Qual a relação entre os fonemas e as letras:
I. Um fonema pode ser representado na escrita por uma ou por várias letras.
II. Uma letra pode representar diferentes fonemas.
III. Um fonema será sempre representado por uma única letra.
IV. Uma letra só pode representar um fonema.
V. A letra X pode representar dois fonemas: /k s/.
Provas
O Melodrama das Questões Vernáculas
A julgar pela nossa teledramaturgia, o uso do subjuntivo é bem difundido entre os brasileiros. Emprega-se com grande espontaneidade o futuro não composto: em "Ribeirão do Tempo" (Record), um senador diz que o filho "não verá" algo. Ele desabafa: "Não suporto essa sua cara de deboche infindável", o que soa muito natural. O filho responde: "Pode perder as esperanças, coroa".
Na trama, xinga-se com pungência, diz-se que Fulano é catastrofista e bobalhão. Os personagens argumentam como num romance de cavalaria, a exemplo da loira que pondera ao namorado: "Sem dúvida, mas o que eu quis ressaltar é que...". Quando alguém usa a palavra "inexpugnável", a mocinha cai de amores.
Quase no mesmo horário, na Globo, um uso acentuado de ênclises encheria de orgulho o velho gramático Napoleão Mendes de Almeida: "Meta-se com o seu casamento e deixe o meu em paz", grita uma das mocinhas de "Passione", no auge do rancor.
A atilada utilização pronominal não cessa nem nos momentos mais difíceis, como quando a jovem noiva indecisa pede: "Será que você pode nos deixar a sós?".
No campo das ofensas, os arroubos léxicos atravessam oceanos ("maledeto!", "porca miséria!") e gerações -uma certa personagem é "tinhosa", o marido traidor é "indecente". Também é possível pensar em voz alta utilizando a construção: "Eu tenho que tirar essa mulher da minha cabeça".
Em "Uma Rosa com Amor" (SBT), nem adolescentes fogem à correção. Tomados por um ímpeto sintático impecável, personagens se referem "à pobre da magricelinha da Miriam", e observam: "Não me enfeze, porque eu posso acabar perdendo as estribeiras". Conjuga-se muito bem no horário nobre.
Após a leitura responda à questão.
Qual o significado da palavra atilada, apresentada no 4° parágrafo:
Provas
O Melodrama das Questões Vernáculas
A julgar pela nossa teledramaturgia, o uso do subjuntivo é bem difundido entre os brasileiros. Emprega-se com grande espontaneidade o futuro não composto: em "Ribeirão do Tempo" (Record), um senador diz que o filho "não verá" algo. Ele desabafa: "Não suporto essa sua cara de deboche infindável", o que soa muito natural. O filho responde: "Pode perder as esperanças, coroa".
Na trama, xinga-se com pungência, diz-se que Fulano é catastrofista e bobalhão. Os personagens argumentam como num romance de cavalaria, a exemplo da loira que pondera ao namorado: "Sem dúvida, mas o que eu quis ressaltar é que...". Quando alguém usa a palavra "inexpugnável", a mocinha cai de amores.
Quase no mesmo horário, na Globo, um uso acentuado de ênclises encheria de orgulho o velho gramático Napoleão Mendes de Almeida: "Meta-se com o seu casamento e deixe o meu em paz", grita uma das mocinhas de "Passione", no auge do rancor.
A atilada utilização pronominal não cessa nem nos momentos mais difíceis, como quando a jovem noiva indecisa pede: "Será que você pode nos deixar a sós?".
No campo das ofensas, os arroubos léxicos atravessam oceanos ("maledeto!", "porca miséria!") e gerações -uma certa personagem é "tinhosa", o marido traidor é "indecente". Também é possível pensar em voz alta utilizando a construção: "Eu tenho que tirar essa mulher da minha cabeça".
Em "Uma Rosa com Amor" (SBT), nem adolescentes fogem à correção. Tomados por um ímpeto sintático impecável, personagens se referem "à pobre da magricelinha da Miriam", e observam: "Não me enfeze, porque eu posso acabar perdendo as estribeiras". Conjuga-se muito bem no horário nobre.
Após a leitura responda à questão.
No primeiro parágrafo, a cronista menciona alguns empregos linguísticos que seriam “bem difundidos entre os brasileiros”, “empregados com grande espontaneidade” e “que soam bem naturais”.
Considerando os exemplos dados para esses usos conclui-se que ela está sendo:
Provas
Caderno Container