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Texto CB2A2
No caso de uma criança com menos de dez anos —
entenda-se aqui o nível de maturidade, e não a idade —, o
professor deve preocupar-se principalmente para que ela não seja
importunada no seu brincar e nas suas experiências. Ensiná-la
não faz sentido, pois, nessa idade narcisista, ela responde a cada
interferência fugindo da realização da atividade. Nessa idade,
desenhar e pintar são os seus principais meios de expressão.
A partir dos 10 anos, a criança começa a ficar insatisfeita
com seus modos de expressão; o ambiente mais amplo ganha
sentido para ela — não mais como aquele que existia em sua
fantasia, mas como é na realidade —, e só então pode ser
instaurado o “ensino da forma”, que não deve, porém, encobrir a
sua espontaneidade expressiva. As técnicas de desenho e pintura
devem ser apresentadas à criança conforme suas necessidades.
Tamanhos, relações entre tamanhos (proporção), ritmo, claro,
escuro, escultura, espaço, cor e o valor de expressão do exagero,
da sutileza e da composição. Os elementos com os quais a
criança opera são por natureza os mesmos da “grande arte” e
levam a criança, por si mesma, a ter consciência deles, abrindo o
caminho da “grande arte” para ela.
Friederike Brandeis. O desenhar das crianças.
In: Cadernos CEDES, v. 42, n.º 116, 2022, p. 122 (com adaptações).
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Texto CB2A2
No caso de uma criança com menos de dez anos —
entenda-se aqui o nível de maturidade, e não a idade —, o
professor deve preocupar-se principalmente para que ela não seja
importunada no seu brincar e nas suas experiências. Ensiná-la
não faz sentido, pois, nessa idade narcisista, ela responde a cada
interferência fugindo da realização da atividade. Nessa idade,
desenhar e pintar são os seus principais meios de expressão.
A partir dos 10 anos, a criança começa a ficar insatisfeita
com seus modos de expressão; o ambiente mais amplo ganha
sentido para ela — não mais como aquele que existia em sua
fantasia, mas como é na realidade —, e só então pode ser
instaurado o “ensino da forma”, que não deve, porém, encobrir a
sua espontaneidade expressiva. As técnicas de desenho e pintura
devem ser apresentadas à criança conforme suas necessidades.
Tamanhos, relações entre tamanhos (proporção), ritmo, claro,
escuro, escultura, espaço, cor e o valor de expressão do exagero,
da sutileza e da composição. Os elementos com os quais a
criança opera são por natureza os mesmos da “grande arte” e
levam a criança, por si mesma, a ter consciência deles, abrindo o
caminho da “grande arte” para ela.
Friederike Brandeis. O desenhar das crianças.
In: Cadernos CEDES, v. 42, n.º 116, 2022, p. 122 (com adaptações).
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Texto CB2A2
No caso de uma criança com menos de dez anos —
entenda-se aqui o nível de maturidade, e não a idade —, o
professor deve preocupar-se principalmente para que ela não seja
importunada no seu brincar e nas suas experiências. Ensiná-la
não faz sentido, pois, nessa idade narcisista, ela responde a cada
interferência fugindo da realização da atividade. Nessa idade,
desenhar e pintar são os seus principais meios de expressão.
A partir dos 10 anos, a criança começa a ficar insatisfeita
com seus modos de expressão; o ambiente mais amplo ganha
sentido para ela — não mais como aquele que existia em sua
fantasia, mas como é na realidade —, e só então pode ser
instaurado o “ensino da forma”, que não deve, porém, encobrir a
sua espontaneidade expressiva. As técnicas de desenho e pintura
devem ser apresentadas à criança conforme suas necessidades.
Tamanhos, relações entre tamanhos (proporção), ritmo, claro,
escuro, escultura, espaço, cor e o valor de expressão do exagero,
da sutileza e da composição. Os elementos com os quais a
criança opera são por natureza os mesmos da “grande arte” e
levam a criança, por si mesma, a ter consciência deles, abrindo o
caminho da “grande arte” para ela.
Friederike Brandeis. O desenhar das crianças.
In: Cadernos CEDES, v. 42, n.º 116, 2022, p. 122 (com adaptações).
