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Leia o excerto que segue:
"[...] a ideia de que o Brasil é um país acolhedor é um mito. Essa ilusão está relacionada com a noção falsa de que existe uma convivência harmônica entre europeus e outros povos (como os africanos e os indígenas). Entretanto , a sociedade brasileira foi fundada com relações de violência, que nunca deixaram de acontecer. Por mais que algumas pessoas se entendam como acolhedoras, é preciso considerar que somos marcados por discriminações que estruturam nossa sociedade. Muitas vezes nossa educação normaliza preconceitos e violências, [...]."
(Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa cuja palavra substitui entretanto sem alterar o sentido do texto:
"[...] a ideia de que o Brasil é um país acolhedor é um mito. Essa ilusão está relacionada com a noção falsa de que existe uma convivência harmônica entre europeus e outros povos (como os africanos e os indígenas). Entretanto , a sociedade brasileira foi fundada com relações de violência, que nunca deixaram de acontecer. Por mais que algumas pessoas se entendam como acolhedoras, é preciso considerar que somos marcados por discriminações que estruturam nossa sociedade. Muitas vezes nossa educação normaliza preconceitos e violências, [...]."
(Disponível em: https://vidasimples.co/relacionamentos. Acesso em 23 jul. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa cuja palavra substitui entretanto sem alterar o sentido do texto:
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Assinale a alternativa em que a concordância verbal está
adequadamente feita em todas as ocorrências do
período:
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(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2021/02/08/personagem-em-quadrinho
s-discute-tributacao-dos-super-ricos-de-forma-didatica/. Acesso em 23
jul. 2025.)
(__)No primeiro quadrinho, a preposição "sobre" pode ser substituída pela também preposição "sob", sem prejuízo no sentido. As duas são sinônimas e "sob" é uma forma reduzida de "sobre".
(__)Entre as funções dos sinais de pontuação está o intuito de expressar uma intenção. Isso pode ser confirmado na expressão "Gente, dá licença?", em que o uso da interrogação ameniza o tom imperativo do verbo "dar" e possibilita à Niara educadamente pedir permissão ao leitor para falar.
(__)As histórias em quadrinhos são gêneros textuais exclusivos do universo infantil e têm como objetivo dialogar com as crianças. No caso dessa tirinha, Niara é uma criança que ensinará a outras crianças sobre tributos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?
Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos
agricultores resistem ao domínio do milho modificado
com o cultivo de sementes crioulas e práticas
agroecológicas.
Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité,
Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de
Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha,
Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes
antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de
diferentes cores, preservados e produzidos por
organizações brasileiras hoje.
Cada um deles é fruto de um processo que envolve
agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e
resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29
tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no
Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos
agricultores.
A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas
milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros
tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e
rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é
importante entender como e porque o milho amarelo se
tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é
cultivado em abundância desde o período da escravatura
nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve
também como alimento para animais, fabricação de
xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular
geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias:
essas são algumas das justificativas encontradas neste
artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo.
Mas a maior delas é a produtividade. É pela
produtividade que deixamos para trás milénios de
evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio
e épocas do ano para colheita.
A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.
Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as
sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento
Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em
Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na
Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar
as sementes e o manejo agroecológico para pequenos
produtores dos estados. "Que os camponeses tenham
capacidade para produzir alimento para alimentar a
nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP
Pernambuco.
(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s
er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
I.Em "É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução,..." há um equívoco na acentuação da palavra em destaque por o som do "e" ser fechado e não aberto. O adequado seria com acento circunflexo: milênios.
II.As palavras transgênico e agroecológicos são acentuadas pela mesma regra: ambas são proparoxítonas, logo, todas devem ser acentuadas.
III.Em "As duas organizações têm...", o verbo ter recebe acento apenas com o objetivo de diferenciar a conjugação dele no singular e no plural, sendo têm a grafia do plural.
IV.As palavras combustível e fácil são acentuadas pela mesma regra de acentuação.
É correto o que se afirma em:
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E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?
Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos agricultores resistem ao domínio do milho modificado com o cultivo de sementes crioulas e práticas agroecológicas.
Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité, Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha, Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de diferentes cores, preservados e produzidos por organizações brasileiras hoje.
Cada um deles é fruto de um processo que envolve agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29 tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos agricultores.
A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é cultivado em abundância desde o período da escravatura nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve também como alimento para animais, fabricação de xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias: essas são algumas das justificativas encontradas neste artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo. Mas a maior delas é a produtividade. É pela produtividade que deixamos para trás milénios de evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio e épocas do ano para colheita.
A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.
Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar as sementes e o manejo agroecológico para pequenos produtores dos estados. "Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP Pernambuco.
(Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
"A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e rajado —, e agroecológicos? Antes de mais nada é importante entender como e porque o milho amarelo se tornou o queridinho."
Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o uso dos "porquês" no excerto:
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E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?
Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos
agricultores resistem ao domínio do milho modificado
com o cultivo de sementes crioulas e práticas
agroecológicas.
Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité,
Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de
Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha,
Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes
antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de
diferentes cores, preservados e produzidos por
organizações brasileiras hoje.
Cada um deles é fruto de um processo que envolve
agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e
resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29
tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no
Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos
agricultores.
A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas
milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros
tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e
rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é
importante entender como e porque o milho amarelo se
tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é
cultivado em abundância desde o período da escravatura
nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve
também como alimento para animais, fabricação de
xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular
geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias:
essas são algumas das justificativas encontradas neste
artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo.
Mas a maior delas é a produtividade. É pela
produtividade que deixamos para trás milénios de
evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio
e épocas do ano para colheita.
A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.
Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as
sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento
Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em
Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na
Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar
as sementes e o manejo agroecológico para pequenos
produtores dos estados. "Que os camponeses tenham
capacidade para produzir alimento para alimentar a
nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP
Pernambuco.
(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s
er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
"Que os camponeses tenham capacidade para produzir alimento para alimentar a nação".
Assinale a alternativa em que o tempo e o modo verbais são o mesmo do verbo em destaque no excerto:
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E esse milhinho assado? Tem sem ser transgênico?
Entre riscos à saúde e à biodiversidade, pequenos
agricultores resistem ao domínio do milho modificado
com o cultivo de sementes crioulas e práticas
agroecológicas.
Dente de Burro, Sabugo Fino, Sol da Manhã, Batité,
Landrês, Cateto, Cateto Kiriri, Eldorado, Branco de
Angola, Catingueiro, Branco do Egito, Pontinha,
Jaboatão e Roxo Peruano. Você já ouviu esses nomes
antes? São alguns nomes de milhos orgânicos, de
diferentes cores, preservados e produzidos por
organizações brasileiras hoje.
Cada um deles é fruto de um processo que envolve
agroecologia, mudança de manejo, agricultura familiar e
resistência produtiva. Uma pesquisa identificou, aliás, 29
tipos diferentes de milho cultivados no Brasil e no
Uruguai, todos cultivados justamente por pequenos
agricultores.
A pergunta que fica é: porque estamos comendo apenas
milho amarelo e transgênico ao invés de diversos outros
tipos de milhos — roxo, vermelho, branco, preto, azul e
rajado —, e agroecológicos ? Antes de mais nada é
importante entender como e porque o milho amarelo se
tornou o queridinho. As justificativas são muitas: é
cultivado em abundância desde o período da escravatura
nos Estados Unidos, tem alto teor de amido, serve
também como alimento para animais, fabricação de
xarope, combustível, óleo etc. É ainda fácil de manipular
geneticamente, o que muitos adjetivam como melhorias:
essas são algumas das justificativas encontradas neste
artigo da Embrapa, para o sucesso do milho amarelo.
Mas a maior delas é a produtividade. É pela
produtividade que deixamos para trás milénios de
evolução, sabores diferentes, distintas regiões de plantio
e épocas do ano para colheita.
A boa notícia é: tem gente fazendo diferente.
Do outro lado dessa moeda estão , por exemplo, as
sementes agroecológicas produzidas pelo Movimento
Camponês Popular (MCP) no Brasil, em especial em
Pernambuco e Sergipe e da CoopBorborema, na
Paraíba. As duas organizações têm como foco espalhar
as sementes e o manejo agroecológico para pequenos
produtores dos estados. "Que os camponeses tenham
capacidade para produzir alimento para alimentar a
nação", diz Sandreildo Santos, dirigente do MCP
Pernambuco.
(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/06/e-esse-milhinho-assado-tem-sem-s
er-transgenico/. Acesso em 22 jul. 2025. Adaptado.)
(__)Em "Você já viu esses nomes?", o uso do pronome demonstrativo está equivocado, uma vez que se refere a algo já mencionado no texto (relação anafórica), no caso, os nomes dos milhos. O adequado seria "estes".
(__)Em "Cada um deles", a expressão faz referência aos tantos tipos de milho orgânicos e diferentes produzidos no Brasil hoje.
(__)Em "Do outro lado dessa moeda", a expressão estabelece uma relação de oposição na produção de milho em que, de um lado tem-se subentendido o agronegócio, que cultiva praticamente apenas o milho amarelo, o queridinho, e do outro a agricultura familiar, que preserva e produz milhos diversos e de diferentes cores.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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Em relação às contraindicações para uma pulpotomia em
um dente decíduo, assinale a alternativa correta:
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"A queilite __________ é uma alteração inflamatória crônica leve, da zona vermelha dos lábios, geralmente mais acentuada no lábio inferior que no superior e provoca ressecamento, edema leve e inflamação. Mais comum em pessoas com problemas psicológicos".
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
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Uma lesão de cárie ativa e não cavitada, limitada ao
esmalte dentário, poderá ser manejada com alternativas
não invasivas e uma delas é o selante de cicatrículas e
fissuras. Analise as afirmativas a seguir relacionadas à
técnica de aplicação desse material e assinale a
alternativa correta:
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