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Foram encontradas 255 questões.

2587361 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que contempla o componente curricular de Arte apresenta cinco unidades temáticas. As unidades trazidas por documentos oficiais curriculares anteriores já foram desenvolvidas pelas escolas, como as Artes Visuais, Música, Dança e Teatro. Agora temos as que igualmente as demais apresentam objetos do conhecimento e habilidades a serem desenvolvidos. A nova unidade temática proposta pela BNCC articula e relaciona diversas linguagens em suas práticas a partir do uso das tecnologias e da comunicação. Sobre qual unidade temática o texto menciona?

 

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2587360 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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A partir dos anos 90, os Parâmetros Curriculares Nacionais propuseram a utilização da Metodologia Triangular para o ensino de Arte da professora Ana Mae Barbosa. Em 2018, a Base Nacional Comum Curricular também apresenta que “a prática investigativa constitui o modo de produção e organização dos conhecimentos em Arte. É no percurso do fazer artístico que os alunos criam, experimentam, desenvolvem e percebem uma poética pessoal. Os conhecimentos, processos e técnicas produzidos e acumulados ao longo do tempo em Artes visuais, Dança, Música e Teatro contribuem para a contextualização dos saberes e das práticas artísticas. Eles possibilitam compreender as relações entre tempos e contextos sociais dos sujeitos na sua interação com a arte e a cultura” (p. 193).

Assinale a alternativa que apresenta os aspectos constituintes da Metodologia Triangular para o ensino da Arte.

 

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2587359 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Proposta de uma atividade de Arte aos alunos que consiste em realizar a interpretação de uma obra artística. Este tipo de atividade indica o tema gerador a partir da obra original para que os alunos realizem suas produções artísticas de .

 

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2587358 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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O professor do componente curricular de Arte ao elaborar o plano de aulas para a unidade temática “Dança” deverá considerar no processo de ensino:

 

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2587357 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Sobre avaliação no ensino de Arte, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2587356 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Instrumental de avaliação em Arte que poderá ser utilizado pelo professor, visto que registra anotações, apontamentos, resumos e trabalhos com diversas técnicas artísticas realizados pelos alunos.

 

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2587355 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Observe a imagem.

Descrição de imagem

A imagem mostra a fisionomia de muitos trabalhadores. Mostra prédios e chaminés das fábricas.

Enunciado 3345967-1

A imagem mostra uma obra modernista de 1933 da artista plástica Tarsila do Amaral intitulada Operários. A obra registra o período da industrialização brasileira. Assinale a alternativa que melhor apresenta a arte brasileira para esse período.

 

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2587354 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Por que falamos tanto sobre o centenário da Semana de 22?

Luiza Adas

Recentemente, nas artes, só se fala em uma coisa: o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. O evento, organizado por artistas e intelectuais em fevereiro daquele ano, por ocasião do Centenário da Independência, foi um marco na história da arte e da cultura brasileira. Mas o que de fato essa semana significou? Quais os avanços práticos que o modernismo brasileiro trouxe ao nosso país? Hoje, trago algumas informações que explicam, de forma sucinta, como se organizou este movimento.

O evento aconteceu de 13 a 17 de fevereiro no Theatro Municipal de São Paulo, em 1922, a partir da articulação de artistas como Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Oswald e Mário de Andrade, dentre outros. O intuito do evento era mostrar a arte genuinamente brasileira que estava sendo produzida e expressa a partir de diferentes linguagens. O festival realizado no saguão do teatro incluía não apenas exposições, como também apresentações de literatura e música, que propunham o rompimento com a arte acadêmica e o compromisso com a independência cultural da arte brasileira.

Modernismo brasileiro

Embora o modernismo brasileiro tenha sido oficialmente inaugurado a partir da Semana de 22, anos antes a classe artística e intelectual do Brasil já vinha se articulando para pensar uma nova forma de pensar e fazer arte. […] Essa forma “moderna” de pensar tinha tido início nas vanguardas artísticas europeias, decorrentes do processo de Revolução Industrial, no final do século XIX e começo do século XX. Na ocasião, o Brasil passava por um processo forte de migração, a urbanização de São Paulo era cada vez maior, e diversas pessoas, com maior poder aquisitivo, tiveram a oportunidade de experienciar a vida na Europa. Esses fatores combinados acabaram por resultar no desenvolvimento do modernismo brasileiro.

[...]

Afinal de contas, qual o legado que este movimento deixa para nós? Quais as reflexões que trazemos a partir disso? O grande mérito do modernismo, a meu ver, foi o protagonismo que ele garantiu à produção artística brasileira nacionalmente e internacionalmente. A partir desse movimento e de figuras [...] artistas desse período, pudemos pensar cada vez mais, e de forma independente, sobre nossa identidade e tudo aquilo que abarca “ser brasileiro”.