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Texto CB2A2
No caso de uma criança com menos de dez anos —
entenda-se aqui o nível de maturidade, e não a idade —, o
professor deve preocupar-se principalmente para que ela não seja
importunada no seu brincar e nas suas experiências. Ensiná-la
não faz sentido, pois, nessa idade narcisista, ela responde a cada
interferência fugindo da realização da atividade. Nessa idade,
desenhar e pintar são os seus principais meios de expressão.
A partir dos 10 anos, a criança começa a ficar insatisfeita
com seus modos de expressão; o ambiente mais amplo ganha
sentido para ela — não mais como aquele que existia em sua
fantasia, mas como é na realidade —, e só então pode ser
instaurado o “ensino da forma”, que não deve, porém, encobrir a
sua espontaneidade expressiva. As técnicas de desenho e pintura
devem ser apresentadas à criança conforme suas necessidades.
Tamanhos, relações entre tamanhos (proporção), ritmo, claro,
escuro, escultura, espaço, cor e o valor de expressão do exagero,
da sutileza e da composição. Os elementos com os quais a
criança opera são por natureza os mesmos da “grande arte” e
levam a criança, por si mesma, a ter consciência deles, abrindo o
caminho da “grande arte” para ela.
Friederike Brandeis. O desenhar das crianças.
In: Cadernos CEDES, v. 42, n.º 116, 2022, p. 122 (com adaptações).
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Texto CB2A2
No caso de uma criança com menos de dez anos —
entenda-se aqui o nível de maturidade, e não a idade —, o
professor deve preocupar-se principalmente para que ela não seja
importunada no seu brincar e nas suas experiências. Ensiná-la
não faz sentido, pois, nessa idade narcisista, ela responde a cada
interferência fugindo da realização da atividade. Nessa idade,
desenhar e pintar são os seus principais meios de expressão.
A partir dos 10 anos, a criança começa a ficar insatisfeita
com seus modos de expressão; o ambiente mais amplo ganha
sentido para ela — não mais como aquele que existia em sua
fantasia, mas como é na realidade —, e só então pode ser
instaurado o “ensino da forma”, que não deve, porém, encobrir a
sua espontaneidade expressiva. As técnicas de desenho e pintura
devem ser apresentadas à criança conforme suas necessidades.
Tamanhos, relações entre tamanhos (proporção), ritmo, claro,
escuro, escultura, espaço, cor e o valor de expressão do exagero,
da sutileza e da composição. Os elementos com os quais a
criança opera são por natureza os mesmos da “grande arte” e
levam a criança, por si mesma, a ter consciência deles, abrindo o
caminho da “grande arte” para ela.
Friederike Brandeis. O desenhar das crianças.
In: Cadernos CEDES, v. 42, n.º 116, 2022, p. 122 (com adaptações).
I Conforme a perspectiva exposta no texto, não há razão para ensinar técnicas de desenho e pintura a crianças com nível de maturidade abaixo do de dez anos.
II Infere-se do texto que, antes dos dez anos, crianças confundem o mundo exterior com seu mundo interior.
III O texto recomenda o ensino de técnicas de desenho e pintura, de modo sistemático e padronizado, às crianças com idade a partir dos dez anos.
Assinale a opção correta.
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Texto CB2A1
As discussões sobre o uso da tecnologia na educação já
acontecem há alguns anos e foram potencializadas após a
pandemia de covid-19 e, mais recentemente, pelo Relatório de
Monitoramento Global da Educação publicado pela UNESCO
em 2023.
A infoexclusão é um ponto de atenção no relatório.
Embora o Brasil tenha iniciativas de distribuição de
equipamentos de informática nas escolas, quem está conectado à
Internet não necessariamente está digitalmente incluído. Além da
democratização do acesso e disponibilização de infraestrutura, é
necessário o multiletramento.
Nesse contexto, a visão dicotômica dos smartphones
como heróis ou vilões deve ser discutida. O relatório da
UNESCO revela que um em cada quatro países já proibiu ou
restringiu o uso de smartphones nas salas de aulas, alegando
dispersão e prejuízos para a aprendizagem. Além disso,
preocupam questões éticas, como gravação de aulas ou uso de
imagens sem autorização, falta de controle ao que os alunos
possam acessar, cyberbullying, exposição a conteúdos
inapropriados, acesso a fake news, entre outras.
