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Foram encontradas 25 questões.

1509362 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

Na Visita Domiciliar, o ACS deve orientar a mulher sobre a realização do exame citopatológico do colo de útero na Unidade Básica de Saúde. Segundo a Política de Ação Integral à Saúde da Mulher qual a faixa etária prioritária das mulheres que precisam de orientação?

 

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1509361 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

Art. 4º O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde (SUS).

§ 1º Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para saúde.

§ 2º A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.

O artigo e seus parágrafos citados acima, fazem parte da Lei / Norma / Lei Complementar:

 

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1509360 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

A Estratégia de Saúde da Família encontra-se em qual Nível de Atenção?

 

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1509359 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

De acordo com a Lei Federal Nº 8142/90, para receberem recursos, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão atender o seguinte requisito:

 

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1509357 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

O objetivo é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Isso significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior. Qual princípio do SUS está descrito acima?

 

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1509356 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

enunciado 1509356-1

Disponível em: https://www2.uol.com.br/niquel/seletas.shtml

Analise as proposições abaixo:

I) O sentimento de decepção é exposto no último balão através da personagem que está cortando as unhas.

II) “tic, tic, tic, tic...” Representa o som natural produzido pelo cortador de unhas. Na língua portuguesa esse fenômeno também é conhecido por onomatopeia.

III) O vocábulo “alarme falso” denota sentimento de certeza e verdade.

 

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1509355 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

Texto para responder as questões 7, 8 e 9


A Lua é mais antiga do que imaginávamos, aponta estudo


Um novo estudo, realizado a partir de análises químicas das amostras lunares trazidas há 50 anos pelo Programa Apollo, sugere que a Lua é bem mais antiga do que os cientistas acreditavam. Até então, afirmava-se que nosso satélite natural foi formado 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar, mas os novos resultados sugerem que isso aconteceu apenas 50 milhões de anos após o surgimento do nosso sistema.

As pesquisas foram conduzidas por cientistas do Instituto de Geologia e Mineralogia da Universidade de Colônia, na Alemanha. O resultado, publicado na Nature Geoscience, pode ajudar a entender melhor a idade da própria Terra, já que o material da Lua mantém o estado original praticamente inalterado, enquanto o solo terrestre, alterado por inúmeros processos geológicos, não oferece muitos registros primitivos sobre sua formação.

Nascimento da Lua

A teoria mais aceita é que a Lua se formou após uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, chamado Theia. O suposto evento é chamado de “hipótese do grande impacto”, e acredita-se que aconteceu na última fase do processo de formação da Terra. A colisão derreteu Theia a Terra perdeu parte do seu núcleo, e toda essa rocha derretida e o magma orbitaram ao redor do nosso planeta até se aglutinar e formar a Lua.

Existe muito debate sobre quando isso teria acontecido, e muitos acreditam que foi há pouco menos de 5 milhões de anos. Com o novo estudo, podemos estar mais próximos de uma resposta definitiva. A evidência vem das relações entre dois elementos raros: o háfnio e o tungstênio. O foco está nas quantidades dos elementos químicos encontrados em rochas de diferentes idades.

"Ao comparar as quantidades relativas de diferentes elementos em rochas que se formaram em diferentes épocas, é possível entender como cada amostra está relacionada com o interior lunar e com a solidificação do oceano de magma", disse o Dr. Raul Fonseca, da Universidade de Colônia. Junto com coautor do estudo, Dr. Felipe Leitzke, ele realizou experimentos de laboratório para estudar os processos geológicos que ocorreram no interior da Lua.

De acordo com a teoria, depois que Theia atingiu a Terra, criou-se uma nuvem de magma, que depois esfriou e formou a Lua. Com o resfriamento do magma, formaram-se diferentes tipos de rochas, que contêm um registro que os cientistas estão tentando recuperar. "Essas rochas registraram informações sobre a formação da Lua e ainda podem ser encontradas hoje na superfície lunar", diz o Dr. Maxwell Thiemens, ex-pesquisador da Universidade de Colônia e principal autor do estudo.

Relógio natural

Os dois elementos observados na pesquisa funcionam como um relógio contido na própria rocha. O háfnio 182 decai com o tempo e se transforma no isótopo de tungstênio 182. Acontece que isso não durou para sempre, mas apenas durante os primeiros 70 milhões de anos do Sistema Solar. A equipe comparou as amostras da Apollo com seus experimentos de laboratório e descobriu então que a Lua já começou a se solidificar a partir de 50 milhões de anos após a formação do Sistema Solar, e não 150 milhões.

