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O mito da fênix e a combustão espontânea

A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.

Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.

Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.

Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.

O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.

A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.

Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.

A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?

Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.

Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.

Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.

O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.

Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.

Associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona valores semânticos a seus exemplos retirados do texto O mito da fênix e a combustão espontânea:

Primeira coluna: valores semânticos

1-Condicional

2-Explicativo

3-Adversativo

4-Concessivo

Segunda coluna: exemplos do texto

(_)Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento, pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.

(_)Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo.

(_)Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave.

(_)Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

 

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2548812 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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Expressões como "sair para fora", "passar dessa para uma melhor" ou "dormir como uma pedra" são tão velhas quanto andar para frente. Apesar de conhecidas, nem todo mundo sabe que essas construções são figuras de linguagem.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/figuras-de-linguagem -bmeb73u8f4rl38fpw32chyoum/

Analise o fragmento a seguir:

Para regular a situação extraordinária em relação ao surto de efeitos mundiais do coronavírus, foi editada a Lei 13.979/20, que tem como objetivo a proteção da coletividade e dispõe sobre as medidas que podem ser adotadas pelo poder público, diante da situação de emergência na saúde pública.

A Lei prevê a adoção de várias medidas, entre elas, quarentena (7 a 14 dias), restrição de atividade ou separação de pessoas ou coisas suspeitas de contaminação.

Fonte: https://www.tjdft.jus.br/ (Adaptado)

Qual a figura de linguagem presente no fragmento?

 

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2548811 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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É fundamental saber o uso dos porquês. Afinal, a língua portuguesa é repleta de palavras que muitas vezes fazem com que o falante fique em situação difícil.

Uma das dúvidas mais frequentes é em relação ao uso dos porquês. São tantas possibilidades que muitos não sabem por qual caminho seguir.

Fonte: https://www.cursogenius.com.br/uso-dos-porques/

Tendo essas possibilidades e as regras de ortografia, indique em qual frase o uso dos "porquês" está CORRETO:

 

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2548809 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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Entender como a BNCC está organizada é essencial para compreender o que ela propõe e, assim, conseguir utilizá-la como ferramenta de suporte ao planejamento escolar. No caso de Língua Portuguesa, o documento divide as práticas de linguagem em quatro categorias: Leitura/escuta; Escrita; Oralidade; Análise linguística/semiótica

Fonte: Portal Nova Escola. https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/42/ como-trabalhar-as-quatro-praticas-de-linguagem-previstas-na-base

Com base nessa temática, assinale V, para as afirmativas Verdadeiras, ou F, para as falsas:

(__) Na Leitura/escuta (compartilhada e autônoma), o objetivo é ampliar o letramento já iniciado na Educação Infantil e na família, por meio da progressiva incorporação de estratégias de leitura, compartilhada e autônoma, em textos de diferentes complexidades.

(__) Na Escrita (compartilhada e autônoma), o documento propõe construir o domínio progressivo da habilidade de produzir textos em diferentes gêneros, sempre tendo em vista a interatividade e não a autoria em si.

(__) A inclusão do eixo Oralidade reforça que o oral também é objeto de estudos, algo que não aparecia nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O documento reconhece que a aprendizagem das características discursivas e das estratégias de fala e escuta ocorre por meio do uso, da interação com o outro.

(__) A prática de Análise linguística/semiótica (alfabetização) articula-se com as demais e indica explicitamente a sistematização da alfabetização, com a proposta de reflexões sobre o sistema de escrita alfabética e o funcionamento da língua e de outras linguagens.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2548808 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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As Orações Subordinadas são aquelas que exercem função sintática sobre outras, ou seja, a oração que subordina ou depende da outra. Dependendo da função que desempenham, os tipos de oração subordinada são substantivas, adjetivas ou adverbiais.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/oracoes-subordinadas/ Fonte:https://www.clubedoportugues.com.br/subjetiva-x-predicativa/

Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da oração em destaque:

 

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2548807 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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O estudo das funções da linguagem depende de seus fatores principais. Destacamos cada um deles em particular:

-emissor - quem fala ou transmite uma mensagem a alguém;

-receptor - (ou interlocutor) - quem recebe a mensagem;

-mensagem - a informação ou o texto transmitido pelo emissor;

-código - o sistema de sinais que permite a compreensão da mensagem;

-referente - o contexto ou o assunto da mensagem.

Partindo desses elementos, o linguista russo Roman Jakobson elaborou seus estudos acerca das funções da linguagem para a análise e produção de textos. Em todo processo de comunicação, a linguagem é expressa de acordo com a função que se deseja enfatizar. No momento em que se estabelece uma comunicação verbal, um dos elementos apresentados prevalece e determina uma das funções.

Fonte: http://educacao.globo.com/portugues/assunto/estudo-do -texto/funcoes-da-linguagem.html

A partir dessa concepção, qual das funções é caracterizada pelo uso da linguagem que se refere a ela mesma, isto é, o emissor explica um código utilizando o próprio código?

 

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2548806 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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Considernado que a palavra "se" pode exercer inúmeros papéis em uma frase, assinale a alternativa na qual palavra SE exerce função sintática:

 

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2548805 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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Os estudos de Travaglia (1997), Geraldi (2006a), Mendonça (2006a), Possenti (2006b), entre outros autores que estudam as práticas de linguagem sugerem que a transformação do ensino da língua materna, cujo objeto privilegiado de ensino tem sido a gramática tradicional normativa, em um trabalho que possibilite ao aluno apropriar-se dos recursos expressivos da língua de forma reflexiva, significativa e contextualizada, não é uma tarefa simples.

PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA: O QUE FAZEM OS PROFESSORES NA SALA DE AULA? Sirlene Barbosa de Souza

Nesse sentido, é preciso decidir sobre os novos conteúdos a serem ensinados, a(s) metodologia(s) e o(s) procedimento(s) didáticos(s) mais adequados à sua abordagem e, ainda, as formas de avaliar a aprendizagem, levando em consideração:

 

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2548804 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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"A Band realizou neste domingo (7), às 21h, o primeiro DEBATE entre candidatos a governador nas eleições 2022 em nove estados e no Distrito Federal. A transmissão pôde ser acompanhada também na BandNews, rádios Bandeirantes e BandNews FM, no BandPlay e no YouTube."

Fonte: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/08/07/debate s-da-band-para-governador-veja-horario-estados-regras-e-candidatos.htm

A palavra "DEBATE" foi formada pelo seguinte processo de formação de palavras:

 

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2548803 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FURB
Orgão: Pref. Camboriú-SC
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Quanto ao emprego do hífen nas formações por prefixação e também por recomposição, isto é, nas formações com pseudoprefixos de origem grega ou latina, apresenta-se alguma inovação. Assim, algumas regras são formuladas em termos contextuais, como sucede nos seguintes casos:

I - Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante com que termina o prefixo ou pseudoprefixo (por ex. anti-higiênico, contra-almirante, hiper-resistente).

II - Emprega-se o hífen quando o prefixo ou falso prefixo termina em m e o segundo elemento começa por vogal, m ou n.

III - Emprega-se o hífen nos casos em que o prefixo ou o pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, essas consoantes dobram-se, como já acontece com os termos técnicos e científicos.

IV - Não se emprega o hífem nos casos em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente daquela, as duas formas aglutinam-se, sem hífen, como já sucede igualmente no vocabulário científico e técnico.

Fonte: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/508145/000997415.pdf (Adaptado)

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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