Foram encontradas 60 questões.
- Referência bibliográfica
- Normas e Legislações da Biblioteconomia
- Normas Internacionais e de Padronização
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasAções Culturais e Educativas
- Organização e administração de bibliotecasAvaliação de bibliotecasTipos de Biblioteca
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Analise a representação descritiva em formato manual no quadro a seguir, extraído de Mey (2003).
Vázquez Montalbán, Manuel.
O quinteto de Buenos Aires / Manuel Vásquez Montalbán ; tradução: Eduardo Brandão. – São Paulo : Companhia das Letras, 2000. – 458p. – Romance policial, com o detetive Pepe Carvalho. – Tradução de: Quinteto de Buenos Aires. – ISBN 85-359-0029-2
1. ASSUNTO. I. Título.
Assinale a alternativa correta.
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- Processos Técnicos
- Desenvolvimento de coleções de bibliotecas e unidades de informação
- Formação e Desenvolvimento de Acervos e Coleções
Leia o quadro a seguir, extraído de Vergueiro (2010).
Materiais oferecidos em doação só serão aceitos com o entendimento explícito de que poderão ser incorporados ao acervo, vendidos, permutados, doados a outras bibliotecas ou descartados visando atender às prioridades estabelecidas pela Biblioteca (...) para o desenvolvimento de suas coleções. As doações serão incorporadas ao acervo em sua sequência normal, evitando-se ordenações diferenciadas, pois coleções separadas (especiais) limitam o uso pelo público e dificultam a localização dos documentos. Os itens doados terão sua procedência devidamente reconhecida, podendo ser identificados por um ex-libris ou etiqueta especial.
A partir da análise, é correto afirmar que
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A busca por um sentido
“Os dois dias mais importantes da sua vida são aqueles em que você nasceu e aquele em que descobre o porquê.” A máxima atribuída ao escritor americano Mark Twain (1835- 1910), autor de clássicos como As Aventuras de Tom Sawyer (1876), resume com precisão o valor de encontrar um propósito para a própria existência. Naturalmente, nunca é demais sublinhar, a busca por um sentido para estar vivo se confunde com o humano – ou, melhor ainda, com “ser” humano.
Há cerca de 50000 anos, quando, segundo achados recentes, o Homo Sapiens começou a pintar nas paredes das cavernas, desenhávamos figuras místicas, como caçadores dotados de superpoderes, que pareciam auxiliar os homens daquela época a situar a si mesmos em meio ao desconhecido. De lá para cá, não existem indícios de que se possa chegar a uma razão única que justifique o viver – porém cada indivíduo pode descobrir a sua.
Diante da pergunta “por que estamos aqui?”, feita durante uma entrevista, o escritor Charles Bukowski (1920- 1994), alemão radicado nos Estados Unidos, destacou: “Para quem acredita em Deus, a maior parte das grandes questões pode estar respondida. Mas, para aqueles que não aceitam a fórmula de Deus, as grandes respostas não estão cravadas na pedra. Nós nos ajustamos a novas condições e descobertas”.
No rastro desse debate, outra indagação se impõe: afinal, vale tanto assim o esforço de refletir acerca dos motivos de estar na Terra? Um estudo publicado em dezembro no periódico científico Journal of Clinical Psychiatry (EUA) foi pioneiro ao garantir que, até mesmo do ponto de vista da saúde física e mental, vale, sim, a pena. O veredito do estudo: aqueles que revelavam ter descoberto sentido em sua vida demonstravam também melhores condições de saúde, tanto psicológica como física. Enquanto isso, ocorreu o contrário com os que declaravam estar no máximo em um processo de busca. Esses apresentavam, com maior frequência, problemas de saúde.
(Sabrina Brito, Veja, 15.01.2020. Adaptado)
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