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Foram encontradas 30 questões.

1250322 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
     Na noite anterior ao seu primeiro dia de aula, o(a) professor(a) de ciências sonhou que estava ensinando em uma sala de aula multisseriada do Ensino do Fundamental e, quando fez a chamada, percebeu que sua sala era composta por crianças com os nomes de grandes cientistas da história. Seriam eles os próprios cientistas? Estavam presentes Darwin, Marie Curie, Faraday, Dalton, Lavoisier, Galileu, Osvaldo Cruz, Robert Hooke. Após a chamada, a aula começou impulsionada pelas curiosidades das crianças que começaram a perguntar:
Estava chegando a hora do lanche e isso aguçou a curiosidade de Linus Pauling. Imediatamente ele perguntou por que tem mais vitaminas nos alimentos integrais do que nos produtos alimentícios refinados. 
Sobre esse questionamento de Linus Pauling, a resposta correta do professor seria que
 

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1250321 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN

Futuro a distância

A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entr emédico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.

Disponível em: : http://www1.folha.uol.com.br Acesso em: 08 mar. 2019.

Considere o trecho:

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Sobre os verbos em destaque, é correto afirmar:

 

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1250320 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
     Na noite anterior ao seu primeiro dia de aula, o(a) professor(a) de ciências sonhou que estava ensinando em uma sala de aula multisseriada do Ensino do Fundamental e, quando fez a chamada, percebeu que sua sala era composta por crianças com os nomes de grandes cientistas da história. Seriam eles os próprios cientistas? Estavam presentes Darwin, Marie Curie, Faraday, Dalton, Lavoisier, Galileu, Osvaldo Cruz, Robert Hooke. Após a chamada, a aula começou impulsionada pelas curiosidades das crianças que começaram a perguntar:
Ainda animado, Lavoisier perguntou se o lixo poderia ser reaproveitado, então o professor (a) incentivou os alunos a proporem soluções coletivas para o lixo. Após isso, o professor(a) observou vários erros nas propostas dos alunos.
Está correta a proposta de
 

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1250318 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
     Na noite anterior ao seu primeiro dia de aula, o(a) professor(a) de ciências sonhou que estava ensinando em uma sala de aula multisseriada do Ensino do Fundamental e, quando fez a chamada, percebeu que sua sala era composta por crianças com os nomes de grandes cientistas da história. Seriam eles os próprios cientistas? Estavam presentes Darwin, Marie Curie, Faraday, Dalton, Lavoisier, Galileu, Osvaldo Cruz, Robert Hooke. Após a chamada, a aula começou impulsionada pelas curiosidades das crianças que começaram a perguntar:
Logo depois, Lavoisier disse que água não se cria, ela se transforma. Em seguida, perguntou se seu pensamento estaria correto. Após responder a pergunta, o professor aproveitou e fez vários comentários a respeito do ciclo hidrológico.
Sobre o ciclo hidrológico um comentário correto do professor(a) seria afirmar que
 

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1250316 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
     Na noite anterior ao seu primeiro dia de aula, o(a) professor(a) de ciências sonhou que estava ensinando em uma sala de aula multisseriada do Ensino do Fundamental e, quando fez a chamada, percebeu que sua sala era composta por crianças com os nomes de grandes cientistas da história. Seriam eles os próprios cientistas? Estavam presentes Darwin, Marie Curie, Faraday, Dalton, Lavoisier, Galileu, Osvaldo Cruz, Robert Hooke. Após a chamada, a aula começou impulsionada pelas curiosidades das crianças que começaram a perguntar:
O primeiro foi Dmitri Mendeleiev: 
- Professor(a) qual a diferença entre densidade e peso específico de uma matéria? Após responder a pergunta, o(a) professor(a) aproveitou e fez vários comentários a respeito do tema e das propriedades da matéria.
Constitui uma informação coerente nos comentários do professor afirmar que
 

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1250315 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN

Futuro a distância

A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entr emédico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.

Disponível em: : http://www1.folha.uol.com.br Acesso em: 08 mar. 2019.

O texto, de forma preponderante,
 

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1250313 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
Futuro a distância
    A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.
    O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.
    Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.
     Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.
    A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.
    Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
    Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.
    Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.
    Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.
O gênero discursivo do texto apresenta traços dominantes também encontrados
 

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1250311 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
A tarefa principal do professor é garantir a unidade didática entre o ensino e a aprendizagem. A condução do processo de ensino requer:
 

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1250310 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN

Futuro a distância

A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entr emédico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.

Disponível em: : http://www1.folha.uol.com.br Acesso em: 08 mar. 2019.

Considere o período:

Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.

O trecho em destaque apresenta ocorrência de

 

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1250308 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Jardim Piranhas-RN
Futuro a distância
    A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.
    O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.
    Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.
     Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.
    A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.
    Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
    Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.
    Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.
    Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.
Disponível em: <www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.
Exerce função substantiva o trecho destacado em:
 

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