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Como medida rastreadora do câncer de colo uterino, uma mulher de 24 anos, com colpocitologia oncoparasitária mostrando células escamosas atípicas de significado indeterminado, não podendo afastar hipótese de lesão de alto grau (ASCUS-H), deve ser submetida
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Paciente do sexo feminino, de 30 anos, com quadro de dismenorreia intensa e dor pélvica crônica com repercussão social e sexual. Traz exame de ressonância pélvica mostrando endometriose profunda em fundo de saco posterior com infiltração do ligamento uterossacro esquerdo e, superficialmente, na parede do sigmoide. Tem antecedentes de duas cesarianas e laqueadura tubária há três anos.
Diante desde quadro, o tratamento inicial mais adequado é:
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Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com história de que há cerca de dez anos iniciou quadro de urgência miccional, nictúria, polaciúria e incontinência urinária aos grandes esforços, sendo que, nos últimos anos, estes sintomas têm trazido grande desconforto social. Tem antecedentes de três partos cesarianas, menopausa há 15 anos, sem uso de terapia hormonal. Ao exame físico, apresenta vagina atrófica, sem distopia genital e sem perdas ao esforço.
Diante desde quadro, excluindo-se a infecção urinária, e após o tratamento da vaginite atrófica, a principal hipótese diagnóstica é a
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Paciente do sexo feminino, de 35 anos, chega ao pronto-socorro com queixa de sangramento uterino aumentado associado à dismenorreia. Informa que estava em amenorreia há cerca de um ano, desde que foi realizado implante de DIU-Levonorgestrel (MIRENA©). Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, mas com Hb=9,6 g/Dl, dosagem de B-hCG negativo, ultrassonografia mostrando útero e anexos normais, com DIU em fundo da cavidade uterina e endométrio com 2 mm.
Diante deste quadro, a terapêutica adequada, inicial, é:
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Paciente do sexo feminino, de 55 anos, cinco anos de menopausa, sem sintomas vasomotores, com inibição do desejo sexual secundária à dispareunia. Além disso, apresenta densitometria óssea mostrando DMO= -2,5 DP em coluna lombar, antecedentes pessoais de histerectomia e familiares de mãe com câncer de mama.
Neste caso, a forma terapêutica adequada é:
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Em casos de falência ovariana precoce, o tratamento com terapia hormonal sistêmica é:
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Constitui indicação de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), com antirretrovirais,
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Adolescente de 15 anos informa relação sexual consentida sem utilização de preservativo há cerca de um mês. No rastreamento de infecções sexualmente transmissíveis, em relação à sífilis, um teste não treponêmico e outro treponêmico resultaram, respectivamente, em reagente e não reagente.
Diante deste quadro, a conduta correta é:
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A fase de excitação sexual, durante o ciclo da resposta sexual feminina, possui substrato fisiológico caracterizado por
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Paciente do sexo feminino, de 42 anos, chega ao pronto-socorro com sangramento agudo de origem uterina, com moderada quantidade e estável hemodinamicamente. Tem antecedentes de hipertensão arterial grave e diabetes tipo 2 sem controle adequado. A ultrassonografia é normal, com endométrio de 1 mm e B-hCG negativo.
Diante deste quadro, a primeira opção terapêutica é o
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