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Assinale a alternativa correta.
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Acerca das figuras de linguagens dos trechos abaixo, assinale a alternativa correta.
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Sobre a concordâncias verbal nas orações abaixo, assinale a alternativa corretas.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas estão de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
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Acerca da acentuação gráfica dos trechos abaixo, assinale a alternativas corretas.
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Assinale a alternativa correta
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texto para a questão.
Não há debate mais equivocado do que "o fim do livro". Pode ser que a tecnologia se desenvolva a tal ponto que permitirá baixar em poucos segundos um livro Inteiro num suporte eletrônico leve e sem fio - o que talvez fosse um ganho em termos de acesso e espaço. Mas e daí? Çontinuará a ser, essencialmente, um livro: uma sucessão de páginas escritas - com a desvantagem de que não teria o cheiro, o volume e o prazer visual e tátil da tinta impressa em papel. Pois o que o livro dá, o que as palavras dão, é insubstituível. O livro como objeto e sujeito não morre jamais.
Todo país desenvolvido tem alto índice de leiturê. A leitura de qualquer tipo de publicação - livros, revistas, jornais - é um dos atributos da cidadania, tanto quanto o são a expectativa de vida, a renda per capita e o respeito aos direitos individuais. Na história de qualquer país que busca combinar liberdade e justiça a leitura é um fator de aceleração, uma enzima, uma vitamina mental sem a qual a humanidade não teria saúde para resistir ao autoritarismo, ao dogmatismo, ao primitivismo. ( ... )
Isso porque um livro não serve exatamente para fazer uma pessoa mais "feliz"; serve para enriquecer sua percepção da realidade, mostrar a complexidade do mundo exterior e interior e dar instrumento para ao menos se situar e tentar formular alguma reação - o que não deixa de ser um modo menos célebre de felicidade. A familiaridade com os livros, menos que o acúmulo de conhecimentos específicos, é responsável por um amadurecimento que se manifesta justamente na capacidade de ver mais camadas nas questoes fundamentais, de encontrar sutilezas e Ironias onde antes só se viam motivos de ódio ou amor.
(Daniel Piza, Revista Bravo, abril de 200'1, ano 7, n° 79, p. 35)
Considere as seguintes assertivas abaixo:
I. Em "A familiaridade com os livros, menos que acúmulo de conhecimentos específicos, é responsável por um amadurecimento que se manifesta justamente na capacidade de ver mais camadas nas questões fundamentais, de encontrar sutilezas e ironias onde antes só se viam motivos de ódio ou amor" o trecho destacado marca a presença de um vocativo que se classifica como um termo acessório da oração. Desse modo, a função do vocativo destacado é esclarecer um termo da oração anterior
II. Em "Na história de qualquer paris que busca combinar liberdade e justiça, a leitura é um fator de aceleração, uma enzima, uma vitamina mental sem a qual a humanidade não teria saúde para resistir ao autoritarismo, ao dogmatismo, ao primitivismo" a partfcula destacada indica a presença de urna conjunção integrante, iniciando urna oração subordinada substantiva subjetiva.
III. Em " é um dos atributos da cidadania, tanto quanto o são a expectativa de vida, a renda per capita e o respeito aos direitos individuais" a expressão em destaque expressa uma comparação.
Sobre as assertivas acima, assinale:
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texto para a questão.
Não há debate mais equivocado do que "o fim do livro". Pode ser que a tecnologia se desenvolva a tal ponto que permitirá baixar em poucos segundos um livro Inteiro num suporte eletrônico leve e sem fio - o que talvez fosse um ganho em termos de acesso e espaço. Mas e daí? Çontinuará a ser, essencialmente, um livro: uma sucessão de páginas escritas - com a desvantagem de que não teria o cheiro, o volume e o prazer visual e tátil da tinta impressa em papel. Pois o que o livro dá, o que as palavras dão, é insubstituível. O livro como objeto e sujeito não morre jamais.
