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Leia o texto para responder as questões de 1 a 5.
Brasil pode ser a Arábia Saudita do hidrogênio verde e virar referência no combustível do futuro
Condições favoráveis no mercado internacional e matriz energética limpa do país devem contribuir para produção do H2V
Uma série de condições favoráveis pode tornar o Brasil líder em exportação de hidrogênio verde (H2V), classificado assim quando é obtido por meio de fontes renováveis. A afirmação foi feita no estudo Green Hydrogen Opportunity in Brazil, publicado em janeiro pela Roland Berger.
A expectativa é de que o Brasil seja a referência do combustível sustentável, assim como a Arábia Saudita é no petróleo. E há algumas condições que indicam isso.
A primeira delas é o resgate do protagonismo ambiental de outros tempos feito pelo Governo Federal. O segundo cenário, que também vem se confirmando, é a busca da Alemanha (principal economia europeia) pela transformação de sua matriz energia, que ainda depende muito de petróleo, gás e carvão.
O terceiro ponto é mais difícil. É preciso que o consumo global de hidrogênio seja praticamente sextuplicado, passando dos atuais 90 milhões de toneladas por ano para 527 milhões de toneladas até 2050.
Essa mudança deverá movimentar US$ 1 trilhão em todo o planeta, e o Brasil deverá ser responsável por R$ 150 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em exportações.
Com as complicações da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Alemanha precisou acelerar a transformação da sua matriz energética. Vale ressaltar que a Rússia fornece boa parte do gás utilizado pelos alemães.
Dessa forma, a maior economia da União Europeia lançou o primeiro edital para a compra de hidrogênio verde em contratos de dez anos.
No entanto, a grande vantagem do Brasil está no uso de energias geradas em usinas hidroelétricas, eólicas ou solares. Dessa forma, enquanto a produção do hidrogênio verde tem custo entre US$ 3 e US$ 8 por kg (R$ 15 a R$ 41) no mercado internacional, no Brasil esse valor flutuaria entre US$ 2,2 e US$ 5,2 (de R$ 11 a R$ 28). [...]
Disponível em https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/brasil-pode-ser-a-arabia-saudita-do-hidrogenio-verde-e-virar-referencia-no-combustivel-do-futuro.ghtml
Uma usina hidroelétrica gera energia a partir
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Brasil pode ser a Arábia Saudita do hidrogênio verde e virar referência no combustível do futuro
Condições favoráveis no mercado internacional e matriz energética limpa do país devem contribuir para produção do H2V
Uma série de condições favoráveis pode tornar o Brasil líder em exportação de hidrogênio verde (H2V), classificado assim quando é obtido por meio de fontes renováveis. A afirmação foi feita no estudo Green Hydrogen Opportunity in Brazil, publicado em janeiro pela Roland Berger.
A expectativa é de que o Brasil seja a referência do combustível sustentável, assim como a Arábia Saudita é no petróleo. E há algumas condições que indicam isso.
A primeira delas é o resgate do protagonismo ambiental de outros tempos feito pelo Governo Federal. O segundo cenário, que também vem se confirmando, é a busca da Alemanha (principal economia europeia) pela transformação de sua matriz energia, que ainda depende muito de petróleo, gás e carvão.
O terceiro ponto é mais difícil. É preciso que o consumo global de hidrogênio seja praticamente sextuplicado, passando dos atuais 90 milhões de toneladas por ano para 527 milhões de toneladas até 2050.
Essa mudança deverá movimentar US$ 1 trilhão em todo o planeta, e o Brasil deverá ser responsável por R$ 150 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em exportações.
Com as complicações da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Alemanha precisou acelerar a transformação da sua matriz energética. Vale ressaltar que a Rússia fornece boa parte do gás utilizado pelos alemães.
Dessa forma, a maior economia da União Europeia lançou o primeiro edital para a compra de hidrogênio verde em contratos de dez anos.
