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Foram encontradas 579 questões.

3720588 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia a charge a seguir.

Enunciado 4466303-1

Disponível em: < https://app.estuda.com/questoes/?id=9517222>. Acesso em: 03 fev. 2025.

Nessa charge, a ideia de que o menino está com fome é reforçada com o emprego da palavra

 

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3720587 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3

Furto de flor

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Eu a furtara, eu a via morrer.”, a vírgula é empregada com o objetivo de
 

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3720586 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3

Furto de flor

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.”, a forma verbal “assumira” está flexionada no
 

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3720585 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3

Furto de flor

Carlos Drummond de Andrade

Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.”, a conjunção “mas” indica o valor semântico de
 

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3720584 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?

Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

A pergunta que dá título ao texto “Por que no Brasil dizemos ‘achados e perdidos’, e não ‘perdidos e achados’, como em Portugal?” relaciona-se a um fenômeno próprio das línguas naturais denominado
 

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3720583 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?

Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

O segundo parágrafo do texto tem como objetivo principal
 

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3720582 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?

Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

No período “Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos ‘achados e perdidos’?”, a forma verbal “voltemos” indica a ideia de
 

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3720581 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Flores Goiás-GO
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Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Enunciado 4466296-1

A acentuação gráfica da palavra “rótulo” justifica-se pela mesma regra que orienta a acentuação da palavra
 

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3720580 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
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Texto 1

Enunciado 4466295-1

Nessa tirinha, ocorre sentido conotativo no emprego das palavras
 

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3720579 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Verbena
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Texto 1

Enunciado 4466294-1

Associando a linguagem verbal e a linguagem não verbal, essa tirinha sugere uma

 

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