Todo país desenvolvido tem alto índice de leiturê. A leitura de qualquer tipo de publicação - livros, revistas, jornais - é um dos atributos da cidadania, tanto quanto o são a expectativa de vida, a renda per capita e o respeito aos direitos individuais. Na história de qualquer país que busca combinar liberdade e justiça a leitura é um fator de aceleração, uma enzima, uma vitamina mental sem a qual a humanidade não teria saúde para resistir ao autoritarismo, ao dogmatismo, ao primitivismo. ( ... )
Isso porque um livro não serve exatamente para fazer uma pessoa mais "feliz"; serve para enriquecer sua percepção da realidade, mostrar a complexidade do mundo exterior e interior e dar instrumento para ao menos se situar e tentar formular alguma reação - o que não deixa de ser um modo menos célebre de felicidade. A familiaridade com os livros, menos que o acúmulo de conhecimentos específicos, é responsável por um amadurecimento que se manifesta justamente na capacidade de ver mais camadas nas questoes fundamentais, de encontrar sutilezas e Ironias onde antes só se viam motivos de ódio ou amor.
(Daniel Piza, Revista Bravo, abril de 200'1, ano 7, n° 79, p. 35)
Em "( ... ) o volume e o prazer visual e tátil da tinta impressa em papel." (linha 9) e "( ... ) o que não deixa de ser um modo menos célebre de felicidade" (linha 27) os termos em destaque podem ser substituído, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por:
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texto para a questão.
Não há debate mais equivocado do que "o fim do livro". Pode ser que a tecnologia se desenvolva a tal ponto que permitirá baixar em poucos segundos um livro Inteiro num suporte eletrônico leve e sem fio - o que talvez fosse um ganho em termos de acesso e espaço. Mas e daí? Çontinuará a ser, essencialmente, um livro: uma sucessão de páginas escritas - com a desvantagem de que não teria o cheiro, o volume e o prazer visual e tátil da tinta impressa em papel. Pois o que o livro dá, o que as palavras dão, é insubstituível. O livro como objeto e sujeito não morre jamais.
Todo país desenvolvido tem alto índice de leiturê. A leitura de qualquer tipo de publicação - livros, revistas, jornais - é um dos atributos da cidadania, tanto quanto o são a expectativa de vida, a renda per capita e o respeito aos direitos individuais. Na história de qualquer país que busca combinar liberdade e justiça a leitura é um fator de aceleração, uma enzima, uma vitamina mental sem a qual a humanidade não teria saúde para resistir ao autoritarismo, ao dogmatismo, ao primitivismo. ( ... )
Isso porque um livro não serve exatamente para fazer uma pessoa mais "feliz"; serve para enriquecer sua percepção da realidade, mostrar a complexidade do mundo exterior e interior e dar instrumento para ao menos se situar e tentar formular alguma reação - o que não deixa de ser um modo menos célebre de felicidade. A familiaridade com os livros, menos que o acúmulo de conhecimentos específicos, é responsável por um amadurecimento que se manifesta justamente na capacidade de ver mais camadas nas questoes fundamentais, de encontrar sutilezas e Ironias onde antes só se viam motivos de ódio ou amor.
(Daniel Piza, Revista Bravo, abril de 200'1, ano 7, n° 79, p. 35)
Sobre o texto, julgue os itens que segue:
I. Entende-se do texto que o livro, não importa os formatos que venha a ganhar, perdurará como elemento imprescindível da cultura.Isto porque, o livro, enquanto instrumento capaz de mobilizar afetividades, configurase como mobilizador de realidades socioculturais e econômicas.
II.De acordo com o texto, o lívro apresenta-se como um instrumento insubstituível, mesmo que se manifeste como um meio/suporte eletrônico ou de modo impresso.
III. Estruturalmente, o segundo parágrafos do texto é formado por uma hipotese.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Bahia
Orgão: Pref. Feira Grande-AL
Assinale a alternativa correta acerca do município de Feira Grande.
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