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“Os parâmetros para a inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória devem obedecer a alguns critérios, como o aplicável a doenças de elevada frequência e que afetam grandes contingentes populacionais.” Trata-se de
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São doenças que devem ser notificadas de acordo com os critérios epidemiológicos nacionais, EXCETO:
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Entre os critérios de notificação, a doença de Chagas deve seguir regras distintas. É correto afirmar que a sua notifi- cação deve ser feita
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As ações de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica e vigilância em saúde do trabalhador são objetivos do Sistema Único de Saúde. Essas ações estão descritas na Lei nº 8.080/90 e implicam-se
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- Conceitos FundamentaisÉtica na ComunicaçãoCódigo de Ética dos Profissionais da Propaganda
- MarketingPromoção
- Comunicação OrganizacionalComunicação PúblicaCaracterísticas da Comunicação Pública
- Comunicação OrganizacionalComunicação PúblicaMultiplicidade de Conceitos
- Comunicação OrganizacionalComunicação PúblicaPolíticas Públicas de Comunicação
- Comunicação OrganizacionalComunicação PúblicaComunicação e Governança
- LegislaçãoCódigo Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária
- LegislaçãoComunicação Social na Constituição Federal
- LegislaçãoLegislação Publicitária
- LegislaçãoCONAR: Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária
- Publicidade e PropagandaProdução PublicitáriaAgência de Publicidade
Acerca das regulamentações estabelecidas pela Constituição do Brasil no que se refere à comunicação social, analise.
I. A impossibilidade de monopólio ou oligopólio, direta ou indiretamente, nos meios de comunicação social do país.
II. A propaganda de alguns produtos possuem restrições legais e advertências quanto aos malefícios de seu consumo.
III. Atividades de seleção e direção de programação podem ser exercidas por estrangeiros, exceto cargos de editoria.
IV. Veículos de comunicação impressos e eletrônicos só podem ser abertos após autorização do Congresso Nacional.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A impossibilidade de monopólio ou oligopólio, direta ou indiretamente, nos meios de comunicação social do país.
II. A propaganda de alguns produtos possuem restrições legais e advertências quanto aos malefícios de seu consumo.
III. Atividades de seleção e direção de programação podem ser exercidas por estrangeiros, exceto cargos de editoria.
IV. Veículos de comunicação impressos e eletrônicos só podem ser abertos após autorização do Congresso Nacional.
Estão corretas apenas as afirmativas
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- Assessoria de ComunicaçãoFerramentas de Assessoria
- Assessoria de ComunicaçãoComunicação Interna na Comunicação Social
- Assessoria de ComunicaçãoComunicação Integrada
- Comunicação OrganizacionalPlanejamento Estratégico de Comunicação
- Comunicação OrganizacionalComunicação Institucional
- Relações PúblicasProcesso Comunicacional nas Organizações
Na comunicação organizacional é fundamental que os fluxos de comunicação sejam estudados e cuidadosamente
tratados pelos profissionais de assessoria, a fim de se obter os melhores resultados no desenvolvimento de uma
política interna de comunicação. Por isso, é importante ter consciência de que, no fluxo descendente, a comunicação
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- Comunicação OrganizacionalPlanejamento Estratégico de Comunicação
- Comunicação OrganizacionalPerfil e Tipologia das Organizações
Analise as afirmativas de forma distinta, verificando se há ou não relação entre ambas para marcar, em seguida, a
alternativa mais adequada.
I. “No planejamento de comunicação para uma organização é preciso considerar os três tipos essenciais, que são: o estratégico, o tático e o operacional. O primeiro está ligado às decisões que envolvem a empresa, o segundo é mais específico e pontual e o terceiro é responsável pela instrumentalização e formalização das propostas."
PORQUE
II. “Cada um deve ser implementado separadamente e levando em conta o nível hierárquico e cultural de cada organização, já que eles se antepõem, não sendo possível num determinado trabalho utilizar tipos distintos de planejamento, mas apenas aquele que mais se adéqua às necessidades institucionais ou comerciais desta."