Apesar disso, fica claro também que grande parte dos artistas que compuseram esse grupo não representava a totalidade do que era a população brasileira. O grupo que liderou o movimento modernista era em sua maioria parte da elite paulista e de um grupo intelectual seleto que pouco vivenciava as dores e questões da vida de pessoas das demais classes sociais do país. Embora o movimento tenha trazido reflexões valiosas para nossa sociedade, ele não dialogou com grande parcela da população, uma vez que essa produção artística tinha seu olhar enviesado.

Nos dias de hoje, é necessário retomarmos os questionamentos modernistas de 100 anos atrás, mas com suas respectivas atualizações. Qual a identidade brasileira que estamos construindo daqui para frente? Quem são os artistas genuinamente brasileiros que merecem foco nos dias de hoje? Como tornar essa discussão mais aberta ao público de massa? Se a arte nos serve também como uma ferramenta de reflexão, que possamos utilizar essas obras, feitas há 100 anos atrás, como objetos de análise para nos ajudar a mudar aspectos da sociedade atual.

Disponível em: https://casavogue.globo.com/Colunas/Arte-em-prosa/noticia/2022/02/por-que-falamos-tanto-sobre-o-centenario-

da-semana-de-22.html. Acesso em: 07. Maio. 2022.

“Com mais de 300 obras, exposição "Sempre Fomos Modernos" estreia no Mauc

A exposição é formada por obras de mais de 100 artistas nacionais e internacionais de diferentes décadas. Com o objetivo de propor um olhar crítico sobre a modernidade e celebrar datas importantes para a arte local e nacional, chega ao Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (Mauc) a exposição “Sempre Fomos Modernos”. A mostra faz alusão aos 60 anos do museu (completados em 2021) e aos 100 anos da Semana de Arte Moderna”.

Disponível em:

https://www.opovo.com.br/vidaearte/2022/04/29/com-mais-

de-300-obras-exposicao-sempre-fomos-modernos-estreia-no-

mauc.html. A cesso em: 07. Maio. 2022.

O texto acima apresentado pelo Jornal O Povo no Caderno Vida e Arte mostra-nos a abertura de uma exposição comemorativa com a temática do Modernismo. Sobre esse tema, podemos afirmar que:

 

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2587353 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Por que falamos tanto sobre o centenário da Semana de 22?

Luiza Adas

Recentemente, nas artes, só se fala em uma coisa: o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. O evento, organizado por artistas e intelectuais em fevereiro daquele ano, por ocasião do Centenário da Independência, foi um marco na história da arte e da cultura brasileira. Mas o que de fato essa semana significou? Quais os avanços práticos que o modernismo brasileiro trouxe ao nosso país? Hoje, trago algumas informações que explicam, de forma sucinta, como se organizou este movimento.

O evento aconteceu de 13 a 17 de fevereiro no Theatro Municipal de São Paulo, em 1922, a partir da articulação de artistas como Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Oswald e Mário de Andrade, dentre outros. O intuito do evento era mostrar a arte genuinamente brasileira que estava sendo produzida e expressa a partir de diferentes linguagens. O festival realizado no saguão do teatro incluía não apenas exposições, como também apresentações de literatura e música, que propunham o rompimento com a arte acadêmica e o compromisso com a independência cultural da arte brasileira.

Modernismo brasileiro

Embora o modernismo brasileiro tenha sido oficialmente inaugurado a partir da Semana de 22, anos antes a classe artística e intelectual do Brasil já vinha se articulando para pensar uma nova forma de pensar e fazer arte. […] Essa forma “moderna” de pensar tinha tido início nas vanguardas artísticas europeias, decorrentes do processo de Revolução Industrial, no final do século XIX e começo do século XX. Na ocasião, o Brasil passava por um processo forte de migração, a urbanização de São Paulo era cada vez maior, e diversas pessoas, com maior poder aquisitivo, tiveram a oportunidade de experienciar a vida na Europa. Esses fatores combinados acabaram por resultar no desenvolvimento do modernismo brasileiro.

[...]

Afinal de contas, qual o legado que este movimento deixa para nós? Quais as reflexões que trazemos a partir disso? O grande mérito do modernismo, a meu ver, foi o protagonismo que ele garantiu à produção artística brasileira nacionalmente e internacionalmente. A partir desse movimento e de figuras [...] artistas desse período, pudemos pensar cada vez mais, e de forma independente, sobre nossa identidade e tudo aquilo que abarca “ser brasileiro”.

Apesar disso, fica claro também que grande parte dos artistas que compuseram esse grupo não representava a totalidade do que era a população brasileira. O grupo que liderou o movimento modernista era em sua maioria parte da elite paulista e de um grupo intelectual seleto que pouco vivenciava as dores e questões da vida de pessoas das demais classes sociais do país. Embora o movimento tenha trazido reflexões valiosas para nossa sociedade, ele não dialogou com grande parcela da população, uma vez que essa produção artística tinha seu olhar enviesado.

