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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
As palavras “cemitério” (l. 06) e “imobiliária” (l. 07) são acentuadas graficamente, uma vez que:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
O advogado, quando disse ao agente imobiliário que “'Estão no cemitério, junto com a mamãe deles'" (l. 10), queria que o agente acreditasse que sua mulher e seus outros filhos:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Em “ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa” (l. 03), a conjunção “porque” exprime a relação semântica de:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
No fragmento textual “e o agente perguntou quantos filhos ele tinha” (l. 07 e 08), os verbos “perguntar” e “ter” estão flexionados, respectivamente, nos pretéritos:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
O numeral “doze” (l. 01) é classificado como:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Com relação à posição do acento tônico, no trecho “'Estão no cemitério, junto com a mamãe deles'” (l. 10), assinale a opção INCORRETA.
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Quanto às orações constantes do primeiro parágrafo (l. 01 e 02), é correto afirmar que NÃO existe oração:
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Assinale a afirmação que NÃO tem correspondência com o conteúdo do texto em análise.
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
Analise este trecho “afinal os advogados não mentem” (l. 04). Entre as opções seguintes, qual grupo destacado exerce a mesma função sintática de “os advogados”?
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Um advogado tinha doze filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças.
Quando ele dizia que tinha doze filhos, ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada iria destruir a casa, e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir; afinal os advogados não mentem. Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando.
Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com onze dos filhos.
Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária. Gostou de uma, e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha doze.
Daí o agente perguntou: “Mas onde estão os outros?”.
E ele respondeu, com um ar muito triste: "Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".
E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir... MORAL: A inteligência faz a diferença; não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Adaptado de https://www.facebook.com/diariojurista/posts/584960891622563. Acesso em 02/03/2020.
No trecho “Ele respondeu que tinha doze” (l. 08), contam-se quantas vogais e quantas semivogais?
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