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De acordo com Pereira (2005, p. 91), “os desafios no processo de avaliação ainda convergem para a centralidade da concepção classificatória, apesar dos discursos dos professores simularem, muitas vezes, tendências inovadoras.” e segundo Luckesi (2013), esses professores têm diversas possibilidades de utilização dos resultados da aferição do aproveitamento escolar, tais como:
I- Registrá-los, simplesmente, no diário de classe ou caderneta, para que fique claro os estudantes que foram aprovados ou reprovados.
II- Oferecer ao estudante, caso ele tenha obtido uma nota ou conceito inferior, uma oportunidade de melhorar a nota ou conceito, permitindo uma nova aferição, visando à possibilidade de sua aprovação.
III- Atentar para as dificuldades e desvios da aprendizagem dos estudantes e decidir trabalhar com eles para que, de fato, aprendam aquilo que deveriam aprender.
IV- Fazer uma revisão dos conteúdos, na busca de favorecer uma aprendizagem ainda não realizada ou o aprofundamento de determinada aprendizagem.
As possibilidades de utilização dos resultados das avaliações que estão fortemente centradas na concepção classificatória são aquelas descritas apenas nas afirmativas:
I- Registrá-los, simplesmente, no diário de classe ou caderneta, para que fique claro os estudantes que foram aprovados ou reprovados.
II- Oferecer ao estudante, caso ele tenha obtido uma nota ou conceito inferior, uma oportunidade de melhorar a nota ou conceito, permitindo uma nova aferição, visando à possibilidade de sua aprovação.
III- Atentar para as dificuldades e desvios da aprendizagem dos estudantes e decidir trabalhar com eles para que, de fato, aprendam aquilo que deveriam aprender.
IV- Fazer uma revisão dos conteúdos, na busca de favorecer uma aprendizagem ainda não realizada ou o aprofundamento de determinada aprendizagem.
As possibilidades de utilização dos resultados das avaliações que estão fortemente centradas na concepção classificatória são aquelas descritas apenas nas afirmativas:
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Para Ilma Passos Alencastro Veiga (2002), “ao construirmos os Projetos Político-Pedagógico (PPP) de nossas escolas, planejamos o que temos a intenção de fazer, de realizar. Lançamo-nos para diante, com base no que temos, buscando o possível.”. Neste contexto, sobre o PPP, analise as afirmativas abaixo.
I- No PPP, a dimensão política se refere ao compromisso com a formação do cidadão para atuar particularmente no contexto escolar e a dimensão pedagógica busca a organização dos conteúdos de ensino e das atividades diversas que serão implementados na escola.
II- A liberdade, como um dos princípios norteadores do PPP, deve ser considerada também, como liberdade para aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a arte e o saber direcionados para uma intencionalidade definida coletivamente.
III- Na discussão do PPP, a valorização do magistério é um princípio central. Assim, cabe à escola proceder ao levantamento das necessidades de formação continuada de seus profissionais, bem como elaborar seu programa de formação, no sentido de fortalecer seu papel na concepção, na execução e na avaliação desse programa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- No PPP, a dimensão política se refere ao compromisso com a formação do cidadão para atuar particularmente no contexto escolar e a dimensão pedagógica busca a organização dos conteúdos de ensino e das atividades diversas que serão implementados na escola.
II- A liberdade, como um dos princípios norteadores do PPP, deve ser considerada também, como liberdade para aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a arte e o saber direcionados para uma intencionalidade definida coletivamente.
III- Na discussão do PPP, a valorização do magistério é um princípio central. Assim, cabe à escola proceder ao levantamento das necessidades de formação continuada de seus profissionais, bem como elaborar seu programa de formação, no sentido de fortalecer seu papel na concepção, na execução e na avaliação desse programa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O TEXTO I a seguir serve de base para a questão.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Gráfico: Taxa de analfabetismo, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)
Fonte: IBGE. Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023.
Nota: As setas indicam variação significativa, quando direcionadas para cima (crescimento) ou para baixo (declínio), ou variação não significativa, quando direcionadas para a direita (estabilidade), ao nível de confiança de 95%.
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O TEXTO I a seguir serve de base para a questão.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Gráfico: Taxa de analfabetismo, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)
Fonte: IBGE. Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023.
Nota: As setas indicam variação significativa, quando direcionadas para cima (crescimento) ou para baixo (declínio), ou variação não significativa, quando direcionadas para a direita (estabilidade), ao nível de confiança de 95%.
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- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Educação e Cidadania: Aspectos da Educação Brasileira e Regional
O TEXTO I a seguir serve de base para a questão.
TEXTO I
O texto de apresentação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) Educação 2023 destaca que “com o objetivo de estabelecer metas, estratégias e diretrizes para a política educacional brasileira e promover avanços educacionais no País, o Plano Nacional de Educação - PNE, instituído pela Lei nº 13.005, de 25.06.2014, determinou, na Meta 9, a redução da taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais para 6,5%, em 2015, e a erradicação do analfabetismo ao final da vigência do Plano, em 2024”. Dito isto, a PNAD Educação 2023 apresenta os dados abaixo sobre o analfabetismo no Brasil.
Gráfico: Taxa de analfabetismo, por grupos de idade, segundo as Grandes Regiões (%)
Fonte: IBGE. Diretoria de Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023.
Nota: As setas indicam variação significativa, quando direcionadas para cima (crescimento) ou para baixo (declínio), ou variação não significativa, quando direcionadas para a direita (estabilidade), ao nível de confiança de 95%.
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Com base na propaganda que se segue, marque a alternativa CORRETA.

