Foram encontradas 92 questões.
Leia o texto de Moacyr Scliar a seguir e responda
à questão:
Machado de Assis, mulato, pobre,
descendente de escravos, órfão de mãe, ainda
teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma
carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia.
A doença provavelmente teve início na infância;
o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que
sentira quando menino, mas não esclareceu do
que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir
seu problema, ainda que suas crises convulsivas
tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas.
Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer
dessa doença muito frequente. O escritor russo
Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas
crises epilépticas generalizadas convulsivas na
fase madura de sua vida. As crises eram sempre
seguidas de confusão mental, depressão e
distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato
de a doença ser comum não eliminava o penoso
estigma que representava, mesmo porque à época
praticamente não havia tratamento eficaz. […]
A epilepsia continua sendo uma doença
muito comum, afetando, segundo se calcula,
cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas
a situação hoje é bem diferente daquela que
ocorria na época de Machado. Há cerca de duas
dezenas de medicamentos capazes de controlar
as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é
eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70%
das crianças e em 60% dos adultos. Machado de
Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.
Texto presente no livro “Território da emoção”. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013
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Leia o texto de Moacyr Scliar a seguir e responda
à questão:
Machado de Assis, mulato, pobre,
descendente de escravos, órfão de mãe, ainda
teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma
carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia.
A doença provavelmente teve início na infância;
o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que
sentira quando menino, mas não esclareceu do
que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir
seu problema, ainda que suas crises convulsivas
tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas.
Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer
dessa doença muito frequente. O escritor russo
Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas
crises epilépticas generalizadas convulsivas na
fase madura de sua vida. As crises eram sempre
seguidas de confusão mental, depressão e
distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato
de a doença ser comum não eliminava o penoso
estigma que representava, mesmo porque à época
praticamente não havia tratamento eficaz. […]
A epilepsia continua sendo uma doença
muito comum, afetando, segundo se calcula,
cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas
a situação hoje é bem diferente daquela que
ocorria na época de Machado. Há cerca de duas
dezenas de medicamentos capazes de controlar
as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é
eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70%
das crianças e em 60% dos adultos. Machado de
Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.
Texto presente no livro “Território da emoção”. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013
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Leia o trecho da entrevista a seguir, concedida pelo
historiador Leandro Karnal, e responda à questão:
Quais são hoje as grandes questões da
humanidade, inerentes à nossa época?
O ser humano está associado ao consumo,
a vida adquiriu uma dimensão virtual, imagem
é tudo, o outro é perigoso, família é meu centro,
esforço resolve qualquer questão, o melhor virá
logo em seguida se eu me sacrificar, informação
virou conhecimento, tecnologia resolve, juventude
será eterna, a vida pode ser controlada. Isto é
quase toda a nossa filosofia atual.
O senhor acredita que hoje as pessoas
estão tentando buscar o sentido da vida de uma
forma diferente? Há uma retomada às tentativas de
se compreender melhor?
Existem pessoas que se perguntam pela
árdua questão do sentido da vida. Mas, a maioria
busca a satisfação de necessidades rápidas
como o consumo. O mais desafiador seria pensar,
“sartreanamente”, que a vida em si não apresenta
um sentido prévio, mas que devemos descobrir
algo a partir da nossa realidade, pois a existência
precede a essência.
O desejo pela felicidade é uma constante
dos nossos tempos? Por que é importante falar
sobre a busca pela felicidade hoje?
Não. Ele é um projeto essencialmente
burguês do século XIX. A felicidade neste mundo
não era o foco da maioria das civilizações anteriores.
Como nós a entendemos, hoje, felicidade é um
grande projeto de classe média (que atinge gente
de todas as classes) que deve apresentar uma
vida integral, plena, com saúde, estrutura familiar,
bem sucedida e cheia de controles. Felicidade é
um projeto de classe média e isto marca todo o
aconselhamento sobre felicidade disponível nas
redes. Aristocratas e proletários pensam e agem
por outro caminho.