“Essa informação sobre a idade significa que qualquer impacto gigantesco teria que ocorrer antes daquela época, o que responde a uma questão ferozmente debatida entre a comunidade científica sobre quando a Lua se formou”, acrescenta o professor Dr. Carsten Münker, do Instituto de Geologia e Mineralogia da UoC. do estudo.

As medições altamente precisas da equipe são baseadas em espectrometria de massas com plasma acoplado indutivamente, algo que não era possível no tempo da Apollo, que trouxe as amostras lunares para a Terra.

Fonte: Universe Today

“O resultado, publicado na Nature Geoscience, pode ajudar a entender melhor a idade da própria Terra, já que o material da Lua mantém o estado original praticamente inalterado, enquanto o solo terrestre, alterado por inúmeros processos geológicos, não oferece muitos registros primitivos sobre sua formação.”

A palavra em destaque indica:

 

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1509354 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

Texto para responder as questões 7, 8 e 9


A Lua é mais antiga do que imaginávamos, aponta estudo


Um novo estudo, realizado a partir de análises químicas das amostras lunares trazidas há 50 anos pelo Programa Apollo, sugere que a Lua é bem mais antiga do que os cientistas acreditavam. Até então, afirmava-se que nosso satélite natural foi formado 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar, mas os novos resultados sugerem que isso aconteceu apenas 50 milhões de anos após o surgimento do nosso sistema.

As pesquisas foram conduzidas por cientistas do Instituto de Geologia e Mineralogia da Universidade de Colônia, na Alemanha. O resultado, publicado na Nature Geoscience, pode ajudar a entender melhor a idade da própria Terra, já que o material da Lua mantém o estado original praticamente inalterado, enquanto o solo terrestre, alterado por inúmeros processos geológicos, não oferece muitos registros primitivos sobre sua formação.

Nascimento da Lua

A teoria mais aceita é que a Lua se formou após uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, chamado Theia. O suposto evento é chamado de “hipótese do grande impacto”, e acredita-se que aconteceu na última fase do processo de formação da Terra. A colisão derreteu Theia a Terra perdeu parte do seu núcleo, e toda essa rocha derretida e o magma orbitaram ao redor do nosso planeta até se aglutinar e formar a Lua.

Existe muito debate sobre quando isso teria acontecido, e muitos acreditam que foi há pouco menos de 5 milhões de anos. Com o novo estudo, podemos estar mais próximos de uma resposta definitiva. A evidência vem das relações entre dois elementos raros: o háfnio e o tungstênio. O foco está nas quantidades dos elementos químicos encontrados em rochas de diferentes idades.

"Ao comparar as quantidades relativas de diferentes elementos em rochas que se formaram em diferentes épocas, é possível entender como cada amostra está relacionada com o interior lunar e com a solidificação do oceano de magma", disse o Dr. Raul Fonseca, da Universidade de Colônia. Junto com coautor do estudo, Dr. Felipe Leitzke, ele realizou experimentos de laboratório para estudar os processos geológicos que ocorreram no interior da Lua.

De acordo com a teoria, depois que Theia atingiu a Terra, criou-se uma nuvem de magma, que depois esfriou e formou a Lua. Com o resfriamento do magma, formaram-se diferentes tipos de rochas, que contêm um registro que os cientistas estão tentando recuperar. "Essas rochas registraram informações sobre a formação da Lua e ainda podem ser encontradas hoje na superfície lunar", diz o Dr. Maxwell Thiemens, ex-pesquisador da Universidade de Colônia e principal autor do estudo.

Relógio natural

Os dois elementos observados na pesquisa funcionam como um relógio contido na própria rocha. O háfnio 182 decai com o tempo e se transforma no isótopo de tungstênio 182. Acontece que isso não durou para sempre, mas apenas durante os primeiros 70 milhões de anos do Sistema Solar. A equipe comparou as amostras da Apollo com seus experimentos de laboratório e descobriu então que a Lua já começou a se solidificar a partir de 50 milhões de anos após a formação do Sistema Solar, e não 150 milhões.

“Essa informação sobre a idade significa que qualquer impacto gigantesco teria que ocorrer antes daquela época, o que responde a uma questão ferozmente debatida entre a comunidade científica sobre quando a Lua se formou”, acrescenta o professor Dr. Carsten Münker, do Instituto de Geologia e Mineralogia da UoC. do estudo.

As medições altamente precisas da equipe são baseadas em espectrometria de massas com plasma acoplado indutivamente, algo que não era possível no tempo da Apollo, que trouxe as amostras lunares para a Terra.

Fonte: Universe Today

“...A teoria mais aceita é que a Lua se formou após uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, chamado Theia...”

