Foram encontradas 60 questões.
Com relação ao câncer de colo de útero, é correto afirmar que
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Com relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que
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Mulher, de 53 anos, é avaliada em consulta de rotina. O histórico é significativo para hipertensão de longa data tratada com lisinopril. Ela não relata nenhuma mudança em seu regime de medicação durante o último ano. Ao exame físico: pressão arterial: 145 x 92 mmHg e a frequência de pulso é de 84/min; outros sinais vitais estão normais. O restante do exame não é digno de nota. Creatinina sérica: 1,25 mg/dL (há 6 meses, era 0,6 mg/dL). Taxa de filtração glomerular estimada > 50 mL/min/1,73 m2. Exame de urina: gravidade específica: 1,014; pH 5,7; não há sangue; traços de proteínas. Relação albumina/creatinina na urina: 290 mg/g. Ultrassonografia com rins de tamanho normal e ecogenicidade aumentada; não se observa hidronefrose ou anormalidades do sistema coletor.
Nesse momento, o próximo passo de escolha é
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Homem, de 69 anos, é avaliado com o relato de 4 semanas de edema de membros inferiores. Ele tem histórico de tabagismo de 45 anos-maço, doença pulmonar obstrutiva crônica e a colonoscopia de triagem realizada há 1 ano foi normal. Nega tabagismo ou uso de qualquer medicamento. Ao exame físico: sinais vitais normais; extremidades inferiores com edema simétrico distal (2+/4); o restante do exame não é digno de nota. Exames séricos: creatinina: 1,32 mg/dL; albumina: 2,9 g/dL; colesterol total: 311 mg/dL. Excreção de proteína na urina de 24 horas: 6 300 mg/24h. A biópsia renal mostra nefropatia membranosa com coloração negativa para o antígeno do receptor da fosfolipase A2.
Nesse paciente, o exame complementar mais apropriado a ser solicitado é
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Mulher, de 80 anos, apresenta fratura de quadril após queda da própria altura sendo submetida a reparo cirúrgico com fixação da fratura. A evolução é marcada por infecção no local da incisão e recebe um curso de 10 dias de clindamicina oral. Ela foi transferida para um centro de reabilitação e desenvolve diarreia com fezes moles e aquosas e dor abdominal difuso, com 10 evacuações nas últimas 24 horas.
Nesse momento, a conduta inicial correta é
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Mulher, de 64 anos, é atendida em consulta de rotina. Ao exame físico, nota-se que as articulações em suas mãos são nodulares e aumentadas, como na imagem a seguir, e ela não se queixa de deficiência significativa.

Nessa paciente, as alterações radiológicas mais prováveis nas suas mãos são:
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Mulher, de 61 anos, apresenta quadro de exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica caracterizada por aumento da dispneia e da produção de expectoração purulenta. Ela usa mometasona/formoterol, brometo de tiotrópio e salbutamol. Ao exame físico: temperatura: 37,2 ºC, pressão arterial: 135 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 112 bpm; frequência respiratória: 26 ipm; oximetria de pulso com saturação de oxigênio de 94% oxigênio (cânula nasal: 4 L/min); exame pulmonar: sibilos expiratórios difusos, sem uso de músculos acessórios; o restante do exame não é contributivo. Gasometria arterial: pH: 7,36; PCO2: 43 mmHg; PO2: 65 mmHg. Radiografia de tórax: hiperinsuflação pulmonar e diafragma achatado, mas sem infiltrado. Antibiótico oral e inalação com salbutamol são iniciados.
O próximo passo correto é
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Homem, de 60 anos, de idade relata quadro de de dormência e formigamento nas extremidades inferiores há cerca de 10 meses. Ele não nota nenhuma fraqueza. Refere ter diabetes melito há 6 anos e tem história de tabagismo de 30 anos-maço. Ao exame físico: nota-se nos pés uma sensação diminuída ao toque leve, à picada de agulha e à vibração, estendendo-se até 7 cm abaixo dos joelhos simetricamente; percebe-se também a falta de pelos nas pernas dele no mesmo nível das alterações neurológicas; tórax, abdome e extremidades superiores têm sensibilidade normal; reflexos são normais nas extremidades superiores; reflexo de Aquiles ausente bilateralmente; o restante do exame físico não é contributivo. O diagnóstico mais provável é
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Homem, de 66 anos, é avaliado por uma história de 7 meses de falta de ar gradualmente progressiva e tosse seca. O histórico médico não é digno de nota e ele não toma medicamentos. Ao exame físico: sinais vitais normais; oximetria de pulso com saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente; cardíaco: normal; ausculta pulmonar com crepitações bibasilares finas inspiratórias finais; baqueteamento digital nas mãos; não há erupções cutâneas ou edema de extremidades. Radiografia de tórax: volumes pulmonares reduzidos e infiltrados reticulares bibasilares, sem linfadenopatia. Espirometria*: relação VEF1/CVF de 0,87; CVF de 62% do previsto; DLCO de 48% do previsto.
(* VEF1: volume expiratório forçado de 1º segundo; CVF: capacidade vital forçada; DLCO: difusão pulmonar para o monóxido de carbono).
Nesse momento, o próximo exame recomendado é
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Homem, de 59 anos, refere queixas de dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores. Ele tem antecedente de hipertensão em uso de aspirina em baixas doses e lisinopril e bloqueio cardíaco total com marcapasso de dupla câmara inserido há 1 ano. Nega sintomas anginosos. Ao exame físico: pressão arterial: 132 x 76 mmHg; turgência venosa jugular (2+/4); crepitações em 1/3 inferior dos pulmões; ritmo cardíaco regular, em 3 tempos (B3), com sopro holossistólico (3+/4) em foco mitral; extremidades inferiores com edema simétrico 1+/4. O eletrocardiograma mostra marcapasso funcionante, com frequência cardíaca de 70/min. Um ecocardiograma feito há 1 mês mostra uma fração de ejeção de ventrículo esquerdo de 28%.
Após tratamento com furosemida e alivio da congestão, é recomendado associar ao tratamento
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