No entanto, simplesmente proibir o uso de smartphones
nas escolas segue na contramão do que vislumbramos para a
formação dos estudantes nos dias atuais. Eles precisam aprender
a evitar o uso nocivo da tecnologia, desenvolvendo noções
básicas em favor do seu uso acadêmico e cidadão.
Enfrentamos na contemporaneidade inúmeros desafios no
que se refere à tecnologia aplicada à educação. Entretanto,
vislumbramos, a partir do uso ético e criativo da tecnologia
educacional, uma potência que não pode ser desconsiderada.
Érica Ramos Rocha Silva. Possibilidades da tecnologia na educação.
Internet: <www.correio24horas.com.b> (com adaptações).
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Texto CB2A1
As discussões sobre o uso da tecnologia na educação já
acontecem há alguns anos e foram potencializadas após a
pandemia de covid-19 e, mais recentemente, pelo Relatório de
Monitoramento Global da Educação publicado pela UNESCO
em 2023.
A infoexclusão é um ponto de atenção no relatório.
Embora o Brasil tenha iniciativas de distribuição de
equipamentos de informática nas escolas, quem está conectado à
Internet não necessariamente está digitalmente incluído. Além da
democratização do acesso e disponibilização de infraestrutura, é
necessário o multiletramento.
Nesse contexto, a visão dicotômica dos smartphones
como heróis ou vilões deve ser discutida. O relatório da
UNESCO revela que um em cada quatro países já proibiu ou
restringiu o uso de smartphones nas salas de aulas, alegando
dispersão e prejuízos para a aprendizagem. Além disso,
preocupam questões éticas, como gravação de aulas ou uso de
imagens sem autorização, falta de controle ao que os alunos
possam acessar, cyberbullying, exposição a conteúdos
inapropriados, acesso a fake news, entre outras.
No entanto, simplesmente proibir o uso de smartphones
nas escolas segue na contramão do que vislumbramos para a
formação dos estudantes nos dias atuais. Eles precisam aprender
a evitar o uso nocivo da tecnologia, desenvolvendo noções
básicas em favor do seu uso acadêmico e cidadão.
Enfrentamos na contemporaneidade inúmeros desafios no
que se refere à tecnologia aplicada à educação. Entretanto,
vislumbramos, a partir do uso ético e criativo da tecnologia
educacional, uma potência que não pode ser desconsiderada.
Érica Ramos Rocha Silva. Possibilidades da tecnologia na educação.
Internet: <www.correio24horas.com.b> (com adaptações).
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As discussões sobre o uso da tecnologia na educação já
acontecem há alguns anos e foram potencializadas após a
pandemia de covid-19 e, mais recentemente, pelo Relatório de
Monitoramento Global da Educação publicado pela UNESCO
em 2023.
A infoexclusão é um ponto de atenção no relatório.
Embora o Brasil tenha iniciativas de distribuição de
equipamentos de informática nas escolas, quem está conectado à
Internet não necessariamente está digitalmente incluído. Além da
democratização do acesso e disponibilização de infraestrutura, é
necessário o multiletramento.
Nesse contexto, a visão dicotômica dos smartphones
como heróis ou vilões deve ser discutida. O relatório da
UNESCO revela que um em cada quatro países já proibiu ou
restringiu o uso de smartphones nas salas de aulas, alegando
dispersão e prejuízos para a aprendizagem. Além disso,
preocupam questões éticas, como gravação de aulas ou uso de
imagens sem autorização, falta de controle ao que os alunos
possam acessar, cyberbullying, exposição a conteúdos
inapropriados, acesso a fake news, entre outras.
No entanto, simplesmente proibir o uso de smartphones
nas escolas segue na contramão do que vislumbramos para a
formação dos estudantes nos dias atuais. Eles precisam aprender
a evitar o uso nocivo da tecnologia, desenvolvendo noções
básicas em favor do seu uso acadêmico e cidadão.
Enfrentamos na contemporaneidade inúmeros desafios no
que se refere à tecnologia aplicada à educação. Entretanto,
vislumbramos, a partir do uso ético e criativo da tecnologia
educacional, uma potência que não pode ser desconsiderada.
