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Os Brasileiros segundo o Google
Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Considerando o emprego do vocábulo “perenes”, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O vocábulo é uma paroxítona e pode ser classificado como polissílabo.
( ) A palavra destacada poderia ser substituída por “duradouros” e “perduráveis” sem prejuízo do significado original do texto.
( ) Poder-se-ia formar o também adjetivo “perenal”, por derivação sufixal, a partir da palavra destacada do texto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Os Brasileiros segundo o Google
Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
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Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um dos motivadores para as pesquisas mais realizadas pelos brasileiros.
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Um país de fãs de afiadores de facas, filmes de terror e músicas melosas; de obcecados por campeonatos juniores de futebol, peixes nórdicos e pela convocação da seleção sueca de futebol. Esse é um dos recortes possíveis para quem quisesse entender o brasileiro a partir de suas buscas mais feitas no Google ao longo de 2018. A gigante das buscas — e de tantas outras facetas da vida conectada, incluindo os dados de localização de seus usuários — revelou recentemente quais foram os termos mais buscados em sua plataforma pelos usuários brasileiros, convenientemente dividindo-os em categorias como “como fazer?”, “cultura” e “mortes”. É um documento interessante, ainda que com distorções, sobre os temas que fizeram nossa cabeça nesse ano atribulado.
Antes de tudo, é óbvio que nem todos os resultados surpreendem. São assuntos perenes, como um interminável reality show, e outros particulares a nosso ano, como o nome do presidente eleito. Ainda assim, há bastante espaço para buscas, no mínimo, interessantes. No mesmo Top 10 figuram o “Horário de Brasília” (possivelmente por conta da pane nos relógios dos celulares), a Copa São Paulo de Juniores (que aparece na frente de seu parente profissional, o Brasileirão) e até mesmo o falecido quadrinista Stan Lee.
No relatório, alguns dados saltam aos olhos. Na categoria “O que é?”, assuntos que dominaram o noticiário são refletidos, como a busca pela definição de fascismo, intervenção militar e da Ursal, a inventiva União das Repúblicas Socialistas da América Latina antagonizada por Cabo Daciolo (que não aparece na lista). Há outros termos que passaram batidos, como a doença tuberculose ganglionar, a palavra “momo”, a condição física afonia e até a chaira, que, confesso, fui pesquisar no Google e descobri ser outro nome para amolador de faca.
Já na seara das ações práticas, ou seja, as pesquisas de “como fazer”, o grande vencedor é o Slime, um “brinquedo” que nada mais é do que uma gosma colorida e que parece voltar aos holofotes da juventude com alguma frequência. Também têm destaque as dúvidas de “como fazer figurinhas no Whatsapp” (o que já rendeu belos memes ao longo do ano) e “como fazer gasolina”, que suponho ter sido impulsionada pela greve dos caminheiros, outro tema muito destacado no Google esse ano. Há espaço também para “como fazer bacalhau”, o peixe norueguês que todo ano desafia cozinheiros e cozinheiras natalinos pelo país.
De volta ao mundo da carne, chegamos à categoria de Celebridades. Além de estrelas desse ano, como Pablo Vittar, MC Loma e o involuntariamente polêmico Roger Waters, uma surpresa e tanto: o famoso mais buscado no Brasil foi o ator brucutu Sylvester Stallone. Nem ouso conjecturar o motivo. No Top 10 dos esportistas, duas surpresas em primeiro e décimo lugar: o jovem craque francês Kyllian Mbappé encabeça a lista, que é completa por Lyoto Machida, lutador brasileiro de MMA conhecido por seus chutes e por ter migrado do UFC para a rival Bellator nesse ano.
Também é importante destacar os filmes e músicas mais buscados no ano: entre as produções cinematográficas estão o terror “A Freira” (que fica muito atrás em qualidade se comparada aos antecessores Invocação do Mal 1 e 2) e o filme de herói Deadpool 2. Nas músicas, foram mais buscadas as letras da prosaica “Era uma Vez” de Kell Smith e a bombada “Que Tiro Foi Esse” de Jojo Toddynho, que também apareceu como meme do ano no buscador.
