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Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Governador Celso Ramos-SC
Seja N o mínimo múltiplo comum entre os números 2520 e 5940, isto é N=mmc (2520, 5940). Assim, dividindo N em duas partes inversamente proporcionais aos números 5 e 7, obteremos os valores de A e B, respectivamente. Assim, julgue as sentenças abaixo em V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:

Assim, assinale a sequência CORRETA de cima para baixo:
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Disciplina: Matemática
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Determine o produto entre o maior número
inteiro negativo e o menor número inteiro positivo
do conjunto solução da inequação
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Disciplina: Matemática
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Considere as proposições:

Está(ão) CORRETA(S) a(s) proposição(ões):
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Disciplina: Matemática
Banca: FAEPESUL
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Sabendo que área do Triângulo 02 equivale a 60% da área do Triângulo 01, assinale a alternativa que apresenta a medida que corresponde a hipotenusa do Triângulo 02.

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Disciplina: Matemática
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Considere a função F, de R em R , cuja representação gráfica se encontra na figura abaixo:


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Disciplina: Matemática
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- FundamentosPotenciação e RadiciaçãoRadiciação
- FundamentosPotenciação e RadiciaçãoPotenciação
- FundamentosFrações e Números Decimais
- Álgebra
Considere as proposições:

Assinale uma única alternativa:
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Disciplina: Português
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Confira a regência do verbo COMUNICAR:
I. A assessoria de imprensa comunicou ao prefeito as manifestações ocorridas.
II. A assessoria de imprensa comunicou o prefeito as manifestações ocorridas.
III. A assessoria de imprensa comunicou-lhe as manifestações ocorridas.
IV. A assessoria de imprensa comunicou-lhe das manifestações ocorridas.
Analisados os exemplos acima, podemos afirmar que:
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Disciplina: Português
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Em se tratando da colocação dos pronomes oblíquos átonos:
I. Não posso reclamar, pois todos me deram apoio quando precisei.
II. O combinado era que nos encontrássemos em frente à praça central.
III. Contou-me o gerente que as provas realizar-se-ão apenas em outubro.
IV. Em se tratando de pronomes oblíquos, temos os casos de próclise, mesóclise e ênclise.
Sobre as proposições acima:
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Disciplina: Português
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E a bolsa masculina?
Vou a um encontro formal. Boto paletó e gravata. E começo a encher os bolsos: chaves, celular, caneta, cartões de crédito e de visita, carteira, documentos pessoais e do carro, talão, óculos de sol, lenço, iPod — ninguém é de ferro. Em minutos meu terno estufa. O botão do paletó não fecha por causa do celular. Meu traseiro fica quadrado devido aos documentos acomodados nos bolsos de trás. A calça, por causa do peso, escorrega pela barriga, que salta sobre o cinto! E minha elegância desaparece! Pior: dali a pouco tudo se confunde. Para achar algum desses itens, vasculho o interior de minhas roupas com os dedos. Vou pegar a caneta e retiro as chaves.
O vestuário masculino tornou-se obsoleto, essa é a verdade. As sortudas das mulheres têm as bolsas. A bolsa feminina equivale à caixa-preta do avião. Só se sabe o que há lá dentro após uma investigação minuciosa. São itens variados, que vão de maquiagem a tíquetes de passagens antigas e fotos de entes queridos amassadas. Mas é confortável. A proprietária de uma bolsa enfia o que quiser lá dentro. Resgata quando houver necessidade. Mesmo se for preciso espalhar o conteúdo no sofá. E, em casos extremos, chamar o Corpo de Bombeiros!
A bolsa masculina já esteve em moda. Não me refiro à época dos hippies barbudões com horrendos artefatos de couro cru e sandálias nos pés. Houve um tempo em que homens usavam bolsas elegantes. Recheadas de inutilidades, mas, apesar dessa contradição, úteis. Grandes grifes ainda produzem bolsas masculinas. Poucos as usam.
As pochetes são práticas, mas ganharam fama de cafonas. Confesso: tenho horror! Existe imagem mais brega do que a de um barrigudo com o botão aberto no umbigo e uma pochete estufada no cinto?
Os executivos preferem as pastas. Elas costumam oferecer compartimentos para laptop, documentos variados, bloco de notas, remédios, três ou quatro celulares, enfim... tudo! Tais quais as bolsas femininas, abrigam mistérios. Só são esvaziadas de tempos em tempos, diante de uma ameaça de divórcio, por exemplo. Com frequência, moscas, vespas e até aranhas secas são encontradas entre a papelada.
Pastas são sérias demais. Não combinam com um jeans informal, uma camiseta leve e tênis. E o pior: é muito fácil esquecê-las. Ou vê-las arrebatadas pelas mãos de um larápio. Hoje em dia, perder um laptop ou celular pode se transformar em prejuízo irremediável. Vão embora os contatos comerciais, endereços, enfim... a vida toda!
Alguns preferem mochilas. Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó. Livros, laptop, documentos, perfumes, desodorantes, cuecas limpas e até sujas no caso de viagens rápidas lutam para se acomodar dentro da lona. Eu já imagino: o executivo marca uma reunião com o presidente de um banco para pedir um empréstimo. Vai pegar o laptop para mostrar o projeto. E retira uma cueca, a escova e a pasta de dentes!
Os papas da moda masculina vivem discutindo o número de botões de paletós, a largura das lapelas, se as barras são para dentro ou fora. Redesenham relógios que se tornam cada vez mais inúteis em um mundo onde se veem as horas no celular. Mas ninguém propõe uma solução radical para a roupa do homem.
A volta da bolsa é apenas um item. Enquanto a moda feminina evolui e se transforma a cada ano, a masculina marca passo. Olho as vitrines dos shoppings e tudo é semelhante ao ano passado. Fico pensando: quando algum estilista oferecerá uma mudança radical, capaz de fazer a cabeça de todos nós e tornar o traje masculino realmente prático e confortável?
(Walcyr Carrasco)
De acordo com o contexto em análise:
I. O texto apresenta como discussão central a evolução da moda feminina.
II. A reflexão do autor dirige-se à necessidade de mudança radical no traje masculino.
III. Há um registro de ironia no período “Executivo de terno e gravata com mochilinha de lona nas costas é uó”.
IV. A palavra “mochilinha” é um exemplo de diminutivo pejorativo.
Sobre as proposições acima, podemos afirmar:
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Disciplina: Português
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. Governador Celso Ramos-SC
Quanto à presença ou ausência do acento indicativo de crase, considere:
I. No caso de preço à vista, os descontos são bem significativos.
II. As crianças não obedeciam às regras de casa e nem às normas da escola.
III. Não estou conseguindo ir a festas e jantares que acontecem no meio da semana.
IV. De segunda a sexta-feira, entregamos suas compras em casa.
Sobre essas proposições, temos que:
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