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Foram encontradas 30 questões.

2577513 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Texto I.

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Texto II.

Enunciado 3431334-1

(BRUM, Rodrigo. Íntegra – Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/22/impac tos-da-pandemia-na-educacao-brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021.)

Releia os textos I e II para responder à questão.

Os textos I e II, embora constituam gêneros textuais distintos, apresentam, em comum, elementos relacionados à (ao):

 

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2577512 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Texto II para responder à questão.

Enunciado 3431333-1

(BRUM, Rodrigo. Íntegra – Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2021/01/22/impac tos-da-pandemia-na-educacao-brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021.)

O texto II é um exemplar do gênero:

 

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2577511 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Na passagem “Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.” (4º§), os termos destacados podem ser substituídos, sem alteração de sentido, respectivamente, por:

 

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2577510 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Releia os excertos a seguir.

I. “(...) outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, (...)” (5º§)

II. “Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, (...)” (4º§)

Os termos destacados significam, no contexto, respectivamente:

 

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2577509 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Os termos EaD, IPEA, IRM, ONU e Covid são conhecidos como siglas. Do ponto de vista morfológico, as siglas são entendidas como um processo de formação de palavras que consiste em:

 

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2577508 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

O trecho que contém uma opinião emitida pelo autor do texto pode ser identificado em:

 

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2577507 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Só NÃO constitui argumento a favor da tese defendida no texto:

 

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2577506 Ano: 2021
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Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

A principal ideia discutida no texto I e que está diretamente relacionada aos impactos da pandemia no Brasil é:

 

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2577505 Ano: 2021
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Ervália-MG

Impactos da pandemia na educação brasileira de jovens e adultos

Diante da pandemia decorrente do vírus Covid-19 fica ainda mais evidente o cenário de desigualdade no âmbito da educação brasileira. A situação trouxe à tona problemas como: a falta de recursos digitais, a dificuldade de aprendizagem dos alunos portadores de deficiência e o impacto da saúde mental em crianças e jovens, entre outros.

Com o avanço da tecnologia, o Ensino a Distância (EaD) foi se tornando cada vez mais viável, inclusive com faculdades sendo inteiramente a distância. Já no começo da pandemia, com o ensino presencial se tornando inviável, várias instituições decidiram abraçar o EaD como método de ensino, mas há muitos alunos vindos de zonas rurais sem acesso à internet, ou com algum tipo de deficiência, entre tantas situações que dificultam este acesso. Com isso, não tendo o devido acompanhamento, o ensino pode ser elitizado ou capacitista, pois escolas com poucas condições de renda podem ter dificuldades, fazendo com que o aluno não atinja as metas exigidas pela instituição.

Em agosto de 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) realizou o estudo “Acesso Domiciliar à Internet e Ensino Remoto Durante a Pandemia”, o qual evidenciou que “cerca de seis milhões de estudantes, desde a pré-escola até a pós-graduação, não têm acesso à internet banda larga ou 3G/4G em casa”. Também mostrou que alunos do ensino fundamental são os mais afetados, juntamente com os anos iniciais e os anos finais, o que somava mais de 4,35 milhões de estudantes sem acesso, sendo 4,23 milhões de escolas públicas. No ensino médio eram 780 mil adolescentes sem internet em casa.

Outro fator discutido durante a pandemia é a Educação Inclusiva. Em uma entrevista para o site Nova Escola, Lailla Micas, coordenadora do portal DIVERSA, uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes (IRM) e Maria da Paz Castro (Gunga), coordenadora pedagógica e consultora da área de inclusão da Escola da Vila, em São Paulo falaram sobre responsabilidade. Elas asseguraram que as escolas, juntamente com o engajamento dos pais, têm o papel de cuidar para que nenhuma pessoa portadora de deficiência seja desmotivada, excluída ou deixe de estudar em razão das suas limitações. Desta forma, é responsabilidade de todos atuarem para que não haja consequências discriminatórias e de aprofundamento das desigualdades.

Além do mais, outro fator que se perpetua na sociedade e que sobressai em tempos de pandemia, é a saúde mental, a qual tem ocasionado muitos problemas nas pessoas por conta do isolamento físico e social. Diversos estudos internacionais ressaltam que houve um aumento de indivíduos com problemas psíquicos que podem compreender desde ansiedade, ataques de pânico, depressão, estresse pós-traumático e inclusive o medo excessivo da morte.

Devora Kestel, que apresentou um relatório na agência de saúde da ONU a respeito da Covid-19 e da saúde mental, em entrevista para o portal G1 ressalta que um aumento no número e na gravidade de doenças mentais é provável, e que os governos deveriam colocar a questão “na linha de frente” de suas reações. “A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram seriamente impactados por esta crise e são uma prioridade a ser abordada urgentemente”, disse Kestel em entrevista coletiva.

(Agência Experimental, 2021. Disponível em: https://www.ufsm.br/midias/ experimental/integra/2021/01/22/impactos-da-pandemia-na-educacao -brasileira-de-jovens-e-adultos/. Acesso em: 16/08/2021. Com adaptações.)

Considerando as características da organização do discurso, pode-se afirmar que o texto I pertence à tipologia:

 

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2577519 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

Enunciado 3431340-1

“Retirantes” é uma das telas mais famosas e importantes do pintor Cândido Portinari. A obra registra uma família anônima e pobre, que representa a história de muitas outras famílias que partiram do interior do Nordeste para fugir dos períodos de seca. Cândido Portinari foi um dos grandes pintores brasileiros, buscando sempre retratar a realidade do país. Sobre esse pintor, é INCORRETO afirmar que:

Questão Anulada

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