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Foram encontradas 25 questões.

923805 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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Considere as matrizes !$ A = \, \begin {bmatrix} 2 \,\,\,\,\, 0 \\ -1 \,\,\,\,3 \end {bmatrix}, \, B = \, \begin {bmatrix} \chi \,\,\, y \\ z \,\,\, w \end {bmatrix} \, e \, I = \begin {bmatrix} 1 \,\,\, 0 \\ 0 \,\,\, 1 \end {bmatrix}, !$em que !$ x, \, y, \, z \,\, e \,\, w !$ são números reais. Se !$ AB \, = I !$, então !$ B !$ é igual a
 

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906780 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador(c) e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente(b). Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente(d). Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer(a). Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que se verifica o uso de linguagem conotativa.
 

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905796 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
Considere o trecho: ____________ “‘ à família maravilhosa que eu tenho’”.
Qual o verbo que estaria implícito no trecho apresentado acima, de acordo com o texto?
 

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893778 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
As palavras “despretensiosamente”, “cocriar” e “comunitário” foram formadas, respectivamente, pelos processos de:
 

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887995 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi(d): “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade(b) de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes(c). Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas(a). Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
Em todas as alternativas, as vírgulas foram usadas para separar adjunto adverbial de tempo antecipado, EXCETO em:
 

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880655 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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Se 20 tratores levaram 8 dias para realizar uma tarefa, quantos tratores fariam a mesma tarefa em 5 dias?
 

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876593 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
“[...] cheguei a pensar duas vezes.”
O verbo “chegar”, de acordo com a Norma Culta, é regido pela preposição “a”, conforme se observa no trecho acima.
Assinale a alternativa que apresenta o verbo que NÃO é regido por essa mesma preposição.
 

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874660 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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O sistema de equações lineares Enunciado 874660-1
 

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868713 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos(c), em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea(b). Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público(a). Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas(d), aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta palavra acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo crescente.
 

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865115 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.)
“Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador [...]”
A palavra “despretensiosamente” poderia ser substituída, sem modificação do sentido do trecho, por:
 

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