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Foram encontradas 50 questões.

269718 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Beatriz e Juliana decidiram montar um negócio próprio. Beatriz participou com um capital de R$ 14.000,00 e Juliana com R$ 6.500,00, combinando que o lucro seria dividido proporcionalmente ao capital investido. O lucro que obtiveram com seu negócio após 10 meses foi de R$ 8.200,00, logo a parte devida a Beatriz será de
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Considere a frase que encerra o texto: Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
Com essa frase, pode-se concluir que
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O texto apresenta como tema central
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A palavra maratona, no título e ao início do segundo parágrafo, contém a ideia de
 

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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
São antônimas, no texto, as palavras
 

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Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do acento indicador de crase.
 

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263288 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
São sinônimas, no texto, as palavras
 

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261556 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Sabendo-se que a coluna da esquerda apresenta ícones da barra de Desenho do programa Microsoft PowerPoint 2003, em sua configuração padrão, e que a coluna da direita descreve suas funcionalidades, selecione a alternativa que, de cima para baixo, relaciona-as corretamente.
Enunciado 261556-1
 

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259120 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Tanto a diferença como a divisão entre dois números vale 5. A soma desses números vale
 

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259039 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
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Maratona para fazer o bem
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos gerais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres, pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não é bem assim. Organizações não governamentais estão profissionalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar diante de uma procura maior do que a demanda.
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, principalmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.” Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A palestra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim, o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do processo, passa quase um ano.
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação, muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que
 

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