No entanto, a grande vantagem do Brasil está no uso de energias geradas em usinas hidroelétricas, eólicas ou solares. Dessa forma, enquanto a produção do hidrogênio verde tem custo entre US$ 3 e US$ 8 por kg (R$ 15 a R$ 41) no mercado internacional, no Brasil esse valor flutuaria entre US$ 2,2 e US$ 5,2 (de R$ 11 a R$ 28). [...]
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O plural de bilhão é bilhões, enquanto que o plural de carvão é
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Brasil pode ser a Arábia Saudita do hidrogênio verde e virar referência no combustível do futuro
Condições favoráveis no mercado internacional e matriz energética limpa do país devem contribuir para produção do H2V
Uma série de condições favoráveis pode tornar o Brasil líder em exportação de hidrogênio verde (H2V), classificado assim quando é obtido por meio de fontes renováveis. A afirmação foi feita no estudo Green Hydrogen Opportunity in Brazil, publicado em janeiro pela Roland Berger.
A expectativa é de que o Brasil seja a referência do combustível sustentável, assim como a Arábia Saudita é no petróleo. E há algumas condições que indicam isso.
A primeira delas é o resgate do protagonismo ambiental de outros tempos feito pelo Governo Federal. O segundo cenário, que também vem se confirmando, é a busca da Alemanha (principal economia europeia) pela transformação de sua matriz energia, que ainda depende muito de petróleo, gás e carvão.
O terceiro ponto é mais difícil. É preciso que o consumo global de hidrogênio seja praticamente sextuplicado, passando dos atuais 90 milhões de toneladas por ano para 527 milhões de toneladas até 2050.
Essa mudança deverá movimentar US$ 1 trilhão em todo o planeta, e o Brasil deverá ser responsável por R$ 150 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em exportações.
Com as complicações da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Alemanha precisou acelerar a transformação da sua matriz energética. Vale ressaltar que a Rússia fornece boa parte do gás utilizado pelos alemães.
Dessa forma, a maior economia da União Europeia lançou o primeiro edital para a compra de hidrogênio verde em contratos de dez anos.
No entanto, a grande vantagem do Brasil está no uso de energias geradas em usinas hidroelétricas, eólicas ou solares. Dessa forma, enquanto a produção do hidrogênio verde tem custo entre US$ 3 e US$ 8 por kg (R$ 15 a R$ 41) no mercado internacional, no Brasil esse valor flutuaria entre US$ 2,2 e US$ 5,2 (de R$ 11 a R$ 28). [...]
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Assinale a alternativa que apresenta uma palavra separada por sílaba corretamente.
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Uma série de condições favoráveis pode tornar o Brasil líder em exportação de hidrogênio verde (H2V), classificado assim quando é obtido por meio de fontes renováveis. A afirmação foi feita no estudo Green Hydrogen Opportunity in Brazil, publicado em janeiro pela Roland Berger.
A expectativa é de que o Brasil seja a referência do combustível sustentável, assim como a Arábia Saudita é no petróleo. E há algumas condições que indicam isso.
A primeira delas é o resgate do protagonismo ambiental de outros tempos feito pelo Governo Federal. O segundo cenário, que também vem se confirmando, é a busca da Alemanha (principal economia europeia) pela transformação de sua matriz energia, que ainda depende muito de petróleo, gás e carvão.
O terceiro ponto é mais difícil. É preciso que o consumo global de hidrogênio seja praticamente sextuplicado, passando dos atuais 90 milhões de toneladas por ano para 527 milhões de toneladas até 2050.
Essa mudança deverá movimentar US$ 1 trilhão em todo o planeta, e o Brasil deverá ser responsável por R$ 150 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em exportações.
Com as complicações da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Alemanha precisou acelerar a transformação da sua matriz energética. Vale ressaltar que a Rússia fornece boa parte do gás utilizado pelos alemães.
Dessa forma, a maior economia da União Europeia lançou o primeiro edital para a compra de hidrogênio verde em contratos de dez anos.
