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Foram encontradas 40 questões.

A respeito da Classificação de Riscos e suas consequências, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 -Risco Ergonômico
2 -Risco Químico
3 -Risco de Acidente
4 -Risco Físico
( ) Intoxicação devido à presença de gases tóxicos.
( ) Lesões musculoesqueléticas devido a posturas forçadas e incorretas.
( ) Fraturas devido a quedas por presença de líquidos no solo (água, óleos, lubrificantes).
( ) Lesões oculares devido à emissão de radiações ultravioletas, consequência dos processos de soldadura por arco elétrico.
Marque a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
A partir do título e no decorrer do texto, a palavra bolha aparece diversas vezes.
Nesse contexto, bolha é entendida como
 

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De acordo com a Portaria nº 3.275, de 21 de setembro de 1989, NÃO é atribuição do profissional Técnico de Segurança do Trabalho:
 

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1707338 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
Sobre as Doenças Ocupacionais e Doenças do Trabalho, analise as afirmativas.
I - Doença Ocupacional é a entidade mórbida desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade.
II - Doença do Trabalho é aquela derivada das condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.
III - Doença Ocupacional é aquela que não produz incapacidade laborativa.
IV - Doença Ocupacional ou do Trabalho é a doença endêmica adquirida por habitante de região em que ela se desenvolva.
Estão corretas as afirmativas
 

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A máscara de solda é um Equipamento de Proteção Individual (EPI) para proteção dos olhos e face.
NÃO é função desse EPI proteger contra
 

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NÃO é considerada atividade perigosa de acordo com a NR 16:
 

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1656824 Ano: 2017
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
Sobre os sintomas e primeiros socorros às vítimas de calor, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No caso de insolação, recomenda-se baixar a temperatura corporal, lenta e gradativamente.
( ) No caso de exaustão pelo calor, recomenda-se remover o acidentado para um local fresco e ventilado, longe da fonte de calor.
( ) As vítimas de cãibras apresentam contrações musculares involuntárias, fortes e muito dolorosas; ocorrem nos músculos do abdômen e nas extremidades.
( ) Os efeitos da síncope por calor são eridemas e dor na pele que se iniciam logo após a exposição, devendo a vítima ser tratada com compressas frias na região afetada ou aplicação de creme hidratante.
Assinale a sequência correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder à questão.
Ruppenthal (2013) afirma que, em Engenharia de Segurança, denomina-se Causa do Acidente ao fato “de caráter humano ou material, relacionado com o evento catastrófico ou acidente, pela materialização de um perigo, resultando em danos. É aquilo que provocou o acidente, sendo responsável por sua ocorrência, permitindo que o risco se transformasse em dano. Antes do acidente existe o risco. Após o acidente existe a causa”.
(RUPPENTHAL, J. E. Gerenciamento de riscos. Santa Maria: UFSM, Colégio Técnico Industrial de Santa Maria, Rede e-Tec Brasil, 2003.)
O dano decorrente do acidente constitui
 

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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Há uns anos, não pegava celular no metrô, o sentido do verbo pegar, nesse contexto, é o mesmo em
 

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A NR 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário estabelece as diretrizes de avaliação do nível mínimo da capacidade física necessária para admissão e permanência em serviço a bordo, que deve ser utilizada em trabalhadores aquaviários que operam embarcações classificadas para navegação em mar aberto e apoio marítimo.
A coluna da esquerda apresenta as tarefas em situações normais a bordo e a capacidade física necessária para sua realização. A coluna da direita apresenta diretriz para medir a capacidade física correspondente do trabalhador. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
Tarefa a bordo e Capacidade física relacionada Um examinador médico deve estar convencido de que o candidato
1 -Tarefa: vestir prontamente colete salva-vidas ou roupa de exposição.
Capacidade física relacionada: mover-se com agilidade.
2 -Tarefa: utilizar ferramentas manuais.
Capacidade física relacionada: destreza e força manual e digital.
3 - Tarefa: executar procedimentos de reação à emergência.
Capacidade física relacionada: ouvir um som com um nível especificado de dB, numa frequência especificada.
4 - Tarefa: reagir a alarmes, avisos e instruções visuais.
Capacidade física relacionada: distinguir um objeto ou uma forma a certa distância.
( ) atende aos padrões de capacidade auditiva especificados pela autoridade competente.
( ) não tem qualquer debilitação ou doença que possa impedir seus movimentos e suas atividades físicas normais.
( ) é capaz de girar os punhos para girar manivelas.
( ) atende aos padrões de acuidade visual especificados pela autoridade competente.
Marque a sequência correta.
 

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