Foram encontradas 68 questões.
Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.
Martim Cererê – Jogador de Futebol
O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)
Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”
O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.
E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
A palavra “hirtos”, presente no verso “Os postes estão hirtos de tanto medo.”, pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.
Martim Cererê – Jogador de Futebol
O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)
Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”
O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.
E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
A figura de linguagem presente nos versos “a lua redonda que passa, imensa,/ como uma bola jogada no céu” é:
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.
Martim Cererê – Jogador de Futebol
O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)
Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”
O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.
E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – A partir da descrição da vestimenta da criança, é possível afirmar sua origem simples.
II – O guarda policial que interrompe a brincadeira da personagem principal do poema pode figurar o elitismo.
III – Para a criança, o guarda policial não representa uma autoridade intimidadora)
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Leia atentamente o poema a seguir, escrito por Cassiano Ricardo, para responder às questões de 1 a 5.
Martim Cererê – Jogador de Futebol
O pequenino vagabundo joga bola
e sai correndo atrás da bola que salta e rola)
Já quebrou quase todas as vidraças,
Inclusive a vidraça azul daquela casa
onde o sol parecia um arco-íris em brasa)
Os postes estão hirtos de tanto medo.
(O pequenino vagabundo não é brinquedo...)
E, quando o pequenino vagabundo,
cheio de sol, passa correndo entre os garotos,
de blusa verde-amarela e sapatos rotos,
aparece de pronto um guarda policial,
o homem mais barrigudo deste mundo,
com os seus botões feitos de ouro convencional,
e zás! carrega-lhe a bola!
“Estes marotos
precisam de escola)..”
O pequenino vagabundo guarda nos olhos,
durante a noite toda, a figura hedionda
do guarda metido na enorme farda
com aquele casaco comprido todo chovido
de botões amarelos.
E na sua inocência improvisa os mais lindos castelos:
e vê, pela vidraça,
a lua redonda que passa, imensa,
como uma bola jogada no céu.
“É aquele Deus, com certeza,
de que a vovó tanto fala)
Aquele Deus, amigo das crianças,
que tem uma bola branca cor de opala
e tem outra bola vermelha cor do sol:
que está jogando noite e dia futebol
e que chutou a lua agora mesmo
por trás do muro e, de manhã, por trás do morro,
chuta o sol...
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – O escritor não é rígido em relação à forma do texto: o esquema de rimas do poema não é fixo e a métrica dos versos é variável.
II – No aspecto semântico, nota-se o futebol como elemento pertencente à rotina do “pequenino vagabundo”, personagem central do poema)
III – No poema, o futebol é um potencializador da imaginação da criança)
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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Assinale a alternativa cujos termos em destaque são pronomes:
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Em: “Ele não foi à escola hoje, porque estava doente.”, a oração em destaque é:
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- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Ativa
- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Passiva
- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Reflexiva
Acerca das vozes verbais, é possível afirmar que:
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Assinale a alternativa que contém um exemplo de ocorrência facultativa de crase:
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Indique em qual frase o uso da vírgula está incorreto:
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- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaInterjeições
- MorfologiaSubstantivos
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemOnomatopeia
Leia atentamente o poema Rosa murcha, de Casimiro de Abreu, para responder às questões de 1 a 5.
Rosa murcha
Esta rosa desbotada
Já tantas vezes beijada,
Pálido emblema de amor;
É uma folha caída
Do livro da minha vida,
Um canto imenso de dor!
Há que tempos! Bem me lembro...
Foi num dia de Novembro:
Deixava a terra natal,
A minha pátria tão cara,
O meu lindo Guanabara,
Em busca de Portugal.
Na hora da despedida
Tão cruel e tão sentida
P’ra quem sai do lar fagueiro;
Duma lágrima orvalhada,
Esta rosa foi-me dada
Ao som dum beijo primeiro.
Deixava a pátria, é verdade,
Ia morrer de saudade
Noutros climas, noutras plagas;
Mas tinha orações ferventes
Duns lábios inda inocentes
Enquanto cortasse as vagas.
E hoje, e hoje, meu Deus?!
— Hei de ir junto aos mausoléus
No fundo dos cemitérios,
E ao baço clarão da lua
Da campa na pedra nua
Interrogar os mistérios!
Carpir o lírio pendido
Pelo vento desabrido...
Da divindade aos arcanos
Dobrando a fronte saudosa,
Chorar a virgem formosa
Morta na flor dos anos!
Era um anjo! Foi pr’o céu
Envolta em místico véu
Nas asas dum querubim;
Já dorme o sono profundo,
E despediu-se do mundo
Pensando talvez em mim!
Oh! esta flor desbotada,
Já tantas vezes beijada,
Que de mistérios não tem!
Em troca do seu perfume
Quanta saudade resume
E quantos prantos também!
No verso “Oh! esta flor desbotada,”, a palavra “Oh!” é morfologicamente classificada como:
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