(Entrevista realizada pela ISTO É, 2016.)
I. O verbo “precede” significa “antecede, vem antes de”. II. Os dois artigos definidos presentes na frase deveriam estar acrescidos do acento marcador de crase, por uma questão de estética. III. A frase ficaria mais elegante e correta grafada “À existência precede à essência”. IV. “Existência” e “essência” têm o mesmo sentido e significado.
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historiador Leandro Karnal, e responda à questão:
Quais são hoje as grandes questões da
humanidade, inerentes à nossa época?
O ser humano está associado ao consumo,
a vida adquiriu uma dimensão virtual, imagem
é tudo, o outro é perigoso, família é meu centro,
esforço resolve qualquer questão, o melhor virá
logo em seguida se eu me sacrificar, informação
virou conhecimento, tecnologia resolve, juventude
será eterna, a vida pode ser controlada. Isto é
quase toda a nossa filosofia atual.
O senhor acredita que hoje as pessoas
estão tentando buscar o sentido da vida de uma
forma diferente? Há uma retomada às tentativas de
se compreender melhor?
Existem pessoas que se perguntam pela
árdua questão do sentido da vida. Mas, a maioria
busca a satisfação de necessidades rápidas
como o consumo. O mais desafiador seria pensar,
“sartreanamente”, que a vida em si não apresenta
um sentido prévio, mas que devemos descobrir
algo a partir da nossa realidade, pois a existência
precede a essência.
O desejo pela felicidade é uma constante
dos nossos tempos? Por que é importante falar
sobre a busca pela felicidade hoje?
Não. Ele é um projeto essencialmente
burguês do século XIX. A felicidade neste mundo
não era o foco da maioria das civilizações anteriores.
Como nós a entendemos, hoje, felicidade é um
grande projeto de classe média (que atinge gente
de todas as classes) que deve apresentar uma
vida integral, plena, com saúde, estrutura familiar,
bem sucedida e cheia de controles. Felicidade é
um projeto de classe média e isto marca todo o
aconselhamento sobre felicidade disponível nas
redes. Aristocratas e proletários pensam e agem
por outro caminho.
(Entrevista realizada pela ISTO É, 2016.)
I. a vida II. adquiriu III. uma dimensão virtual
A) Objeto direto. B) Sujeito. C) Verbo.
Correlacionando CORRETAMENTE os elementos a suas respectivas funções, assinale a alternativa CORRETA.
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historiador Leandro Karnal, e responda à questão:
Quais são hoje as grandes questões da
humanidade, inerentes à nossa época?
O ser humano está associado ao consumo,
a vida adquiriu uma dimensão virtual, imagem
é tudo, o outro é perigoso, família é meu centro,
esforço resolve qualquer questão, o melhor virá
logo em seguida se eu me sacrificar, informação
virou conhecimento, tecnologia resolve, juventude
será eterna, a vida pode ser controlada. Isto é
quase toda a nossa filosofia atual.
O senhor acredita que hoje as pessoas
estão tentando buscar o sentido da vida de uma
forma diferente? Há uma retomada às tentativas de
se compreender melhor?
Existem pessoas que se perguntam pela
árdua questão do sentido da vida. Mas, a maioria
busca a satisfação de necessidades rápidas
como o consumo. O mais desafiador seria pensar,
“sartreanamente”, que a vida em si não apresenta
um sentido prévio, mas que devemos descobrir
algo a partir da nossa realidade, pois a existência
precede a essência.
O desejo pela felicidade é uma constante
dos nossos tempos? Por que é importante falar
sobre a busca pela felicidade hoje?
Não. Ele é um projeto essencialmente
burguês do século XIX. A felicidade neste mundo
não era o foco da maioria das civilizações anteriores.