No entanto, a grande vantagem do Brasil está no uso de energias geradas em usinas hidroelétricas, eólicas ou solares. Dessa forma, enquanto a produção do hidrogênio verde tem custo entre US$ 3 e US$ 8 por kg (R$ 15 a R$ 41) no mercado internacional, no Brasil esse valor flutuaria entre US$ 2,2 e US$ 5,2 (de R$ 11 a R$ 28). [...]
Disponível em https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/brasil-pode-ser-a-arabia-saudita-do-hidrogenio-verde-e-virar-referencia-no-combustivel-do-futuro.ghtml
Hidrogênio é grafado com –g, assim como
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Uma das formas de se prevenir contra vírus e doenças infecciosas é tomando
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Brincos e colares feitos de ouro, diamante e outras pedras preciosas são considerados
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João foi contratado para ser motorista de uma empresa de ônibus que tem mais de 50 veículos. Cada dia, João dirige um ônibus diferente, e todos os dias, ao deixar o veículo no pátio da empresa, João arruma tudo o que tirou do lugar, e deixa o ônibus preparado para o próximo motorista, sempre zelando pela conservação do veículo também. João é um funcionário muito
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Em um grupo de família, enviaram um vídeo dizendo que haveria um ataque terrorista no Brasil no dia 10 de fevereiro de 2023. Após passar a mencionada data, nenhum ataque aconteceu. Esse tipo de vídeo, conhecido como fake news, é uma notícia
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O encarregado de um setor solicitou ao motorista que fizesse a troca de óleo do carro da empresa. O motorista, após uma semana, levou o carro para fazer o que o encarregado pediu, com isso, o motorista mostrou ser
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Nova aposta de empresas, delivery na madrugada vai de chinelos a joias
Na esteira do consumo da madrugada, aplicativos de entrega como Rappi, iFood e Zé Delivery começaram a receber novos estabelecimentos que atendem até tarde da noite
Há pouco mais de um ano, Felipe Santiago Calestini, de 30 anos, deixou o serviço de borracheiro para trabalhar na área de tecnologia do C6 Bank. Como analista de sistemas, ele teve de adaptar sua rotina ao turno da madrugada, algo que introduziu um novo hábito no seu dia a dia.
Com menos tempo para cozinhar ou se deslocar até os estabelecimentos físicos, acabou virando um cliente assíduo dos aplicativos de entrega. “Antes da pandemia, dificilmente eu pedia comida em delivery. Estava acostumado a sair do trabalho e passar para pegar um lanche ou uma pizza. Agora, seja por ‘preguiça’ ou por comodidade, acabo comprando tudo pelo celular” conta.
Foi durante a pandemia de covid-19 que os serviços de delivery usados atualmente por Calestini se consolidaram no dia a dia de milhares de brasileiros. O período de distanciamento social fez com que pessoas que nunca tinham usado a internet para fazer compras se rendessem aos pedidos virtuais.
Depois de facilitar o consumo ao longo do dia, os aplicativos agora estão se tornando uma opção para os clientes mais notívagos que preferem comprar na madrugada sem que tenham de se deslocar até lojas de conveniência, mercados ou adegas que funcionam 24 horas e que vivem uma certa decadência.
Na esteira do consumo da madrugada, aplicativos de entrega como Rappi, iFood e Zé Delivery começaram a receber novos estabelecimentos que atendem até tarde da noite. E se na pré-pandemia o consumo por meio de entregas estava restrito a lanches e pizzas, ele agora abarca de bebidas alcoólicas a itens de farmácia, de chinelos a joias, tudo ao alcance da palma da mão.
[...]
Disponível em https://exame.com/negocios/nova-aposta-de-empresas-delivery-namadrugada-vai-de-chinelos-a-joias/
Analise: “...e que vivem uma certa decadência.” E assinale a alternativa que apresenta o significado correto de “decadência” nesse contexto.
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