Nos dias de hoje, é necessário retomarmos os questionamentos modernistas de 100 anos atrás, mas com suas respectivas atualizações. Qual a identidade brasileira que estamos construindo daqui para frente? Quem são os artistas genuinamente brasileiros que merecem foco nos dias de hoje? Como tornar essa discussão mais aberta ao público de massa? Se a arte nos serve também como uma ferramenta de reflexão, que possamos utilizar essas obras, feitas há 100 anos atrás, como objetos de análise para nos ajudar a mudar aspectos da sociedade atual.

Disponível em: https://casavogue.globo.com/Colunas/Arte-em-prosa/noticia/2022/02/por-que-falamos-tanto-sobre-o-centenario-

da-semana-de-22.html. Acesso em: 07. Maio. 2022.

Em 2022, relembramos a realização da Semana de Arte Moderna (SAM), completando seu centenário. Assinale a alternativa que apresenta somente nomes de artistas brasileiros que NÃO participaram da SAM.

 

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2587352 Ano: 2022
Disciplina: Educação Artística
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE
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Por que falamos tanto sobre o centenário da Semana de 22?

Luiza Adas

Recentemente, nas artes, só se fala em uma coisa: o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. O evento, organizado por artistas e intelectuais em fevereiro daquele ano, por ocasião do Centenário da Independência, foi um marco na história da arte e da cultura brasileira. Mas o que de fato essa semana significou? Quais os avanços práticos que o modernismo brasileiro trouxe ao nosso país? Hoje, trago algumas informações que explicam, de forma sucinta, como se organizou este movimento.

O evento aconteceu de 13 a 17 de fevereiro no Theatro Municipal de São Paulo, em 1922, a partir da articulação de artistas como Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Oswald e Mário de Andrade, dentre outros. O intuito do evento era mostrar a arte genuinamente brasileira que estava sendo produzida e expressa a partir de diferentes linguagens. O festival realizado no saguão do teatro incluía não apenas exposições, como também apresentações de literatura e música, que propunham o rompimento com a arte acadêmica e o compromisso com a independência cultural da arte brasileira.

Modernismo brasileiro

Embora o modernismo brasileiro tenha sido oficialmente inaugurado a partir da Semana de 22, anos antes a classe artística e intelectual do Brasil já vinha se articulando para pensar uma nova forma de pensar e fazer arte. […] Essa forma “moderna” de pensar tinha tido início nas vanguardas artísticas europeias, decorrentes do processo de Revolução Industrial, no final do século XIX e começo do século XX. Na ocasião, o Brasil passava por um processo forte de migração, a urbanização de São Paulo era cada vez maior, e diversas pessoas, com maior poder aquisitivo, tiveram a oportunidade de experienciar a vida na Europa. Esses fatores combinados acabaram por resultar no desenvolvimento do modernismo brasileiro.

[...]

Afinal de contas, qual o legado que este movimento deixa para nós? Quais as reflexões que trazemos a partir disso? O grande mérito do modernismo, a meu ver, foi o protagonismo que ele garantiu à produção artística brasileira nacionalmente e internacionalmente. A partir desse movimento e de figuras [...] artistas desse período, pudemos pensar cada vez mais, e de forma independente, sobre nossa identidade e tudo aquilo que abarca “ser brasileiro”.

Apesar disso, fica claro também que grande parte dos artistas que compuseram esse grupo não representava a totalidade do que era a população brasileira. O grupo que liderou o movimento modernista era em sua maioria parte da elite paulista e de um grupo intelectual seleto que pouco vivenciava as dores e questões da vida de pessoas das demais classes sociais do país. Embora o movimento tenha trazido reflexões valiosas para nossa sociedade, ele não dialogou com grande parcela da população, uma vez que essa produção artística tinha seu olhar enviesado.

Nos dias de hoje, é necessário retomarmos os questionamentos modernistas de 100 anos atrás, mas com suas respectivas atualizações. Qual a identidade brasileira que estamos construindo daqui para frente? Quem são os artistas genuinamente brasileiros que merecem foco nos dias de hoje? Como tornar essa discussão mais aberta ao público de massa? Se a arte nos serve também como uma ferramenta de reflexão, que possamos utilizar essas obras, feitas há 100 anos atrás, como objetos de análise para nos ajudar a mudar aspectos da sociedade atual.

Disponível em: https://casavogue.globo.com/Colunas/Arte-em-prosa/noticia/2022/02/por-que-falamos-tanto-sobre-o-centenario-

da-semana-de-22.html. Acesso em: 07. Maio. 2022.

A Semana de Arte Moderna (SAM) repercutiu na arte brasileira nos anos seguintes a sua realização com o surgimento de diversos movimentos e fases do Modernismo brasileiro. Assinale a alternativa que mostra um dos movimentos do Modernismo brasileiro.

 

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