Como nós a entendemos, hoje, felicidade é um
grande projeto de classe média (que atinge gente
de todas as classes) que deve apresentar uma
vida integral, plena, com saúde, estrutura familiar,
bem sucedida e cheia de controles. Felicidade é
um projeto de classe média e isto marca todo o
aconselhamento sobre felicidade disponível nas
redes. Aristocratas e proletários pensam e agem
por outro caminho.
(Entrevista realizada pela ISTO É, 2016.)
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Leia o trecho da entrevista a seguir, concedida pelo
historiador Leandro Karnal, e responda à questão:
Quais são hoje as grandes questões da
humanidade, inerentes à nossa época?
O ser humano está associado ao consumo,
a vida adquiriu uma dimensão virtual, imagem
é tudo, o outro é perigoso, família é meu centro,
esforço resolve qualquer questão, o melhor virá
logo em seguida se eu me sacrificar, informação
virou conhecimento, tecnologia resolve, juventude
será eterna, a vida pode ser controlada. Isto é
quase toda a nossa filosofia atual.
O senhor acredita que hoje as pessoas
estão tentando buscar o sentido da vida de uma
forma diferente? Há uma retomada às tentativas de
se compreender melhor?
Existem pessoas que se perguntam pela
árdua questão do sentido da vida. Mas, a maioria
busca a satisfação de necessidades rápidas
como o consumo. O mais desafiador seria pensar,
“sartreanamente”, que a vida em si não apresenta
um sentido prévio, mas que devemos descobrir
algo a partir da nossa realidade, pois a existência
precede a essência.
O desejo pela felicidade é uma constante
dos nossos tempos? Por que é importante falar
sobre a busca pela felicidade hoje?
Não. Ele é um projeto essencialmente
burguês do século XIX. A felicidade neste mundo
não era o foco da maioria das civilizações anteriores.
Como nós a entendemos, hoje, felicidade é um
grande projeto de classe média (que atinge gente
de todas as classes) que deve apresentar uma
vida integral, plena, com saúde, estrutura familiar,
bem sucedida e cheia de controles. Felicidade é
um projeto de classe média e isto marca todo o
aconselhamento sobre felicidade disponível nas
redes. Aristocratas e proletários pensam e agem
por outro caminho.
(Entrevista realizada pela ISTO É, 2016.)
I. O verbo está conjugado incorretamente, pois, após a conjunção “se”, a forma verbal correta seria “sacrifico”, já que o sujeito é “eu”, ficando correta a frase “o melhor virá em seguida se eu me sacrifico”. II. O verbo está conjugado corretamente, pois assume essa forma quando está regido pela conjunção “se”.
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historiador Leandro Karnal, e responda à questão:
Quais são hoje as grandes questões da
humanidade, inerentes à nossa época?
O ser humano está associado ao consumo,
a vida adquiriu uma dimensão virtual, imagem
é tudo, o outro é perigoso, família é meu centro,
esforço resolve qualquer questão, o melhor virá
logo em seguida se eu me sacrificar, informação
virou conhecimento, tecnologia resolve, juventude
será eterna, a vida pode ser controlada. Isto é
quase toda a nossa filosofia atual.
O senhor acredita que hoje as pessoas
estão tentando buscar o sentido da vida de uma
forma diferente? Há uma retomada às tentativas de
se compreender melhor?
Existem pessoas que se perguntam pela
árdua questão do sentido da vida. Mas, a maioria
busca a satisfação de necessidades rápidas
como o consumo. O mais desafiador seria pensar,
“sartreanamente”, que a vida em si não apresenta
um sentido prévio, mas que devemos descobrir
algo a partir da nossa realidade, pois a existência
precede a essência.
O desejo pela felicidade é uma constante
dos nossos tempos? Por que é importante falar
sobre a busca pela felicidade hoje?
Não. Ele é um projeto essencialmente
burguês do século XIX. A felicidade neste mundo
não era o foco da maioria das civilizações anteriores.
