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Assinale a alternativa que apresenta um
enunciado totalmente correto em relação ao
emprego dos sinais de pontuação.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
No trecho acima, transcrito do texto, as formas verbais destacadas exprimem ações:
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A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, introduzem respectivamente os sentidos de:
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A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
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A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
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Você trabalha em uma editora e tem um prazo curto para formatar um livro no Microsoft Word. A
formatação consiste em aumentar o tamanho da fonte dos títulos dos capítulos, de 14 para 16, e os
títulos das seções, de 12 para 14. Esse livro possui muitas seções e capítulos, e você não conseguirá
cumprir o prazo se formatar manualmente um por um. Considere que os capítulos e seções estão em
negrito e que todo o restante do documento está em fonte 11 e estilo normal.
Você decide utilizar um comando do Word que permite selecionar vários trechos de texto ao mesmo tempo, seguindo uma lógica de formatação. Com base nas informações, selecione a alternativa que apresenta a solução correta, mais rápida e eficiente, para executar essa tarefa:
Você decide utilizar um comando do Word que permite selecionar vários trechos de texto ao mesmo tempo, seguindo uma lógica de formatação. Com base nas informações, selecione a alternativa que apresenta a solução correta, mais rápida e eficiente, para executar essa tarefa:
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Rick estava lendo uma matéria sobre a navegação na internet e descobriu que a URL é um elemento
essencial para acessar páginas da web. Qual é o conceito de URL? Assinale a alternativa correta.
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A planilha abaixo apresenta os valores de vendas
realizadas por três vendedores durante os três
primeiros meses do ano:
Na célula E2, deseja-se calcular a soma das vendas de Ana nos três meses. A fórmula utilizada foi:
=B2+C2+D2
Para calcular a soma das vendas de Bruno e Carla, essa fórmula foi copiada para as células E3 e E4. Considerando que a fórmula utiliza apenas referências relativas, qual será a fórmula nas células E3 e E4, respectivamente?
Assinale a alternativa correta:
Na célula E2, deseja-se calcular a soma das vendas de Ana nos três meses. A fórmula utilizada foi:
=B2+C2+D2
Para calcular a soma das vendas de Bruno e Carla, essa fórmula foi copiada para as células E3 e E4. Considerando que a fórmula utiliza apenas referências relativas, qual será a fórmula nas células E3 e E4, respectivamente?
Assinale a alternativa correta:
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Em uma apresentação no PowerPoint, Júlia
deseja inserir um vídeo diretamente em um slide,
de forma que ele seja reproduzido
automaticamente ao iniciar o slide. Qual é o
procedimento correto para configurar essa
funcionalidade? Assinale a alternativa correta.
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No sistema Windows, podemos configurar um
aplicativo para que ele se torne padrão para um
tipo de arquivo ou link, por exemplo, para
reproduzir música, para abrir mapas, para
navegar pela internet etc. Assinale a alternativa
que contém o caminho correto para fazer essa
configuração:
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