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Em uma empresa, a equipe de TI está implementando um novo sistema de gerenciamento de dados utilizando o Excel 365. Durante o treinamento, o instrutor
explica a importância de proteger as informações sensíveis e garantir que apenas usuários autorizados possam acessar certos dados. Ele menciona que uma
das ferramentas disponíveis no Excel 365 para ajudar nesse processo é a proteção de planilha.
Com base nessa situação, qual das opções abaixo é a função CORRETA da proteção de planilha no Excel 365?
Com base nessa situação, qual das opções abaixo é a função CORRETA da proteção de planilha no Excel 365?
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Chico está utilizando o Microsoft Edge para pesquisar informações sobre uma
viagem que planeja fazer. Para organizar as diferentes opções de hotéis, restaurantes e atividades, ele decide utilizar o recurso "Coleções".
Qual das seguintes opções NÃO é uma funcionalidade disponível no recurso "Coleções" do Microsoft Edge para auxiliar na organização de suas pesquisas?
Qual das seguintes opções NÃO é uma funcionalidade disponível no recurso "Coleções" do Microsoft Edge para auxiliar na organização de suas pesquisas?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
A alternativa em que o verbo tem a mesma regência do verbo destacado acima é:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
O conector destacado pode ser substituído, CORRETAMENTE, por:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
I - Eu podia falar o que quisesse.
II - Não havia pessoas perto de mim.
III - Eu podia rolar no chão e ficar nu.
Os itens I, II e III organizaram-se, com as devidas adaptações, em um único período, com clareza, correção gramatical e lógica, em:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
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Questão presente nas seguintes provas
A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
A alternativa que substitui os segmentos destacados acima, de acordo com a prescrição gramatical, com os necessários ajustes, é:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Ninguém
A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e
não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram
os vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua. Mas a porta sempre
se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre
assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas
a porta simplesmente se fechara e ela sempre fechava assim. Todos os dias ela
se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar o ovo. A gordura estala e espirra, ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase a metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e
pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que
sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos
adormecidos para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava
ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse
alguém perto, diria que eu estava ficando doido. Eu podia dizer o que quisesse.
Não havia ninguém para me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém. Eu podia até
morrer.
De manhã, o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse
que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que
sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim.
Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo
que estava. Depois, sorri e disse que sim, estava tudo azul.
(VILELA, Luiz. Tremor de Terra. 4. ed. São Paulo: Ed. Ática, 1977. p. 93).
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