Disponível em: <https://www.politize.com.br/propaganda-institucional-tse/>. Acesso em: 04 mai. 2024.
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A partir da análise da tira abaixo, no terceiro quadrinho ocorre um fenômeno linguístico chamado:

Disponível em: <https://questoes.grancursosonline.com.br/questoes-de-concursos/lingua-portuguesa-modalizacao>. Acesso em: 04 mai. 2024.
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Mediante a leitura da tira a seguir, por que é necessário Armandinho prestar um esclarecimento sobre a placa que ele segura?
Disponível em: <https://vestibulares.estrategia.com/portal/materias/portugues/ambiguidade/>. Acesso em: 04 mai. 2024.
Disponível em: <https://vestibulares.estrategia.com/portal/materias/portugues/ambiguidade/>. Acesso em: 04 mai. 2024.
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A reportagem a seguir refere-se à questão:
Eduardo Leite: “O RS vai precisar de muito apoio, uma espécie de Plano Marshall”
Eduardo Leite voltou a falar na noite deste sábado, 4, sobre os efeitos dos fortes temporais que atingem as cidades gaúchas desde o início da semana
ESTADÃO CONTEÚDO
04/05/2024 - 19:37
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. “A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução”, disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.
Leite reforçou que o momento “histórico” exige medidas “absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência”, declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo “será muito bem-vinda”.
Logo em seguida, Pimenta emendou que “o presidente Lula disse que não há limites orçamentários” para a ajuda do governo federal ao Estado.
Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. “Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, escreveu, na rede social.
O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. “Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes”, afirmou, agradecendo o apoio “de cada servidor”, bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.
Disponível em: <https://istoe.com.br/eduardo-leite-o-rs-vai-precisar-de-muito-apoio-uma-especie-de-plano-marshall/>. Acesso em: 04 mai. 2024.
Analise os seguintes períodos compostos oriundos da reportagem:

Mediante a análise dos trechos (1), (2) e (3), é CORRRETO considerar que, de acordo com a Norma Gramatical Brasileira (NGB):
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A reportagem a seguir refere-se à questão:
Eduardo Leite: “O RS vai precisar de muito apoio, uma espécie de Plano Marshall”
Eduardo Leite voltou a falar na noite deste sábado, 4, sobre os efeitos dos fortes temporais que atingem as cidades gaúchas desde o início da semana
ESTADÃO CONTEÚDO
04/05/2024 - 19:37
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, avalia que o Estado vai precisar de medidas extraordinárias de reconstrução após as fortes chuvas dos últimos dias, com apoio de todo tipo, sem diferenças políticas. “A gente vai precisar de uma espécie de Plano Marshall de reconstrução”, disse o governador, referindo-se ao plano de apoio capitaneado pelos Estados Unidos para reerguer a Europa ocidental ao término da Segunda Guerra Mundial.
Leite reforçou que o momento “histórico” exige medidas “absolutamente extraordinárias, porque quem já foi vítima da tragédia não pode ser vítima depois da desassistência”, declarou a jornalistas no início desta noite de sábado.
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
Ao lado do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, e do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, Eduardo Leite (PSDB/RS) disse que considera que a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Rio Grande do Sul neste domingo “será muito bem-vinda”.
Logo em seguida, Pimenta emendou que “o presidente Lula disse que não há limites orçamentários” para a ajuda do governo federal ao Estado.
Em seu perfil no X (ex-Twitter), Lula havia postado alguns minutos antes que iria ao Rio Grande do Sul no domingo. “Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, escreveu, na rede social.
O Rio Grande do Sul tem 55 mortes registradas, sete óbitos em investigação e 107 pessoas desaparecidas até o momento, conforme os números apresentados pelo governador, lamentando a tragédia. “Serão dias ainda muito difíceis pela frente, quero dar esse alerta para a população. Mas estamos atuando em todas as frentes”, afirmou, agradecendo o apoio “de cada servidor”, bem como dos voluntários, além de ministérios, das Forças Armadas, prefeitos e prefeitas.
Disponível em: <https://istoe.com.br/eduardo-leite-o-rs-vai-precisar-de-muito-apoio-uma-especie-de-plano-marshall/>. Acesso em: 04 mai. 2024.
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
As expressões citadas são exemplos de um fenômeno semântico conhecido como:
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