Assinale a alternativa correta.
I. “No planejamento de comunicação para uma organização é preciso considerar os três tipos essenciais, que são: o estratégico, o tático e o operacional. O primeiro está ligado às decisões que envolvem a empresa, o segundo é mais específico e pontual e o terceiro é responsável pela instrumentalização e formalização das propostas."
PORQUE
II. “Cada um deve ser implementado separadamente e levando em conta o nível hierárquico e cultural de cada organização, já que eles se antepõem, não sendo possível num determinado trabalho utilizar tipos distintos de planejamento, mas apenas aquele que mais se adéqua às necessidades institucionais ou comerciais desta."
Assinale a alternativa correta.
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375032
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Duque Caxias-RJ
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A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou no primeiro trimestre de 2014 a nota de crédito do
Brasil, que reflete a confiança de se investir no país. Com a classificação, o Brasil
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Texto
Fomos seduzidos pela autoespionagem
Sabemos que estamos sendo observados, mas não sabemos (e nem nos importamos) por quem e por quê. As câmeras de monitoramento são, hoje, talvez a visão mais comum em qualquer passeio. Tão corriqueiras que nem sequer as notamos. Estão como se escondendo na luz do sol. Mas há algo que as diferenciam das câmeras escondidas na tela da TV do quarto de Winston Smith (do livro 1984, de George Orwell): elas não observam você para mantê-lo na linha e forçar a uma rotina programada. Elas não dão ordens, nem lhe tiram o livre-arbítrio. Elas estão onde estão (todos os lugares) apenas para manter em segurança você e as liberdades das quais você desfruta... Bem, pelo menos é isso o que lhe parece.
Não fiquei surpreso com as revelações de Edward Snowden - provavelmente nem você ficou, nem os políticos que fingiram ignorar aqueles fatos. Eu estava consciente da onipresença da espionagem e da enorme quantidade de “bases de dados” que ela produziu: um volume muito superior ao que qualquer órgão do passado, como CIA ou KGB, tinha conseguido com sua incontável legião de informantes. O que me deixou boquiaberto foi a indiferença com que os “cidadãos comuns” receberam as revelações de Snowden. A mídia esperava que elas provocassem uma disparada nos índices de audiência e nas vendas dos jornais, mas tais revelações provocaram apenas tremores de terra onde eram esperados terremotos.
Suspeito que tal reação (ou melhor, a ausência dela) se deva, em parte, a uma satisfação consciente ou inconsciente com a autoespionagem. Afinal, uma das principais atrações da internet é a constante possibilidade de estar na “esfera pública”, ao menos na versão online, antes reservada a poucos escolhidos por grandes corporações de rádio e TV. Para milhões de assustados com o fantasma da solidão, foi uma oportunidade sem precedentes de salvar-se do anonimato, da negligência, do esquecimento e do desamparo.
Um efeito colateral das revelações de Snowden foi tornar os internautas conscientes de quão grande e recheada de “pessoas importantes” é essa esfera pública virtual. Isso forneceu a eles a prova do quão seguros são seus investimentos de tempo e energia em amigos virtuais e no espaço público virtual. Na verdade, os efeitos mais profundos das revelações de Snowden serão um salto ainda maior na dedicação à autoespionagem voluntária e não remunerada. Isso para a alegria e satisfação dos consumidores e do mercado de segurança. Quanto à satisfação de solitários sonhando com a chance de acesso livre para todos à relevância pública, é pagar pra ver...
(Bauman Zygmunt. Galileu, março de 2014.)
