Foram encontradas 40 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos… (1º parágrafo).
• Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira. (2ºparágrafo)
As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por
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Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Nos trechos do 2º parágrafo “Sempre que o grupo atingia certo porte…” e “Bastante variado era o nível…” as palavras destacadas apresentam, respectivamente, circunstâncias de
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- OrtografiaPontuaçãoAspas
- OrtografiaPontuaçãoParênteses
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• … os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). (2ºparágrafo)
• Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”. (3º parágrafo)
Os parênteses e as aspas foram empregados, respectivamente, para isolar
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Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
O sofrimento alheio
Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.
É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.
Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.
No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
O sofrimento alheio
Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.
É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.
Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.
No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
O sofrimento alheio
Existem limitações ao funcionamento do organismo que se instalam gradativamente como consequência impiedosa da passagem do tempo. São imperceptíveis no correr da vida; só nos damos conta delas ao comparar a condição física atual com aquela do passado. Quando sentimos pena de um senhor trêmulo de andar vacilante, é porque imaginamos as dificuldades da vida nessa situação, e desejamos que o futuro seja mais bondoso conosco. Por mais que nos custe admitir, sabemos que o vigor físico é uma dádiva aleatória atribuída pela natureza e confiscável sem aviso-prévio.
É por ter consciência dessa fragilidade da condição humana que ficamos tantas vezes desencorajados de visitar amigos com doenças graves ou de dar mais atenção a doentes que evoluem mal. Ao fechar os olhos diante da perda da integridade física do outro, procuramos afastar de nós o desconforto da lembrança de nossa própria fragilidade.
Entretanto, ao imaginar nos passos vacilantes do senhor de idade o sofrimento que teríamos em situação idêntica, não levamos em conta que sua condição resulta de longo processo adaptativo. A grande capacidade de adaptação dos seres vivos — sua virtude mais surpreendente, como afirmou Charles Darwin — permite que as pessoas se ajustem às dificuldades e possam viver bem, apesar delas. Assim, um ser humano adaptado a sua condição pode sofrer menos do que imaginamos.
No exercício da medicina, custou-me compreender que a intensidade do sofrimento alheio pouco tem a ver com a ideia que fazemos dele, pois nossa percepção ignora o poder de adaptação dos seres vivos a situações adversas.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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