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Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Nos trechos: “Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais.” (Parág. 3/L.6 e 7) e “Pela dor que as palavras produzem em sua alma. ” (Parág. 9/L.21), tem-se dois adjuntos introduzidos pela preposição POR.
Assinale a alternativa que apresenta os valores semânticos desses adjuntos, respectivamente.
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Vigilância em Saúde do Trabalhador (VISAT) é um componente do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, que visa à promoção da saúde e à redução da morbimortalidade da população trabalhadora, por meio da integração de ações que intervenham nos agravos e seus determinantes decorrentes dos modelos de desenvolvimento e processos produtivos. Há várias estratégias para consolidar as ações da VISAT. A observação sócio-espacial e de intervenção por varredura, em pequena área geográfica previamente delimitada (setor censitário, distrito de saúde, bairro, distrito industrial, município, etc.) contempla todos os processos de trabalho capazes de gerar dano à saúde, é uma estratégia que é denominada de: Fonte: Diretrizes de implantação da Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS
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Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
O termo sombrio, apesar da variação de número nas frases: “Os dias estão sombrios”; “a vida está sombria”; “Os corações estão sombrios”, assume a mesma função sintática na estrutura oracional, que é de:
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NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
O título do texto apresenta o verbo na forma imperativa, que pode dar à frase um sentido de ordem ou um conselho. Mas, no corpo do texto, ao se referir a algo que está para acontecer, muitas vezes, empregam-se palavras (advérbios ou verbos) que sinalizam dúvida, possibilidade, incerteza. Dito isso, analise as sentenças abaixo elencadas, e assinale a alternativa que, tal como o título, indica certeza.
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A raiva é uma zoonose viral cujo vírus rábico pode estar contido na saliva do animal, penetra no organismo principalmente por meio de mordedura e, mais raramente, pela arranhadura e lambedura de mucosas. No ciclo urbano, as principais fontes de infecção são o cão e o gato. No Brasil, o morcego é o principal responsável pela manutenção da cadeia silvestre. (Fonte: Manual de Vigilância, Prevenção e Controle de Zoonoses: Normas Técnicas e Operacionais).
As orientações a serem dadas às pessoas agredidas por cão, gato, morcego ou outro mamífero são:
I- Lavar imediatamente o ferimento com água corrente, sabão ou outro detergente.
II- Aplicar antissépticos (digluconato de clorexidina a 20% ou álcool iodado).
III- Encaminhar, de imediato, ao Posto de Saúde/Unidade da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) mais próximo para atendimento e avaliação médica.
IV- Verificar lesões cutâneas devido à penetração ativa das larvas.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
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Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
No centro de tudo, a Palavra.
Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
No centro de tudo, a Palavra.
Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos. Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social ou da própria família.
No centro de tudo, a Palavra.
A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
No centro de tudo, a Palavra.
Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
No centro de tudo, a Palavra.
Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
No centro de tudo, a Palavra.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
“Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Considerando o trecho, a seguir, que finaliza o texto acima, avalie como verdadeiras (V) ou falsas (F) as proposições:
“[...] Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
‘Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?’ ”
( ) O emprego do conector mas serve para introduzir uma ressalva, em tom irônico, dado que a autora, pressupondo o estranhamento quanto ao conteúdo das informações precedentes, já se adianta admitindo a dificuldade de mudança em tempos de tantos desencantos.
( ) Todas as frases introduzidas pelo item que expressam o desejo da autora de uma mudança no comportamento da sociedade; trata-se de frases exclamativas, ou desiderativas, constituindo-se, pois, como marcas de subjetividade na construção do texto.
( ) Ao encerrar o texto com a indagação feita pelo dramaturgo Bertold Brecht, a autora demonstra conformação com a realidade descrita e, assim, nega a possibilidade de mudança.
A sequência que responde CORRETAMENTE à questão é:
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É FALSO afirmar que o instrumento que se constitui método de controle vetorial da dengue é:
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NÃO COMERÁS COMO ANTES
Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o sentido.
É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão, alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
Observe a construção dos períodos abaixo transcritos:
I- “(...) as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se”.
II- “A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar”.
III- “Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio”.
Em todos os períodos citados, há duas afirmações sobre o tópico inicial, mas, em III, são empregados dois conectores para enfatizar a segunda informação. O mecanismo de construção do período empregado em III se classifica como:
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Considerando a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), qual a relação entre os termos Atenção Básica (AB) e Atenção Primária à Saúde (APS)?
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Considerando a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como serão denominados todos os estabelecimentos de saúde que prestam ações e serviços de Atenção Básica no âmbito do SUS?
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