“O texto apresenta, predominantemente, características _________________ e visa ________________________ acerca do assunto tratado.” Considerando a estrutura textual, assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. Fomos seduzidos pela autoespionagem
Sabemos que estamos sendo observados, mas não sabemos (e nem nos importamos) por quem e por quê. As câmeras de monitoramento são, hoje, talvez a visão mais comum em qualquer passeio. Tão corriqueiras que nem sequer as notamos. Estão como se escondendo na luz do sol. Mas há algo que as diferenciam das câmeras escondidas na tela da TV do quarto de Winston Smith (do livro 1984, de George Orwell): elas não observam você para mantê-lo na linha e forçar a uma rotina programada. Elas não dão ordens, nem lhe tiram o livre-arbítrio. Elas estão onde estão (todos os lugares) apenas para manter em segurança você e as liberdades das quais você desfruta... Bem, pelo menos é isso o que lhe parece.
Não fiquei surpreso com as revelações de Edward Snowden - provavelmente nem você ficou, nem os políticos que fingiram ignorar aqueles fatos. Eu estava consciente da onipresença da espionagem e da enorme quantidade de “bases de dados” que ela produziu: um volume muito superior ao que qualquer órgão do passado, como CIA ou KGB, tinha conseguido com sua incontável legião de informantes. O que me deixou boquiaberto foi a indiferença com que os “cidadãos comuns” receberam as revelações de Snowden. A mídia esperava que elas provocassem uma disparada nos índices de audiência e nas vendas dos jornais, mas tais revelações provocaram apenas tremores de terra onde eram esperados terremotos.
Suspeito que tal reação (ou melhor, a ausência dela) se deva, em parte, a uma satisfação consciente ou inconsciente com a autoespionagem. Afinal, uma das principais atrações da internet é a constante possibilidade de estar na “esfera pública”, ao menos na versão online, antes reservada a poucos escolhidos por grandes corporações de rádio e TV. Para milhões de assustados com o fantasma da solidão, foi uma oportunidade sem precedentes de salvar-se do anonimato, da negligência, do esquecimento e do desamparo.
Um efeito colateral das revelações de Snowden foi tornar os internautas conscientes de quão grande e recheada de “pessoas importantes” é essa esfera pública virtual. Isso forneceu a eles a prova do quão seguros são seus investimentos de tempo e energia em amigos virtuais e no espaço público virtual. Na verdade, os efeitos mais profundos das revelações de Snowden serão um salto ainda maior na dedicação à autoespionagem voluntária e não remunerada. Isso para a alegria e satisfação dos consumidores e do mercado de segurança. Quanto à satisfação de solitários sonhando com a chance de acesso livre para todos à relevância pública, é pagar pra ver...
(Bauman Zygmunt. Galileu, março de 2014.)
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Texto
Fomos seduzidos pela autoespionagem
Sabemos que estamos sendo observados, mas não sabemos (e nem nos importamos) por quem e por quê. As câmeras de monitoramento são, hoje, talvez a visão mais comum em qualquer passeio. Tão corriqueiras que nem sequer as notamos. Estão como se escondendo na luz do sol. Mas há algo que as diferenciam das câmeras escondidas na tela da TV do quarto de Winston Smith (do livro 1984, de George Orwell): elas não observam você para mantê-lo na linha e forçar a uma rotina programada. Elas não dão ordens, nem lhe tiram o livre-arbítrio. Elas estão onde estão (todos os lugares) apenas para manter em segurança você e as liberdades das quais você desfruta... Bem, pelo menos é isso o que lhe parece.
Não fiquei surpreso com as revelações de Edward Snowden - provavelmente nem você ficou, nem os políticos que fingiram ignorar aqueles fatos. Eu estava consciente da onipresença da espionagem e da enorme quantidade de “bases de dados” que ela produziu: um volume muito superior ao que qualquer órgão do passado, como CIA ou KGB, tinha conseguido com sua incontável legião de informantes. O que me deixou boquiaberto foi a indiferença com que os “cidadãos comuns” receberam as revelações de Snowden. A mídia esperava que elas provocassem uma disparada nos índices de audiência e nas vendas dos jornais, mas tais revelações provocaram apenas tremores de terra onde eram esperados terremotos.
