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notícias, adaptados para esta questão, e verifique qual
apresenta erro de concordância.
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A PEC trata dos chamados terrenos de marinha, áreas
na costa marítima em uma faixa de 33 metros......partir
de uma linha média traçada em 1831. Hoje, esses
terrenos pertencem......União, mas muitos na prática são
ocupados — e são esses que teriam sua propriedade
transferida.
No entanto, a base governista fez um pedido de vistas, e a votação na comissão foi adiada. A proposta tem previsão de voltar......pauta do colegiado na próxima quarta-feira. Mas é possível que a votação não ocorra este ano devido......outras pautas já previstas na comissão.
Identifique a alternativa que possui os vocábulos que preenchem corretamente os espaços do trecho extraído da BBC News Brasil:
No entanto, a base governista fez um pedido de vistas, e a votação na comissão foi adiada. A proposta tem previsão de voltar......pauta do colegiado na próxima quarta-feira. Mas é possível que a votação não ocorra este ano devido......outras pautas já previstas na comissão.
Identifique a alternativa que possui os vocábulos que preenchem corretamente os espaços do trecho extraído da BBC News Brasil:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
Em relação às classes de palavras, analise as afirmativas acerca dos vocábulos presentes no trecho:
I.O vocábulo 'mas' é um conjunção adversativa.
II.Pertencem, respectivamente, a mesma classe gramatical dos vocábulos 'cortes', 'laranjas' e 'quentes', os vocábulos destacados em: A cidade , a praça e o parque estão tranquilos.
III.A forma verbal 'receberam' está no mesmo tempo e modo da forma verbal destacada em "Eles viam muitos filmes juntos aos domingos."
IV.O vocábulo 'má' é a forma feminina de 'mal'.
Estão corretas:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
Ao analisar a regência do verbo 'reivindicar' no trecho, pode-se afirmar que quanto à transitividade, ele é:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
"No ano seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais leve e adequado ao verão."
A justificativa para o uso da vírgula no trecho é:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
Tendo isso como referência, analise a colocação dos pronomes nas frases a seguir:
I.Não o verei amanhã.
II.Em se tratando de dinheiro, não fale comigo.
III.Me faça o favor de puxar a cadeira.
IV.Ele parou, lhe deu um beijo e continuou a caminhar.
Estão corretas quanto à colocação dos pronomes:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
Os vocábulos destacados no trecho podem ser substituídos, sem perda de sentido, pelos vocábulos evidenciados na alternativa:
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
A ideia estabelecida pela conjunção 'no entanto' é de:
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Origem do abono de Natal e início da luta no Brasil
A gratificação de Natal é uma tradição que tem origem
em países de maioria cristã, onde alguns patrões tinham
o costume de presentar seus funcionários com cestas de
alimentos na época das festas de fim de ano.
Essa doação antes voluntária se tornou obrigatória na
Itália em 1937, durante o regime fascista de Benito
Mussolini, quando o acordo coletivo de trabalho nacional
passou a prever um mês adicional de salário para os
empregados das fábricas.
Em 1946, a gratificação seria estendida às demais
categorias de trabalhadores italianos, sendo consolidado
através de decreto presidencial em 1960.
No Brasil, os primeiros registros de greves e demandas
pelo abono de Natal são de 1921, na Cia. Paulista de
Aniagem e na indústria Mariângela, ambas empresas do
setor têxtil.
Sob inspiração da Carta del Lavoro (1927) da Itália
fascista, o Brasil aprovaria em 1943 sua Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), mas dela não constava o
13º salário.
Naquele mesmo ano, no entanto, o abono de Natal foi
conquistado pelos trabalhadores da fabricante de pneus
Pirelli, o que levaria a uma greve geral no ano seguinte
em Santo André (SP) pelo pagamento do benefício.
"Na onda de greves que se alastrou de dezembro de
1945 a março de 1946, a luta pelo prêmio de final de ano
era a principal reivindicação na maioria delas,
envolvendo categorias como ferroviários da Sorocabana,
trabalhadores da Light, tecelões, metalúrgicos, gráficos e
químicos em São Paulo", lembra Pereira Neto, em sua
tese de doutorado.
"Os patrões ganhavam aquele dinheiro no fim do ano,
tudo, chegava e dava um panetone e dava um vinho
ruim pro cara. Então nós mostramos a realidade: o
trabalhador também precisava passar um Natal melhor",
conta João Miguel Alonso, líder metalúrgico, em
depoimento recuperado por Pereira Neto, sobre os
argumentos usados com os patrões à época.
"Nós sempre levantávamos esse problema desde antes:
o trabalhador, no fim de ano, precisava comprar um sapato melhor pro filho, precisava comprar um vestido
pra mulher. 'Oh, meu deus do céu, vocês têm que
entender, vocês não vão dar a empresa para eles, vocês
vão dar apenas o essencial para esse coitado viver,
passar um Natal melhor com a família'."
Benefício pago em laranjas
Larissa Rosa Corrêa, professora do Departamento de
História da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro), observa que a luta dos trabalhadores
brasileiros por uma gratificação de Natal não começou já
conquistando um salário extra logo de cara.
No artigo Abono de Natal: gorjeta, prêmio ou direito?
Trabalhadores têxteis e a justiça do trabalho, ela resgata
o relato do líder sindicalista Antonio Chamorro. Ele conta
que, quando era operário numa fábrica têxtil em 1946, a
primeira vez que os trabalhadores reivindicaram ao
patrão uma gratificação de fim de ano, receberam em
troca sacos de laranja.
No ano seguinte, pediram cortes de tecido no lugar das
laranjas, mas receberam panos considerados de má
qualidade e muito quentes para o final de ano. No ano
seguinte, os trabalhadores reivindicaram um tecido mais
leve e adequado ao verão.
"Aí ele [o patrão] cedeu. Foi uma outra vitória nossa",
contou Chamorro, em depoimento ao Centro de Memória
Sindical, recuperado pela historiadora.
É interessante observar como os trabalhadores
organizados aproveitavam todas as brechas deixadas
pelos patrões", observa a professora da PUC-Rio, no
estudo. "No caso relatado, o empregador cedeu uma
vez; na próxima ele não teve argumentos para não
fornecer o benefício novamente, e, desta vez, a
gratificação teria que ser melhor, e assim por diante."
A luta pelo abono de Natal atravessaria a década de
1950 e chegaria fortalecida nos anos 1960, em meio ao
avanço da inflação, empoderamento dos sindicatos e
contexto político inflamado pelas disputas ideológicas da
Guerra Fria.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2ln4p18r2ro)
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