Érica Ramos Rocha Silva. Possibilidades da tecnologia na educação.
Internet: <www.correio24horas.com.b> (com adaptações).
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As discussões sobre o uso da tecnologia na educação já
acontecem há alguns anos e foram potencializadas após a
pandemia de covid-19 e, mais recentemente, pelo Relatório de
Monitoramento Global da Educação publicado pela UNESCO
em 2023.
A infoexclusão é um ponto de atenção no relatório.
Embora o Brasil tenha iniciativas de distribuição de
equipamentos de informática nas escolas, quem está conectado à
Internet não necessariamente está digitalmente incluído. Além da
democratização do acesso e disponibilização de infraestrutura, é
necessário o multiletramento.
Nesse contexto, a visão dicotômica dos smartphones
como heróis ou vilões deve ser discutida. O relatório da
UNESCO revela que um em cada quatro países já proibiu ou
restringiu o uso de smartphones nas salas de aulas, alegando
dispersão e prejuízos para a aprendizagem. Além disso,
preocupam questões éticas, como gravação de aulas ou uso de
imagens sem autorização, falta de controle ao que os alunos
possam acessar, cyberbullying, exposição a conteúdos
inapropriados, acesso a fake news, entre outras.
No entanto, simplesmente proibir o uso de smartphones
nas escolas segue na contramão do que vislumbramos para a
formação dos estudantes nos dias atuais. Eles precisam aprender
a evitar o uso nocivo da tecnologia, desenvolvendo noções
básicas em favor do seu uso acadêmico e cidadão.
Enfrentamos na contemporaneidade inúmeros desafios no
que se refere à tecnologia aplicada à educação. Entretanto,
vislumbramos, a partir do uso ético e criativo da tecnologia
educacional, uma potência que não pode ser desconsiderada.
Érica Ramos Rocha Silva. Possibilidades da tecnologia na educação.
Internet: <www.correio24horas.com.b> (com adaptações).
I No início do terceiro parágrafo, a expressão “Nesse contexto” remete ao mencionado no último período do segundo parágrafo.
II As expressões “Além disso” (terceiro período do terceiro parágrafo) e “No entanto” (início do quarto parágrafo) funcionam como mecanismos de coesão sequencial, estabelecendo relação entre partes do texto e permitindo a progressão textual.
III No final do terceiro parágrafo, subentende-se a expressão “questões éticas” em seguida ao termo “outras”.
Assinale a opção correta.
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acontecem há alguns anos e foram potencializadas após a
pandemia de covid-19 e, mais recentemente, pelo Relatório de
Monitoramento Global da Educação publicado pela UNESCO
em 2023.
A infoexclusão é um ponto de atenção no relatório.
Embora o Brasil tenha iniciativas de distribuição de
equipamentos de informática nas escolas, quem está conectado à
Internet não necessariamente está digitalmente incluído. Além da
democratização do acesso e disponibilização de infraestrutura, é
necessário o multiletramento.
Nesse contexto, a visão dicotômica dos smartphones
como heróis ou vilões deve ser discutida. O relatório da
UNESCO revela que um em cada quatro países já proibiu ou
restringiu o uso de smartphones nas salas de aulas, alegando
dispersão e prejuízos para a aprendizagem. Além disso,
preocupam questões éticas, como gravação de aulas ou uso de
imagens sem autorização, falta de controle ao que os alunos
possam acessar, cyberbullying, exposição a conteúdos
inapropriados, acesso a fake news, entre outras.
No entanto, simplesmente proibir o uso de smartphones
nas escolas segue na contramão do que vislumbramos para a
formação dos estudantes nos dias atuais. Eles precisam aprender
a evitar o uso nocivo da tecnologia, desenvolvendo noções
básicas em favor do seu uso acadêmico e cidadão.
Enfrentamos na contemporaneidade inúmeros desafios no
que se refere à tecnologia aplicada à educação. Entretanto,
vislumbramos, a partir do uso ético e criativo da tecnologia
educacional, uma potência que não pode ser desconsiderada.
Érica Ramos Rocha Silva. Possibilidades da tecnologia na educação.
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