Para Queiroz e Moita (2007), é importante que o professor em formação e/ou o que já se encontra atuando
conheça as tendências pedagógicas que influenciaram
as práticas pedagógicas no Brasil, a fim de construir
conscientemente a sua própria trajetória político-pedagógica. Entre elas, a tendência liberal tradicional, na qual o
papel do aluno é de
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História do
Ensino Fundamental de 5ª a 9º
anos (MEC, 1998), as
posturas teóricas-epistemológicas, do campo do conhecimento Histórico, contemplam preocupações com
Leia o texto.
“Temos afirmado que a concepção de disciplina
escolar está intimamente associada à de pedagogia e à de
escola e, portanto, ao papel histórico de cada um desses
componentes. Ao concebermos a disciplina escolar como
produção coletiva das instituições de ensino, admitimos
que a pedagogia não pode ser entendida como uma atividade limitada a produzir métodos para melhor “transpor”
conteúdos externos, simplificando da maneira mais adequada possível os saberes eruditos ou acadêmicos.”
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: Fundamentos e método.
A autora afirma no texto que
“A datação do início do processo de independência pode
não ser nítida dependendo da vertente historiográfica
adotada. Toda periodização pressupõe, entretanto, uma
teoria geral da História. No caso da História do Brasil em
formação, ou mais propriamente, no processo de definição de sua própria existência (visto que antes do Primeiro Reinado tal história era um não-ser) a periodização de
uma história que se autodenomina nacional só pode ter
início em 1817, quando se inicia a ruptura” (Carlos Guilherme Mota. Viagem incompleta. Formação: histórias.)
A ruptura à qual o autor do texto se refere foi a
Leia o texto de Frei Vicente de Salvador, citado por
Eduardo França Paiva (2001), em Inaugurando a história
e construindo a nação.
“E deste mesmo modo se hão os povoadores, os
quais, por mais arraigados que na terra estejam e mais
ricos que sejam, tudo pretendem levar a Portugal e, se as
fazendas e bens que possuem souberam falar, também
lhe houveram de ensinar a dizer como aos papagaios,
aos quais a primeira coisa que ensinam é: papagaio real
pera Portugal, porque tudo querem para lá.” Frei Vicente
de Salvador.
Segundo o texto, o autor