É preciso, porém, sempre entender essas listas tendo em conta suas limitações. Antes de tudo, muitos brasileiros não têm acesso à internet, estando 35% dos cidadãos não conectados . Além disso, o Google não é a única maneira de busca de informações na rede, ainda que faça um esforço descomunal para passar essa impressão. Internautas ainda buscam em redes sociais, nos e-mails e nos sites de notícia. Termos e assuntos que comoveram e movimentaram o país não necessariamente são buscados de maneira uniforme na plataforma. Se mais nada, ao menos, o relatório mostra que, ao contrário das aparências, as eleições não foram o único assunto da internet nesse ano. Ainda bem.
(Daniel Salgado – 13/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com. – adaptação)
Analise as assertivas a seguir, considerando o texto lido:
I. A pesquisa da Google fornece um relatório preciso sobre o perfil dos brasileiros, levando-se em conta suas buscas na internet, no ano de 2018.
II. Entre os assuntos buscados estão alguns relacionados a situações do cotidiano dos brasileiros, além de figuras do esporte, da mídia e do mundo das artes.
III. Uma das restrições da pesquisa deve-se ao fato de que a população brasileira não está 100% conectada à rede mundial de computadores.
Quais estão corretas?
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2302765
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
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A concentração de determinada substância no solo ou na água subterrânea acima da qual existem riscos potenciais, diretos ou indiretos, à saúde humana, considerando um cenário de exposição padronizado é denominada:
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2302764
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
O gerenciamento de áreas contaminadas deverá conter procedimentos e ações voltadas ao atendimento dos seguintes objetivos, EXCETO:
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Analise as assertivas abaixo sobre objetivos do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos:
I. Descentralizar a obtenção e produção de dados e informações.
II. Reunir, dar consistência e divulgar os dados e informações sobre a situação qualitativa e quantitativa dos recursos hídricos no Brasil.
III. Disponibilizar os dados e informações a toda a sociedade.
IV. Atualizar permanentemente as informações sobre disponibilidade e demanda de recursos hídricos em todo o território nacional.
V. Fornecer subsídios para a elaboração dos Planos de Recursos Hídricos.
Quais estão corretas?
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Considerando a Resolução Conama nº 420/2009, analise as seguintes assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Avaliação de risco: processo pelo qual são identificados, avaliados e quantificados os riscos à saúde humana ou a bem de relevante interesse ambiental a ser protegido.
( ) Avaliação preliminar: etapa do processo de identificação de áreas contaminadas que tem como objetivo principal confirmar ou não a existência de substâncias de origem antrópica nas áreas suspeitas, no solo ou nas águas subterrâneas, em concentrações acima dos valores de investigação.
( ) Bens a proteger: a saúde e o bem-estar da população; a fauna e a flora; a qualidade do solo, das águas e do ar; os interesses de proteção à natureza/paisagem; a infraestrutura da ordenação territorial e planejamento regional e urbano; a segurança e ordem pública.
( ) Cenário de exposição: padronização do conjunto de variáveis relativas à liberação das substâncias químicas de interesse, a partir de uma fonte primária ou secundária de contaminação; aos caminhos de exposição e às vias de ingresso no receptor considerado, para derivar os valores de investigação, em função dos diferentes usos do solo.
( ) Contaminação: Situação em que estejam ameaçadas a vida humana, o meio ambiente ou o patrimônio público e privado, em razão da presença de agentes tóxicos, patogênicos, reativos, corrosivos ou inflamáveis no solo ou em águas subterrâneas ou em instalações, equipamentos e construções abandonadas, em desuso ou não controladas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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2302761
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Gramado-RS
Provas:
Conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, é definido como:
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De acordo com a Resolução Conama nº 357/2005, para águas doces de classe 2, o oxigênio dissolvido (O2), em qualquer amostra, não poderá ser inferior a (mg/L O2):
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