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Leia o texto para responder à próxima questão.
Por não estarem distraídos: (Clarice Lispector).
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
(Fonte: https://poesiaspoemaseversos.com.br/por-nao-estarem-distraidos-clarice-lispector/).
Em se tratando de encontros vocálicos, as palavras do texto (alegria, matéria, própria, distraídos) são respectivamente:
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Por não estarem distraídos: (Clarice Lispector).
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
(Fonte: https://poesiaspoemaseversos.com.br/por-nao-estarem-distraidos-clarice-lispector/).
De acordo com o texto, marque a alternativa incorreta.
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Marque a alternativa, onde temos apenas advérbios de dúvida.
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Em se tratando de número do substantivo e adjetivo, assinale a alternativa incorreta, quanto ao plural.
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Charge do cartunista Duke.
Quanto às frases nos dois textos, podemos afirmar:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Leia a Charge do cartunista Duke para responder à próxima.

A oração “Mas quando entrei na fila do atendimento” é:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAntítese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemSinestesia
Sobre figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
COLUNA I.
A- Metáfora.
B- Comparação.
C- Eufemismo.
D- Sinestesia.
E- Antítese.
COLUNA II.
1- Seu coração é como um cofre.
2- O orador tinha uma voz gélida.
3- Ao lado do casebre, erguia-se uma mansão.
4- O cachorrinho foi para o céu.
5- O médico buscava a raiz do problema.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaPronomesPronomes Interrogativos
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
Quanto a pronomes relativos, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) O pronome relativo que retoma substantivos que designam pessoas, objetos, lugares e períodos de tempo.
( ) O pronome o qual (e flexões) tem a mesma função de que, mas é usado, em geral, para evitar ambiguidades.
( ) O pronome relativo quem retoma substantivos que se referem a pessoas, é antecedido por preposição.
( ) O pronome quanto (e flexões) forma as locuções tudo quanto, todo(s) quanto(s) e toda(s) quanta(s).
( ) O pronome cujo (e flexões) estabelece, normalmente, relação de posse.
( ) O pronome onde equivalente a em que, retoma substantivos que se referem a lugares.
( ) O pronome quando equivalente a em que, é precedido por antecedente que se refere à noção de tempo.
( ) O pronome como equivalente a com que, é geralmente precedido pelas palavras modo, maneira e semelhantes.
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Sobre o uso do hífen nas palavras, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Usamos o hífen nas palavras, quando o segundo elemento é iniciado por h, exceto quando são formadas com o prefixo des- ou in-. Exemplos: pré-história, super-homem.
( ) O hífen é usado quando o primeiro elemento termina pela mesma vogal que inicia o segundo elemento, exceto no caso dos prefixos co- e re-. Exemplos: arqui-inimigos, contra-ataque.
( ) Usa-se o hífen quando o primeiro elemento termina por consoante ou r e o segundo elemento começa por r. Exemplos: sub-regional, hiper-resistente.
( ) Usamos o hífen quando o segundo elemento é iniciado por m, n, ou vogal, vindo após circum- e pan-. Exemplos: circum-navegação, pan-americano.
( ) O hífen é usado quando o segundo elemento vem após ex- e vice. Exemplos: ex-prefeito, vice-diretor.
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Sobre o uso do sinal de crase, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.
( ) Estava à frente de todos os negócios.
( ) À medida que chovia, a estrada se tornava mais perigosa.
( ) Frequentava a escola à noite.
( ) Fez toda a lição às pressas.
( ) Escreveu o relatório à mão.
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