Suspeito que tal reação (ou melhor, a ausência dela) se deva, em parte, a uma satisfação consciente ou inconsciente com a autoespionagem. Afinal, uma das principais atrações da internet é a constante possibilidade de estar na “esfera pública”, ao menos na versão online, antes reservada a poucos escolhidos por grandes corporações de rádio e TV. Para milhões de assustados com o fantasma da solidão, foi uma oportunidade sem precedentes de salvar-se do anonimato, da negligência, do esquecimento e do desamparo.
Um efeito colateral das revelações de Snowden foi tornar os internautas conscientes de quão grande e recheada de “pessoas importantes” é essa esfera pública virtual. Isso forneceu a eles a prova do quão seguros são seus investimentos de tempo e energia em amigos virtuais e no espaço público virtual. Na verdade, os efeitos mais profundos das revelações de Snowden serão um salto ainda maior na dedicação à autoespionagem voluntária e não remunerada. Isso para a alegria e satisfação dos consumidores e do mercado de segurança. Quanto à satisfação de solitários sonhando com a chance de acesso livre para todos à relevância pública, é pagar pra ver...
(Bauman Zygmunt. Galileu, março de 2014.)
Considerando a estrutura do trecho “Isso forneceu a eles a prova [...]” (4º§), assinale a proposta de alteração que mantém a correção de acordo com a norma padrão. Fomos seduzidos pela autoespionagem
Sabemos que estamos sendo observados, mas não sabemos (e nem nos importamos) por quem e por quê. As câmeras de monitoramento são, hoje, talvez a visão mais comum em qualquer passeio. Tão corriqueiras que nem sequer as notamos. Estão como se escondendo na luz do sol. Mas há algo que as diferenciam das câmeras escondidas na tela da TV do quarto de Winston Smith (do livro 1984, de George Orwell): elas não observam você para mantê-lo na linha e forçar a uma rotina programada. Elas não dão ordens, nem lhe tiram o livre-arbítrio. Elas estão onde estão (todos os lugares) apenas para manter em segurança você e as liberdades das quais você desfruta... Bem, pelo menos é isso o que lhe parece.
Não fiquei surpreso com as revelações de Edward Snowden - provavelmente nem você ficou, nem os políticos que fingiram ignorar aqueles fatos. Eu estava consciente da onipresença da espionagem e da enorme quantidade de “bases de dados” que ela produziu: um volume muito superior ao que qualquer órgão do passado, como CIA ou KGB, tinha conseguido com sua incontável legião de informantes. O que me deixou boquiaberto foi a indiferença com que os “cidadãos comuns” receberam as revelações de Snowden. A mídia esperava que elas provocassem uma disparada nos índices de audiência e nas vendas dos jornais, mas tais revelações provocaram apenas tremores de terra onde eram esperados terremotos.
Suspeito que tal reação (ou melhor, a ausência dela) se deva, em parte, a uma satisfação consciente ou inconsciente com a autoespionagem. Afinal, uma das principais atrações da internet é a constante possibilidade de estar na “esfera pública”, ao menos na versão online, antes reservada a poucos escolhidos por grandes corporações de rádio e TV. Para milhões de assustados com o fantasma da solidão, foi uma oportunidade sem precedentes de salvar-se do anonimato, da negligência, do esquecimento e do desamparo.
Um efeito colateral das revelações de Snowden foi tornar os internautas conscientes de quão grande e recheada de “pessoas importantes” é essa esfera pública virtual. Isso forneceu a eles a prova do quão seguros são seus investimentos de tempo e energia em amigos virtuais e no espaço público virtual. Na verdade, os efeitos mais profundos das revelações de Snowden serão um salto ainda maior na dedicação à autoespionagem voluntária e não remunerada. Isso para a alegria e satisfação dos consumidores e do mercado de segurança. Quanto à satisfação de solitários sonhando com a chance de acesso livre para todos à relevância pública, é pagar pra ver...
(Bauman Zygmunt. Galileu, março de 2014.)
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