Como nós a entendemos, hoje, felicidade é um
grande projeto de classe média (que atinge gente
de todas as classes) que deve apresentar uma
vida integral, plena, com saúde, estrutura familiar,
bem sucedida e cheia de controles. Felicidade é
um projeto de classe média e isto marca todo o
aconselhamento sobre felicidade disponível nas
redes. Aristocratas e proletários pensam e agem
por outro caminho.
(Entrevista realizada pela ISTO É, 2016.)
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- MorfologiaAdjetivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Leia o texto de Moacyr Scliar a seguir e responda
à questão:
Machado de Assis, mulato, pobre,
descendente de escravos, órfão de mãe, ainda
teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma
carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia.
A doença provavelmente teve início na infância;
o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que
sentira quando menino, mas não esclareceu do
que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir
seu problema, ainda que suas crises convulsivas
tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas.
Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer
dessa doença muito frequente. O escritor russo
Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas
crises epilépticas generalizadas convulsivas na
fase madura de sua vida. As crises eram sempre
seguidas de confusão mental, depressão e
distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato
de a doença ser comum não eliminava o penoso
estigma que representava, mesmo porque à época
praticamente não havia tratamento eficaz. […]
A epilepsia continua sendo uma doença
muito comum, afetando, segundo se calcula,
cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas
a situação hoje é bem diferente daquela que
ocorria na época de Machado. Há cerca de duas
dezenas de medicamentos capazes de controlar
as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é
eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70%
das crianças e em 60% dos adultos. Machado de
Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.
Texto presente no livro “Território da emoção”. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013
I. Significa “com probabilidade, possivelmente”. II. Trata-se de um adjetivo, que se relaciona diretamente a “50 milhões de pessoas”. III. Está grafada incorretamente no texto. IV. É composto por “provável” e “mente” e, por isso, deveria manter o acento da palavra “provável”, ficando correta a forma “provávelmente”.
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à questão:
Machado de Assis, mulato, pobre,
descendente de escravos, órfão de mãe, ainda
teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma
carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia.
A doença provavelmente teve início na infância;
o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que
sentira quando menino, mas não esclareceu do
que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir
seu problema, ainda que suas crises convulsivas
tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas.
Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer
dessa doença muito frequente. O escritor russo
Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas
crises epilépticas generalizadas convulsivas na
fase madura de sua vida. As crises eram sempre
seguidas de confusão mental, depressão e
distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato
de a doença ser comum não eliminava o penoso
estigma que representava, mesmo porque à época
praticamente não havia tratamento eficaz. […]
A epilepsia continua sendo uma doença
muito comum, afetando, segundo se calcula,
cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas
a situação hoje é bem diferente daquela que
ocorria na época de Machado. Há cerca de duas
dezenas de medicamentos capazes de controlar
as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é
eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70%
das crianças e em 60% dos adultos. Machado de
Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.
Texto presente no livro “Território da emoção”. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013
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Machado de Assis, mulato, pobre,
descendente de escravos, órfão de mãe, ainda
teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma
carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia.
A doença provavelmente teve início na infância;
o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que
sentira quando menino, mas não esclareceu do
que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir
seu problema, ainda que suas crises convulsivas
tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas.
Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer
dessa doença muito frequente. O escritor russo
Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas
crises epilépticas generalizadas convulsivas na
fase madura de sua vida. As crises eram sempre
seguidas de confusão mental, depressão e
distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato
de a doença ser comum não eliminava o penoso
estigma que representava, mesmo porque à época
praticamente não havia tratamento eficaz. […]
A epilepsia continua sendo uma doença
muito comum, afetando, segundo se calcula,
cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas
a situação hoje é bem diferente daquela que
ocorria na época de Machado. Há cerca de duas
dezenas de medicamentos capazes de controlar
as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é
eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70%
das crianças e em 60% dos adultos. Machado de
Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.
Texto presente no livro “Território da emoção”. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013
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