Considere a alternativa correta:

I) Theia é um nome científico criado para a Lua.

II) O planeta Terra colidiu com a Lua.

III) A lua é o substantivo da oração.

IV) Colidir é o antônimo de chocar.

V) Marte também pode ser chamado de Theia.

 

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1509353 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

Texto para responder as questões 7, 8 e 9


A Lua é mais antiga do que imaginávamos, aponta estudo


Um novo estudo, realizado a partir de análises químicas das amostras lunares trazidas há 50 anos pelo Programa Apollo, sugere que a Lua é bem mais antiga do que os cientistas acreditavam. Até então, afirmava-se que nosso satélite natural foi formado 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar, mas os novos resultados sugerem que isso aconteceu apenas 50 milhões de anos após o surgimento do nosso sistema.

As pesquisas foram conduzidas por cientistas do Instituto de Geologia e Mineralogia da Universidade de Colônia, na Alemanha. O resultado, publicado na Nature Geoscience, pode ajudar a entender melhor a idade da própria Terra, já que o material da Lua mantém o estado original praticamente inalterado, enquanto o solo terrestre, alterado por inúmeros processos geológicos, não oferece muitos registros primitivos sobre sua formação.

Nascimento da Lua

A teoria mais aceita é que a Lua se formou após uma colisão entre o planeta Terra e um corpo do tamanho de Marte, chamado Theia. O suposto evento é chamado de “hipótese do grande impacto”, e acredita-se que aconteceu na última fase do processo de formação da Terra. A colisão derreteu Theia a Terra perdeu parte do seu núcleo, e toda essa rocha derretida e o magma orbitaram ao redor do nosso planeta até se aglutinar e formar a Lua.

Existe muito debate sobre quando isso teria acontecido, e muitos acreditam que foi há pouco menos de 5 milhões de anos. Com o novo estudo, podemos estar mais próximos de uma resposta definitiva. A evidência vem das relações entre dois elementos raros: o háfnio e o tungstênio. O foco está nas quantidades dos elementos químicos encontrados em rochas de diferentes idades.

"Ao comparar as quantidades relativas de diferentes elementos em rochas que se formaram em diferentes épocas, é possível entender como cada amostra está relacionada com o interior lunar e com a solidificação do oceano de magma", disse o Dr. Raul Fonseca, da Universidade de Colônia. Junto com coautor do estudo, Dr. Felipe Leitzke, ele realizou experimentos de laboratório para estudar os processos geológicos que ocorreram no interior da Lua.

De acordo com a teoria, depois que Theia atingiu a Terra, criou-se uma nuvem de magma, que depois esfriou e formou a Lua. Com o resfriamento do magma, formaram-se diferentes tipos de rochas, que contêm um registro que os cientistas estão tentando recuperar. "Essas rochas registraram informações sobre a formação da Lua e ainda podem ser encontradas hoje na superfície lunar", diz o Dr. Maxwell Thiemens, ex-pesquisador da Universidade de Colônia e principal autor do estudo.

Relógio natural

Os dois elementos observados na pesquisa funcionam como um relógio contido na própria rocha. O háfnio 182 decai com o tempo e se transforma no isótopo de tungstênio 182. Acontece que isso não durou para sempre, mas apenas durante os primeiros 70 milhões de anos do Sistema Solar. A equipe comparou as amostras da Apollo com seus experimentos de laboratório e descobriu então que a Lua já começou a se solidificar a partir de 50 milhões de anos após a formação do Sistema Solar, e não 150 milhões.

“Essa informação sobre a idade significa que qualquer impacto gigantesco teria que ocorrer antes daquela época, o que responde a uma questão ferozmente debatida entre a comunidade científica sobre quando a Lua se formou”, acrescenta o professor Dr. Carsten Münker, do Instituto de Geologia e Mineralogia da UoC. do estudo.

As medições altamente precisas da equipe são baseadas em espectrometria de massas com plasma acoplado indutivamente, algo que não era possível no tempo da Apollo, que trouxe as amostras lunares para a Terra.

Fonte: Universe Today

Analise as proposições:

I) Somente após a formação da nuvem de magma é que foi possível o surgimento da lua.

II) A lua se formou após uma colisão entre o planeta Terra e Marte.

III) Sobre o nascimento da lua existem muitos debates e não se sabe ao certo sobre sua fundação.

IV) Dr. Raul Fonseca juntamente com o Dr. Felipe Letzke realizaram experimentos para compreender como se deram processos de origem, história e vida da lua.

 

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1509352 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUCAP
Orgão: Pref. Buritis-MG

enunciado 1509352-1

Sobre a imagem acima é correto afirmar:

 

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